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POLITÍCA NACIONAL

Federação União Progressista anuncia saída da base do governo e entrega de cargos

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A recém-formada federação União Progressita, integrada pelo União Brasil e pelo PP, anunciou nesta terça-feria (02) a saída da base do governo no Congresso Nacional. O grupo determinou que todos os filiados com mandato que possuem algum cargo na administração federal renunciem à suas funções, incluindo os ministros de Estado. O União Brasil tem 59 deputados, e o PP tem 50.

Pertecem aos partidos da federação os ministros do Turismo, Celso Sabino (União-PA); do Esporte, André Fufuca (PP-MA); do Desenvolvimento Regional, Waldez Góes; e das Comunicações, Frederico Siqueira. Em nota, a Federação avisa que em caso de descumprimento poderão ser adotadas as punições disciplinares previstas no estatuto de seus partidos.

Lideranças da federação se reuniram no Salão Verde da Câmara para anunciar a decisão. O presidente do União Brasil, Antonio Rueda, leu uma nota ao lado do  presidente do PP, senador Ciro Nogueira (PI).

“Essa decisão representa um gesto de clareza e de coerência. É isso que o povo brasileiro e os eleitores exigem de seus representantes”, diz a nota.

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Reportagem – Luiz Gustavo Xavier
Edição – Wilson Silveira

Fonte: Câmara dos Deputados

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Comissão aprova oferta da bolsa-permanência para estudantes do Prouni em cursos de turno parcial

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A Comissão de Educação da Câmara dos Deputados aprovou projeto de lei que amplia, para alunos matriculados em cursos de turno parcial, o acesso à bolsa-permanência destinada a beneficiários de bolsas integrais do Programa Universidade para Todos (Prouni).

Atualmente, a Lei 11.180/05 estabelece que a bolsa-permanência é exclusiva para estudantes de turno integral.

A bolsa-permanência é um auxílio financeiro mensal, com valor equivalente ao das bolsas de iniciação científica, destinado ao custeio de despesas educacionais, como transporte, alimentação e material didático. O objetivo da política é viabilizar a permanência de estudantes em situação de vulnerabilidade socioeconômica no ensino superior, reduzindo os índices de evasão motivados por dificuldades financeiras.

O colegiado aprovou o substitutivo do relator, Pedro Uczai (PT-SC), ao Projeto de Lei 5163/23, do deputado Túlio Gadêlha (PSD-PE). Enquanto a redação original buscava derrubar a exigência do turno integral de forma indireta (proibindo a exigência de carga horária mínima), o relator preferiu inserir diretamente no texto da lei a permissão para o turno parcial.

Uczai também suprimiu trecho do projeto original que impedia o governo de exigir qualquer carga horária mínima. Com essa mudança, o Ministério da Educação mantém a prerrogativa de estabelecer, via regulamento, um número mínimo de horas de aula ou frequência para a manutenção do benefício, desde que respeitada a abertura para os turnos parciais.

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“Alterar a lei atual pode conferir ao Poder Executivo maior liberdade para a concessão desse benefício e, desse modo, atender de modo mais adequado às reais necessidades dos estudantes bolsistas integrantes das camadas menos favorecidas da sociedade brasileira”, defendeu o relator.

Próximos passos
A proposta tramita em caráter conclusivo e seguirá para análise das comissões de Finanças e Tributação; e de Constituição e Justiça e de Cidadania. Para virar lei, o texto precisa ser aprovado pela Câmara e pelo Senado.

Reportagem – Emanuelle Brasil
Edição – Rachel Librelon

Fonte: Câmara dos Deputados

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