CUIABÁ
Pesquisar
Close this search box.

POLITÍCA NACIONAL

Izalci Lucas alerta para falta de investimento em educação e atraso em IA

Publicados

POLITÍCA NACIONAL

O senador Izalci Lucas (PL-DF) fez um pronunciamento nesta quarta-feira (28), no Plenário do Senado, cobrando investimentos consistentes em ciência, tecnologia e educação. Segundo o parlamentar, o Brasil está perdendo mais uma vez o “trem da história” ao não priorizar políticas públicas estruturantes, especialmente no campo da inteligência artificial.

Izalci relatou participação em audiência pública realizada pela manhã na Comissão de Ciência e Tecnologia (CCT) do Senado sobre data centers e inteligência artificial. Defendeu que qualquer legislação sobre o tema seja precedida por amplo debate com especialistas e setores diretamente envolvidos.

— É muito comum nesta Casa decidirem coisas sem ouvir realmente quem está na ponta. E aprendi aqui muito bem que ‘nada de nós sem nós’. Para discutir qualquer matéria, precisamos chamar todos para debater — afirmou.

Para o senador, o país tem falhado ao não transformar iniciativas pontuais em políticas de Estado. Ele mencionou a experiência de um projeto de inclusão digital em uma escola no Recanto das Emas, no Distrito Federal, que corre o risco de ser descontinuado por falta de recursos.

Leia Também:  Proposta prevê audiência de custódia para preso por atraso em pensão alimentícia

Izalci também criticou o baixo percentual de jovens brasileiros matriculados em cursos técnicos — menos de 11%, frente a 60% em países desenvolvidos — e cobrou mais oportunidades para a juventude. Ele defendeu que o acesso ao emprego e à qualificação deve substituir políticas de assistência social sem porta de saída.

— Dignidade é emprego, não é esmola. Ninguém gosta de viver de esmola, de cesta básica. As pessoas querem emprego, querem dignidade. É isto que o governo devia fazer — concluiu.

Agência Senado (Reprodução autorizada mediante citação da Agência Senado)

Fonte: Agência Senado

COMENTE ABAIXO:
Propaganda

POLITÍCA NACIONAL

Vai a Plenário obrigatoriedade de divulgação do Ligue 180 para denúncias

Publicados

em

A Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) aprovou nesta quarta-feira (10) proposta que obriga o Executivo a divulgar o Ligue 180, serviço telefônico para denúncias de violência contra a mulher. O projeto segue para análise do Plenário.

O PL 4.300/2025 acrescenta à Lei 10.714, de 2003, a obrigação de que o número do serviço de denúncias seja amplamente divulgado pelo Poder Executivo em meios de comunicação de massa, além de locais públicos e privados de grande circulação, como escolas, hospitais, órgãos públicos, meios de transporte de massa, casas de espetáculos e outros locais de diversão.

O projeto, da deputada Laura Carneiro (PSD-RJ), recebeu parecer favorável da senadora Mara Gabrilli (PSD-SP). O relatório foi lido na comissão pela senadora Eliziane Gama (PSD-MA).

Visibilidade

A proposta amplia a visibilidade da Central de Atendimento à Mulher — o Ligue 180 —, que funciona 24 horas por dia, todos os dias da semana, incluindo atendimento por telefone, e-mail, WhatsApp e em Língua Brasileira de Sinais (Libras).

Segundo a senadora Mara Gabrilli, o Ligue 180 começou como canal de orientação e passou a receber denúncias diretas a partir de 2014, com encaminhamento aos órgãos competentes e acompanhamento dos casos. Além de registrar denúncias, o serviço orienta sobre direitos e encaminha vítimas para a rede especializada, como delegacias especializadas, defensorias públicas, centros de referência e unidades como a Casa da Mulher Brasileira.

Leia Também:  Senador Irajá defende fim da escala 6x1

A proposta determina ainda que os custos com a divulgação sejam cobertos pelo Orçamento da União. Mara Gabrilli afirmou que, entre janeiro e outubro de 2025, o Ligue 180 realizou mais de 877 mil atendimentos e registrou mais de 126 mil denúncias de violência contra mulheres, com participação significativa das próprias vítimas, além de registros anônimos e por terceiros.

Para a relatora, a ampliação da divulgação do serviço contribui para que mais pessoas conheçam o canal, facilita o acesso das vítimas e aumenta a efetividade das políticas públicas de enfrentamento à violência contra a mulher.

Agência Senado (Reprodução autorizada mediante citação da Agência Senado)

Fonte: Agência Senado

COMENTE ABAIXO:
Continue lendo

CUIABÁ

POLÍCIA

POLÍTICA MT

MATO GROSSO

MAIS LIDAS DA SEMANA