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Relator defende proposta que garante mais recursos para saúde e educação; ouça a entrevista

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A Câmara dos Deputados pode votar nesta semana o Projeto de Lei Complementar 163/25, que garante, pelo menos, R$ 1,5 bilhão a mais de recursos para a saúde e a educação, por ano. O relator da proposta, deputado José Priante (MDB-PA), já apresentou parecer favorável, mas a votação foi adiada. Ele afirmou, em entrevista à Rádio Câmara, estar confiante na aprovação.

Priante também foi relator da Medida Provisória 1291/25, que originou a Lei 15.164/25. A lei destina 5% de recursos extras do Fundo Social do Pré-Sal para saúde e educação, por cinco anos, a partir de 2026. Antes disso, a legislação já destinava 50% dos recursos da exploração do pré-sal para essas duas áreas.

O projeto em discussão na Câmara, apresentado pelo deputado Isnaldo Bulhões (MDB-AL), determina que os 5% extras não entrem no limite do teto de gastos, liberando mais recursos para os setores.

A proposta que aguarda votação no Plenário.

Da Rádio Câmara – ND

Fonte: Câmara dos Deputados

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Comissão aprova limite para atuação de empresas em juizados especiais

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A Comissão de Constituição e Justiça e de Cidadania da Câmara dos Deputados aprovou o Projeto de Lei 4239/23, do deputado Acácio Favacho (MDB-AP), que limita a atuação de empresas em processos nos juizados especiais cíveis. A proposta proíbe o pedido contraposto por pessoas jurídicas que não podem entrar com ação nesses juizados.

Pedido contraposto é quando a parte processada aproveita o mesmo processo para fazer uma cobrança ou outro pedido contra quem entrou com a ação.

Podem entrar com ações nos juizados especiais: pessoas físicas, microempreendedores individuais, microempresas, empresas de pequeno porte, organizações da sociedade civil de interesse público e sociedades de crédito ao microempreendedor.

O texto segue para o Senado, se não houver recurso para análise pelo Plenário da Câmara.

O relator, o deputado Ricardo Ayres (Republicanos-TO), recomendou a aprovação da proposta. Segundo ele, a mudança mantém a coerência das regras dos juizados, que seguem critérios como simplicidade, informalidade, economia processual e rapidez.

“A questão que se põe é que muitas pessoas jurídicas, inclusive de grande porte, se aproveitam de tal possibilidade para efetuarem diversos tipos de cobrança, como, por exemplo, contas de usuário”, afirma o parlamentar.

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Reportagem – Tiago Miranda
Edição – Rachel Librelon

Fonte: Câmara dos Deputados

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