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Seminário na Câmara dos Deputados discute direitos dos povos indígenas

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A Comissão da Amazônia e dos Povos Originários e Tradicionais da Câmara dos Deputados promove na quinta-feira (10) o 3º Seminário sobre Direitos dos Povos Indígenas no Congresso Nacional.

O debate atende a pedido da deputada Dilvanda Faro (PT-PA) e será realizado a partir das 9 horas, no auditório Nereu Ramos.

Acampamento indígena
Dilvanda afirma que o seminário ocorre simultaneamente ao Acampamento Terra Livre (ATL), que neste ano acontece de 7 a 11 de abril, em Brasília (DF).

“O ATL acontece anualmente e reúne uma multiplicidade de povos, provenientes de vários biomas do País, para discutir as violações dos direitos indígenas e reivindicar o cumprimento das leis por parte do governo federal”, explica a deputada. “Atualmente, é considerado o mais importante evento indígena do País, devido à sua dimensão nacional e continuidade temporal.”

Continuidade dos debates
Dilvanda Faro diz que a realidade dos povos indígenas em todo o país tem se mantido violenta. “A realização desse seminário é, portanto, uma excelente oportunidade para dar continuidade a esses debates, atualizá-los e, ao mesmo tempo, expressar a presença dessa pauta no cotidiano parlamentar”, avalia.

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Da Redação – ND

Fonte: Câmara dos Deputados

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Projeto libera fundos de pensão de limite de juros em empréstimos

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O Projeto de Lei 237/26 afasta o limite de juros para empréstimos dos fundos de pensão aos seus participantes. O texto em análise na Câmara dos Deputados impede a aplicação da Lei da Usura, que prevê taxa máxima de 12% ao ano.

Segundo o deputado Tadeu Veneri (PT-PR), autor da proposta, a ideia é proteger as futuras aposentadorias. Ele afirma ainda que entidades fechadas de previdência complementar não buscam lucro, mas precisam rentabilizar os seus recursos.

Tadeu Veneri ressalta que, atualmente, a Justiça tem limitado os juros cobrados pelos fundos de pensão a 12% ao ano. Para ele, isso ameaça o equilíbrio dos planos de benefícios e pode resultar em contribuições extras dos participantes.

Alteração em lei
A proposta altera a Lei 14.905/24, que trata da aplicação de juros e correção monetária nos contratos, para incluir os fundos de pensão na lista de exceções à Lei da Usura. Hoje, bancos e outras instituições financeiras integram a relação.

“A submissão às restrições da Lei da Usura desvirtua a função institucional dessas entidades, inviabiliza a rentabilização dos ativos e reduz a capacidade de cumprir as metas atuariais”, diz Tadeu Veneri.

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Próximos passos
O projeto será analisado em caráter conclusivo pelas comissões de Previdência, Assistência Social, Infância, Adolescência e Família; de Finanças e Tributação; e de Constituição e Justiça e de Cidadania.

Para virar lei, o texto terá de ser aprovado pela Câmara e pelo Senado.

Saiba mais sobre a tramitação de projetos de lei

Da Reportagem/RM
Edição – Pierre Triboli

Fonte: Câmara dos Deputados

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