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Subcomissão vai fiscalizar denúncias de violação de direitos humanos contra presos pelo 8 de janeiro

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A Comissão de Segurança Pública da Câmara dos Deputados aprovou na terça-feira (1º) a criação de uma subcomissão especial para fiscalizar, in loco, denúncias de violações de direitos humanos praticadas contra os presos pelos atos de 8 de janeiro de 2023.

A subcomissão foi criada a pedido do líder da Oposição, deputado Zucco (PL-RS). Ela será formada por 12 membros (e igual número de suplentes), e produzirá relatório ao final dos trabalhos.

Segundo Zucco, familiares dos presos têm denunciado casos de maus-tratos em Brasília, que incluiríam tratamento degradante sistemático, violação da intimidade e da privacidade. “Mesmo em situações de aprisionamento, direitos fundamentais devem ser resguardados na máxima medida possível”, disse o parlamentar.

Zucco afirmou ainda que o papel da subcomissão será avaliar a situação dos presos, e não examinar o conteúdo das decisões judiciais que levaram às prisões.

Da Reportagem
Edição – Rachel Librelon

Fonte: Câmara dos Deputados

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Comissão discute combate a infecções sexualmente transmissíveis entre mulheres; participe

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A Comissão de Defesa dos Direitos da Mulher da Câmara dos Deputados promove na terça-feira (30) audiência pública sobre o enfrentamento de infecções sexualmente transmissíveis (ISTs) entre mulheres.

A reunião será realizada no plenário 14, às 10 horas, e será interativa.

O debate atende a pedido da deputada Erika Kokay (PT-DF). Segundo ela, o objetivo é debater a Agenda Prioritária para o Enfrentamento do HIV/Aids, Tuberculose, Hepatites Virais, HTLV, Sífilis e outras Infecções Sexualmente Transmissíveis em Mulheres Vulnerabilizadas no Brasil, do Ministério da Saúde.

A deputada acrescenta que, apesar dos avanços alcançados pelo Sistema Único de Saúde (SUS), as mulheres em situação de vulnerabilidade permanecem mais impactadas por essas infecções.

“Isso ocorre em decorrência de desigualdades estruturais relacionadas a gênero, raça/cor, classe social, território, identidade de gênero, orientação sexual, idade, situações de violência, estigma e discriminação”, afirma Erika Kokay.

Da Redação – MO

Fonte: Câmara dos Deputados

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