CUIABÁ
Pesquisar
Close this search box.

POLITÍCA NACIONAL

Vai à sanção criação de vara para julgar recursos da Justiça Federal no Piauí

Publicados

POLITÍCA NACIONAL

O Senado aprovou nesta terça-feira (15) em votação simbólica o projeto de lei que cria a 2ª Turma Recursal dos Juizados Especiais Federais no Piauí (PL 2/2025). O texto vai à sanção presidencial.

Atualmente, há apenas uma turma recursal no estado para julgar recursos de oito varas federais. Para o senador Marcelo Castro (MDB-PI), que foi o relator da proposta na Comissão de Constituição e Justiça (CCJ), a reforma se tornou urgente em função da sobrecarga enfrentada pelos juizados federais no estado, especialmente em ações previdenciárias e assistenciais. De acordo com o projeto, apresesentado pelo Superior Tribunal de Justiça (STJ), a carga de trabalho da turma recursal do estado tem é o triplo da média da 1ª Região da Justiça Federal, que inclui o Piauí.

Equilíbrio

O parlamentar piauiense alegou que a proposta é equilibrada e fiscalmente responsável. Ela transforma, segundo ele, quatro cargos vagos de juiz federal substituto em três cargos de juiz federal, usando sobras orçamentárias para funções comissionadas sem criação de despesa adicional.

Leia Também:  Congresso reúne-se nesta quinta-feira e pode decidir sobre veto de Lula ao PL da Dosimetria

“Paralelamente, o Tribunal Regional Federal da 1ª Região (TRF-1) poderá realocar magistrados de varas com baixa movimentação para a instância recursal de maior volume processual, otimizando recursos humanos já existentes”, argumentou.

A 2ª Turma Recursal terá sede em Teresina, com jurisdição sobre todo o estado, e será composta por três juizes federais. Com isso, o quadro passa a contar com 271 juízes federais e 168 substitutos. As varas que tiverem cargos transformados deverão ter a composição ajustada para contar apenas com um juiz federal.

O senador Eduardo Girão (Novo-CE) registrou voto contrário, alinhado com a posição partidária pela não criação de novos cargos públicos.

Agência Senado (Reprodução autorizada mediante citação da Agência Senado)

Fonte: Agência Senado

Propaganda

POLITÍCA NACIONAL

Avança projeto que cria o Auxílio Caixa d’Água para famílias pobres de regiões secas

Publicados

em

A Comissão de Assuntos Sociais do Senado (CAS) aprovou nesta quarta-feira (15) o projeto de lei que cria o Auxílio Caixa d’Água, destinado a famílias de baixa renda que vivem em locais onde há secas recorrentes — e que estejam registradas no CadÚnico.

O projeto (PL 6.384/2025) prevê que o benefício poderá ser concedido de duas formas: o pagamento de um valor em dinheiro para que a família compre um reservatório de água (o valor ainda não foi definido) ou a entrega de uma caixa d’água de até mil litros.

O autor da proposta é o senador Fernando Dueire (PSD-PE). A matéria segue para análise na Comissão de Assuntos Econômicos do Senado (CAE).

Critérios

Para ser beneficiada, a família precisa estar inscrita no Cadastro Único para Programas Sociais (CadÚnico) e ter renda per capita familiar menor ou igual a meio salário mínimo (R$ 810,50).

O projeto determina que serão priorizadas as famílias que, além de morarem em regiões com secas recorrentes, tenham entre seus membros pessoas idosas, pessoas com deficiência ou crianças na primeira infância (até os seis anos de idade).

Leia Também:  Seminário na Câmara dos Deputados discute direitos dos povos indígenas

O texto também prevê que o Executivo irá elaborar um regulamento no qual indicará as regiões onde os cidadãos poderão receber o auxílio.

Parecer favorável

O relator da matéria foi o senador Marcelo Castro (MDB-PI), que apresentou parecer favorável à iniciativa.

— [O projeto] busca enfrentar a situação concreta de vulnerabilidade vivenciada por famílias que, embora contem com alguma forma de abastecimento, não dispõem de meios adequados para o armazenamento seguro da água — declarou ele.

Marcelo Castro acrescentou que a medida terá impactos positivos para a saúde pública para a viabilização de habitações dignas para essas pessoas.

O senador Astronauta Marcos Pontes (PL-SP) ressaltou que, nas regiões semiáridas do país, a água captada do solo costuma ser rica em sais e, por isso, precisa ser tratada para ser consumida. 

— Não é fácil, porque existe uma camada geológica difícil de ser ultrapassada, com muitas pedras. A água geralmente tem sais. Dá para fazer dessalinização e abastecer melhor a região — diss ele.

Agência Senado (Reprodução autorizada mediante citação da Agência Senado)

Leia Também:  Girão propõe fim do recesso para Congresso investigar INSS e Banco Master

Fonte: Agência Senado

Continue lendo

CUIABÁ

POLÍCIA

POLÍTICA MT

MATO GROSSO

MAIS LIDAS DA SEMANA