TECNOLOGIA
Jovens brasileiros ganham quatro medalhas na 18º Olimpíada Internacional de Astronomia e Astrofísica
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Os cinco jovens brasileiros que participaram da 18ª Olimpíada Internacional de Astronomia e Astronáutica (IOAA) voltaram para casa na quinta-feira (28) com as malas mais pesadas. Além das roupas, eles trouxeram de volta uma medalha de ouro, duas de prata, uma de bronze, dois troféus e uma menção honrosa. Entre os dias 11 e 21 de agosto, os estudantes do ensino médio disputaram com os melhores alunos de astronomia e astrofísica do mundo, em Mumbai, na Índia.
O jovem Luca Pieroni Pimenta levou medalha de ouro, além de dois troféus de melhor prova em grupo e melhor prova observacional. Franklin da Silva Costa e Francisco Carluccio de Andrade foram prata e Lucas Amaral Jensen levou a bronze. Giovanna Karolinna Ribeiro de Queiroz obteve menção honrosa. O grupo foi liderado pelos professores Júlio César Klafke e Eduardo Henrique Camargo de Toledo.
Os alunos foram selecionados após participarem e se destacarem nas fases presenciais e online da Olimpíada Brasileira de Astronomia e Astronáutica (OBA), competição realizada pela Sociedade Astronômica Brasileira (SAB) e com o apoio do Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovação (MCTI) e do Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq), agência vinculada a pasta.
IOAA
Segundo o membro da comissão organizadora da OBA, o professor e astrônomo Júlio Klafke, a IOAA reúne vários países e os desafios são mais físicos teóricos. “O nível das questões é extremamente elevado. As provas envolvem conhecimentos de matemática, física e astronomia”, explica Klafke.
“Em astronomia as questões são de observação do céu, manipulação do telescópio, prova de planetário, conhecimento de constelação e estrelas. Além disso, é necessário saber interpretar dados através da simulação dos planetários para resolver questões que são propostas para eles. É uma olimpíada muito refinada com um alto nível”, ressalta o professor.
OLAA
Entre os dias 1 e 7, o Brasil receberá a 17ª Olimpíada Latino-Americana de Astronomia e Astronáutica (OLAA). O evento acontecerá em Barra do Piraí (RJ) e contará com equipes do Brasil, Argentina, Bolívia, Chile, Colômbia, Costa Rica, Equador, El Salvador, Honduras, México, Panamá, Paraguai, Peru e Uruguai.
Por ser sede da edição, o Brasil será representado por duas equipes compostas por dez estudantes do ensino médio. A primeira é formada por Felipe Maia Silva, de Fortaleza (CE), Filipe Ya Hu Dai Lima, de Fortaleza (CE), Lucas Praça Oliveira, de Fortaleza (CE), Isabela Xavier De Miranda, de Rio De Janeiro (RJ) e Luís Fernando De Oliveira Souza, de Cassilândia (MS).
A segunda equipe é representada por Eyke Cardoso De Souza Torres, de Ourilândia do Norte (PA), Guilherme Waiandt Moraes, de Fortaleza (CE), Gustavo Globig Farina, de Fortaleza (CE), João Victor Evers Cordeiro, de Fortaleza (CE) e Larissa França Souza, de Goiânia (GO). Os grupos serão liderados pelos professores Hugo Menhem e Thiago Paulin.
TECNOLOGIA
CTI Renato Archer amplia rede de laboratórios abertos com nova estrutura de pesquisa
Referência nacional em áreas como inteligência artificial, microeletrônica, nanotecnologia e inovação industrial, o Centro de Tecnologia da Informação Renato Archer (CTI Renato Archer), unidade de pesquisa vinculada ao Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovação (MCTI), inaugurou, nesta segunda-feira (18), o seu Laboratório Aberto de Caracterização de Materiais (LAmat). A apresentação do novo espaço que fortalece a infraestrutura científica e tecnológica do país contou com a presença da ministra do MCTI, Luciana Santos.
O LAmat passa a integrar o conjunto de laboratórios abertos do CTI Renato Archer e foi criado para apoiar pesquisas em materiais avançados, nanotecnologia, micro e nanoeletrônica, fotônica e energia. A iniciativa recebeu cerca de R$ 5,2 milhões em investimentos da Finep e do MCTI para aquisição de equipamentos e adequação da infraestrutura.
O laboratório permitirá análises químicas, ópticas, térmicas e eletrônicas de materiais e apoiará pesquisas em áreas estratégicas, como saúde avançada, tecnologias quânticas, convergência tecnológica e energia. Entre as aplicações previstas, estão estudos sobre células solares de alto rendimento, biossensores para doenças tropicais negligenciadas, dispositivos implantáveis e sensores para a agroindústria.
Durante a visita, a ministra destacou o papel do centro na conexão entre ciência, indústria e desenvolvimento nacional. “O Renato Archer nunca foi apenas um centro de pesquisa. Ele é uma ponte entre ciência e indústria, entre universidade e setor produtivo, entre conhecimento e desenvolvimento nacional”, afirmou.
Luciana Santos também ressaltou os investimentos realizados pelo governo federal na unidade. Desde 2023, já foram assinados R$ 36,8 milhões em contratos com o CTI Renato Archer, além de uma nova encomenda tecnológica de R$ 10,1 milhões ainda em análise, por meio da Finep e do Fundo Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (FNDCT).
Laboratório aberto
A diretora institucional do CTI Renato Archer, Juliana Kelmy Macário Barboza Daguano, destacou que o novo laboratório fortalece o modelo colaborativo adotado pela instituição.
“Os laboratórios abertos contribuem para o avanço científico e tecnológico por meio do acesso a recursos especializados, promovendo a colaboração entre academia, empresas e instituições públicas”, afirmou.
Além do LAmat, o CTI Renato Archer mantém outros laboratórios abertos voltados à micro e nanofabricação, impressão 3D, integração de sistemas e imageamento em micro-nanoeletrônica, ampliando o acesso compartilhado à infraestrutura científica de alta complexidade.
Com mais de quatro décadas de atuação, o CTI Renato Archer tem papel importante no desenvolvimento de tecnologias estratégicas para o Brasil. A instituição participou de iniciativas como a construção da ICP-Brasil, sistema que sustenta a certificação digital no país, e contribuiu para o desenvolvimento do Sistema Brasileiro de TV Digital. Além disso, atua em pesquisas voltadas à segurança cibernética, impressão 3D aplicada à saúde, biofabricação, robótica e inteligência artificial.
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