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MCTI avança na construção da Bolsa Conhecimento Brasil, que será apresentada no Fórum do Confap

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Representantes do Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovação (MCTI) se reuniram nesta quarta-feira (19), em Brasília (DF), para alinhar os últimos pontos da nova chamada nacional Bolsa Conhecimento Brasil. O encontro reforçou o protagonismo do MCTI na coordenação das ações federais de fomento e consolidou a construção colaborativa do edital, que será lançado oficialmente durante o 70º Fórum Nacional do Confap, que ocorrerá de 3 a 5 de dezembro, em Goiânia (GO). 

A reunião contou com a participação do secretário-executivo do MCTI, Luís Fernandes; do diretor de Fundos e Investimentos do MCTI, Raphael Padula; e da chefe de gabinete da Secretaria Executiva, Luiza Rangel. Também estavam o presidente do Conselho Nacional das Fundações Estaduais de Amparo à Pesquisa (Confap), Márcio de Araújo; o presidente em exercício do Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq), Olival Freire; e o presidente substituto da Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (Capes), Antônio Gomes de Souza Filho, reforçando a integração entre os principais órgãos de pesquisa do País. 

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Durante a reunião, Luís Fernandes reforçou a importância de fortalecer a infraestrutura científica brasileira para dar sustentação ao novo edital. “O objetivo é colocar o Brasil em condições de desenvolver projetos científicos e tecnológicos de ponta, focados no apoio a programas estratégicos nacionais”, disse ele, retomando um discurso que já havia usado ao anunciar programas de recuperação do Fundo Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (FNDCT). 

A Bolsa Conhecimento Brasil visa aproximar demandas nacionais e regionais, fortalecendo redes de pesquisa, apoiando talentos em formação e estimulando soluções alinhadas aos desafios estratégicos do desenvolvimento brasileiro. Segundo os organizadores, a chamada pretende se tornar um marco na articulação federativa do fomento científico ao promover uma ciência em rede, conectada aos territórios e capaz de gerar impacto social e econômico. 

A construção conjunta do edital — envolvendo governo federal e Fundações Estaduais de Amparo à Pesquisa — busca ampliar a capacidade científica do país e garantir que projetos estruturantes avancem de forma coordenada entre União e estados. 

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70º Fórum do Confap 

Goiânia sediará, de 3 a 5 de dezembro de 2025, a 70ª edição do Fórum Nacional Consecti & Confap, encontro que reunirá dirigentes das 27 Fundações Estaduais de Amparo à Pesquisa, secretários estaduais de Ciência, Tecnologia e Inovação, além de representantes de agências nacionais e internacionais de fomento. O evento, que celebra os 20 anos da Fundação de Amparo à Pesquisa de Goiás, terá como foco a integração das agendas estratégicas de CT&I e o fortalecimento da articulação entre sistemas estaduais e federais. 

 

Fonte: Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovação

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MCTI e MTE lançam edital de R$ 100 milhões para inovação em economia solidária em todo País

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O Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovação (MCTI) e o Ministério do Trabalho e Emprego (MTE) lançaram, nesta sexta-feira (3), edital que destina R$ 100 milhões para projetos de inovação tecnológica para a economia solidária. Os recursos do Fundo Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (FNDCT), operacionalizados pela Financiadora de Estudos e Projetos (Finep), serão destinados a incubadoras tecnológicas de cooperativas populares (ITCPs) vinculadas a universidades e institutos federais, no âmbito do Programa Nacional de Incubadoras de Cooperativas Populares (Proninc). 

O edital prevê o financiamento de projetos com valores de R$ 1,5 milhão a R$ 3 milhões e duração de até dois anos. As propostas deverão contemplar ações de desenvolvimento e difusão de tecnologias sociais para apoiar empreendimentos econômicos solidários, incluindo atividades de assessoria técnica, formação e extensão universitária de desenvolvimento territorial. 

Os projetos selecionados serão executados por agências de inovação e incubadoras tecnológicas vinculadas a instituições de ensino superior e à Rede Federal de Educação Profissional, Científica e Tecnológica. 

Proninc reúne iniciativas de apoio às incubadoras tecnológicas de cooperativas populares, promovendo a integração entre instituições de ensino e pesquisa e empreendimentos da economia solidária. O programa contempla ações de desenvolvimento de tecnologias sociais e fortalecimento da capacidade técnica desses empreendimentos.  

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A secretária de Ciência e Tecnologia para o Desenvolvimento Social (Sedes) do MCTI, Germana Pires Coriolano, ressaltou que o edital simboliza a retomada de políticas públicas voltadas à economia solidária e ao desenvolvimento inclusivo. “A ciência acontece quando a universidade trabalha ao lado de uma cooperativa para melhorar a produção, quando uma tecnologia social ajuda uma comunidade a gerar mais renda ou quando o conhecimento acadêmico encontra soluções para desafios concretos vividos pelas pessoas. É exatamente essa ciência, comprometida com o desenvolvimento dos territórios, que nós estamos fortalecendo hoje”, afirmou.  

Durante a cerimônia, o ministro do Trabalho e Emprego, Luiz Marinho, afirmou que a economia solidária deve ser compreendida como estratégia permanente de desenvolvimento. “A retomada do programa priorizou a reconstrução da economia solidária enquanto estratégia de inclusão produtiva, sendo a inovação tecnológica uma ferramenta frente aos problemas reais de logística e infraestrutura dos trabalhadores pobres. E, ao mesmo tempo, integrando o conhecimento sistematizado das universidades com o conhecimento popular dos territórios, o MTE e o MCTI estão colocando a ciência e a tecnologia a serviço da inclusão produtiva”, frisou. 

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O edital na Bahia aloca R$ 100 milhões para incubadoras populares do Estado via Universidade Federal da Bahia (UFBA) em tecnologias de inovação.  Desde 2013, o MCTI retomou as políticas públicas voltadas ao desenvolvimento social e ampliou os investimentos em ciência e tecnologia. Somente na Bahia, mais de R$ 1,3 bilhão foi investido de 2023 a 2025 para fortalecer pesquisa, inovação formação de recursos humanos e infraestrutura científica.  

Segundo a gerente do Departamento Regional Centro-Oeste da Finep, Julieta Palmeira, a financiadora fortalece a capacidade das universidades e institutos federais de transformar conhecimento científico em soluções voltadas às demandas da população, promovendo inclusão produtiva, desenvolvimento territorial e melhoria da qualidade de vida. 

Fonte: Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovação

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