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Investimentos do Governo de MT garantem capacidade operacional dos Bombeiros, afirma comandante-geral

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Os investimentos realizados pelo Governo do Estado na reestruturação do Corpo de Bombeiros Militar de Mato Grosso (CBMMT) fortaleceram a capacidade de trabalho da corporação nos atendimentos das diversas ocorrências de urgência e emergência, além do combate aos incêndios florestais.

De acordo com o comandante-geral da corporação, coronel Alessandro Borges, a garantia de que os recursos empenhados pelo Executivo agora são efetivamente repassados ao CBMMT asseguram a operacionalidade das ações.

“Eu tenho que fazer uma ressalva, anos atrás eu sabia realmente qual era o meu orçamento no Corpo de Bombeiros, mas nunca conseguia executar na integralidade, porque tinha contingenciamento. Hoje, a realidade é outra, e aqui está materializado o resultado dos grandes investimentos, como essa entrega que realizamos aqui e as demais em todo o Estado de Mato Grosso. Aqui é a última unidade que estamos entregando viaturas. Isso é importante, pois aumenta a nossa capacidade de atendimento às demandas da sociedade”, declarou o coronel BM Alessandro Borges, durante solenidade de entrega da unidade do 3° Comando Regional, no município de Sinop (503 km de Cuiabá), na última quinta-feira (10.03)

O comandante destacou ainda, que durante o ano de 2021, foram atendidas cerca de 30 mil ocorrências pré-hospitalares, além do salvamento de 5 mil vidas de forma direta. Além disso, outra importante frente de trabalho, foram as ações de combate aos incêndios florestais que também receberam recursos do Estado, com aquisição de caminhões auto tanque para o transporte d’água e apagar o fogo.

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“Ainda em 2020, o governador nos determinou aquisição de 12 viaturas modelo auto tanque para atender à demanda da área florestal, que já foram distribuídas nas unidades regionais dos bombeiros”, afirmou coronel Alessandro.

O comandante finalizou destacando que este conjunto de ações e investimentos fazem parte do trabalho de parceria entre Governo de Mato Grosso, Assembleia Legislativa, bancada federal, prefeituras e iniciativa privada.

“A participação da Assembleia Legislativa foi importante, além dos nossos parlamentares federais, que juntos destinaram emendas para os bombeiros adquirirem equipamentos e garantirem um bom atendimento à sociedade. Por tanto, muito obrigado a todos do Governo de Mato Grosso”, finalizou.

Panorama dos principais investimentos na corporação

Em dezembro de 2020, o Governo de Mato Grosso investiu em recursos próprios R$ 3,5 milhões na compra de equipamentos de combate aos incêndios florestais: kits completos de uniformes, abafadores de chamas, mangueiras, motobombas flutuantes, motosserras, óculos de proteção, roçadeiras, sopradores costais, entre outros que foram entregues aos bombeiros.

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Em 2021, o investimento do Governo de Mato Grosso foi de R$ 73 milhões para reforçar os órgãos estaduais que atuam no combate aos incêndios. Essa verba garantiu aquisição de equipamentos individuais, recursos tecnológicos no monitoramento em tempo real e demais recursos para diversas ações.  

Em fevereiro, o Governo investiu R$  2,6 milhões e entregou a unidade do 1° Pelotão Independente, unidade estratégica de prevenção e combate aos incêndios florestais próximo ao portal de entrada no Pantanal. Isso garante maior efetividade dos trabalhos de combate ao fogo no Pantanal que teve redução de 90% dos focos de calor.

Em junho, foi entregue o 2° Pelotão Independente, construído no município de Santo Antônio de Leveger voltado também para auxiliar no combate aos incêndios florestais na região, assim como nas ocorrências em Barão de Melgaço e nos distritos de São Pedro de Joselândia e Mimoso.

Com este conjunto das principais e outras demais ações, o resultado em 2021, foi a redução dos focos de calor em todos os biomas mato-grossenses: Pantanal 82,09%, Cerrado 52,17% e Amazônia 42, 43%.

Fonte: GOV MT

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MP requer intervenção judicial no Sistema Autônomo de Água e Esgoto

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A 1ª Promotoria de Justiça Cível de Chapada dos Guimarães (a 65 km de Cuiabá) ajuizou uma Ação Civil Pública contra o Sistema Autônomo de Água e Esgoto (SAAE) e o Município, requerendo, em caráter liminar, a intervenção judicial na autarquia, com a adoção imediata de medidas de reestruturação para evitar o agravamento da crise administrativa, financeira e operacional do órgão.O Ministério Público também solicitou que a Justiça determine, em caráter de urgência, a realização de uma auditoria completa e a elaboração de um plano emergencial de ação e reestruturação, com metas e cronograma, no prazo de 90 dias. Além disso, requereu a nomeação de um interventor judicial para acompanhar e fiscalizar a execução das medidas, bem como a obrigação de o município reforçar o orçamento do SAAE para viabilizar a recuperação do sistema.A medida foi adotada após a identificação de problemas recorrentes na prestação do serviço, como interrupções frequentes no fornecimento de água, demora no restabelecimento e falhas na comunicação com a população. Também foram constatadas dificuldades no atendimento ao público e deficiências na estrutura do sistema.Um dos principais pontos apontados na ação é o crescimento da dívida do SAAE com a concessionária de energia elétrica, que já ultrapassa R$ 27 milhões. Segundo o Ministério Público, o aumento ocorreu após a ampliação do sistema de abastecimento sem o planejamento adequado para custear o elevado consumo de energia.De acordo com a apuração, a autarquia não implementou medidas suficientes para equilibrar as contas, como revisão tarifária, controle de despesas e aprimoramento da gestão, o que resultou no acúmulo de débitos e no comprometimento da capacidade financeira do serviço.A investigação também identificou falhas administrativas, como ausência de planejamento, desorganização interna e deficiência na transparência. O site oficial do SAAE, por exemplo, não disponibiliza informações atualizadas, dificultando o acompanhamento pela sociedade.Na área de pessoal, foi verificada a predominância de contratações temporárias, além de problemas na execução dos serviços e na gestão operacional.Outro ponto destacado é a ausência de registro adequado da dívida nos demonstrativos contábeis, o que comprometeu o planejamento financeiro e a transparência das contas públicas ao longo dos anos.Diante desse cenário, o Ministério Público busca na Justiça não apenas a reorganização do SAAE, mas também garantir equilíbrio financeiro, melhoria na gestão e continuidade na prestação do serviço essencial de abastecimento de água e expansão do serviço para coleta e tratamento de esgoto.Para o promotor de Justiça responsável pelo caso, a situação exige resposta imediata. “Não é aceitável que a população enfrente constantes interrupções em um serviço essencial em razão de falhas administrativas e falta de planejamento. A atuação do Ministério Público visa assegurar uma gestão eficiente, transparente e capaz de garantir o abastecimento regular de água para todos”, destacou Leandro Volochko.Autor da foto: Guilherme Favin.

Fonte: Ministério Público MT – MT

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