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Assembleia Legislativa lamenta morte do jornalista Orlando Antunes

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A Mesa Diretora da Assembleia Legislativa de Mato Grosso (ALMT) lamenta o falecimento do jornalista e radialista Orlando Antunes ocorrido no último domingo (24), aos 78 anos de idade. Ele estava internado no Hospital Júlio Müller, em Cuiabá.

Orlando Antunes foi profissional que contribuiu com o futebol mato-grossense, atuando como árbitro de futebol, dirigente de clubes e assessor de imprensa de vários times. Ele trabalhou na Rádio Gazeta de Cuiabá e atuava como integrante da Equipe de Ouro da Rádio Cultura, na capital Mato-grossense.

Neste momento de dor, a Assembleia Legislativa se solidariza com a família, amigos e colegas de profissão de Orlando Antunes, desejando força e conforto para superar essa difícil perda.

O corpo está sendo velado, desde às 19 horas de domingo (24), na Capela Santa Rita, localizada na rua Miranda Reis, em Cuiabá. Na capital, o corpo será cremado e levado para Curitiba, cidade natal de Orlando Antunes.

Fonte: ALMT – MT

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Eliane Xunakalo defende redirecionar emendas para apoio a mulheres vítimas de violência

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(Matéria de Jairo Pitolé)

A deputada em exercício, Eliane Xunakalo (PT), apresentou na manhã desta quarta-feira (29), um substitutivo integral ao Projeto de Lei 1.470/2024, em tramitação na Assembleia Legislativa de Mato Grosso. A nova redação prevê a destinação de emendas parlamentares para criação de casas de acolhimento e de um programa de capacitação profissionais para as mulheres vítimas de violência. Ao contrário da redação anterior, que previa destino de emendas a clubes de tiros, localizados em Mato Grosso, para aquisição de munições e alvos e alvos destinados a mulheres detentoras de porte ou posse de arma de fogo.

Segundo a deputada, Mato Grosso tem registrado a maior taxa proporcional de feminicídios no país. Ou seja, Mato Grosso é líder nesta modalidade. “Arma de fogo em casa é um perigo. Por isso, o seu uso jamais pode ser visto como opção para reverter essa situação. Ao contrário, o que precisamos é de políticas públicas, que previnam, acolham e mantenham vivas as mulheres. Mulheres vivas significam famílias vivas”, justificou.

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Em 2024, o Fórum Brasileiro de Segurança Pública registrou 42 casos de feminicídios em Mato Grosso, o que representa uma taxa de 2,5 casos a cada 100 mil habitantes – a maior do Brasil. Já no ano passado (2025), de acordo com os dados do Observatório Caliandra, divulgado pelo MPMT (Ministério Público de Mato Grosso), foram 52 casos. Entre as vítimas, sete possuíam medidas protetivas de urgência, ao contrário das outras 45, que, quando foram assassinadas, não possuíam nenhum tipo de proteção judicial.

Neste ano, com base nos dados registrados até 12 de abril, Mato Grosso registrou 13 casos. As principais causas destes crimes são término de relacionamento, ciúmes associados ao sentimento de posse e a total falta de respeito à condição feminina.

Fonte: ALMT – MT

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