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Agritech apresenta inovações em microtratores para a agricultura familiar na Agrishow 2025
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A Agritech, empresa reconhecida pela sua trajetória pioneira no desenvolvimento de soluções para a agricultura familiar no Brasil, marcará presença na Agrishow 2025, a ser realizada de 28 de abril a 2 de maio em Ribeirão Preto (SP), com o lançamento de dois novos microtratores voltados para pequenas propriedades rurais, de até 20 hectares. Os modelos AF14 e AF14 S, este último equipado com a Enxada Rotativa TA49, prometem ser os grandes destaques do evento.
Microtratores AF14 e AF14 S: versatilidade no campo
Os modelos AF14 e AF14 S foram projetados para atender às necessidades de pequenos agricultores, oferecendo soluções multifuncionais e de fácil adaptação às diferentes demandas do campo. Eles são capazes de realizar uma série de atividades, como preparo de solo, abertura de sulcos, pulverização, corte de vegetação e transporte de cargas.
Cesar Roberto Guimarães de Oliveira, gerente de Vendas/Marketing da Agritech, destaca que o modelo AF14 é ideal para quem busca um trator compacto, mas com funções essenciais de um equipamento convencional. “O AF14 é uma porta de entrada para pequenos agricultores. Ele realiza as funções de um trator convencional, porém em escala reduzida, o que facilita a adaptação à agricultura familiar”, afirma.
O AF14 possui 14 cv de potência, com partida manual e elétrica, além de câmbio com seis marchas à frente e três à ré. O modelo também oferece engate rápido de implementos e pode ser operado como motor estacionário, ampliando ainda mais suas possibilidades de uso.
Além do seu uso tradicional, o microtrator pode ser equipado com uma bomba para irrigação, um gerador ou uma picadeira, atendendo especialmente às necessidades de culturas como café e hortaliças. Outro ponto importante é que os modelos da Agritech estão enquadrados na linha de financiamento do Pronaf Mais Alimentos, com uma taxa de 2,5%, e, por serem fabricados no Brasil, garantem facilidade na reposição de peças e manutenção.
Trator AGT 25: sucesso no mercado e presença garantida na Agrishow
Outro destaque da Agritech na Agrishow 2025 será o trator AGT 25, que, lançado na última edição da feira, conquistou sucesso entre pequenos produtores e culturas que demandam equipamentos mais compactos, como estufas e plantações de hortaliças. Equipado com motor Mitsubishi de três cilindros e 24 CV, o AGT 25 conta com nove marchas à frente, três à ré e tração 4×4, oferecendo desempenho superior e baixo consumo de combustível.
Oliveira destaca que o AGT 25 é uma excelente opção para quem precisa de um equipamento eficiente na mecanização do campo, especialmente para propriedades menores. O trator é reconhecido por sua capacidade de atender às exigências do produtor rural com custos operacionais reduzidos e alta produtividade.
Compromisso com a qualidade e inovação
A Agritech reafirma seu compromisso com a qualidade e inovação em todos os seus equipamentos, que atendem às normas internacionais de segurança e eficiência. “Em nosso estande na Agrishow, os visitantes encontrarão soluções inovadoras e práticas, criadas para transformar a rotina no campo e proporcionar ao produtor rural maior economia e segurança nas suas atividades diárias”, conclui Oliveira.
Fonte: Portal do Agronegócio
Fonte: Portal do Agronegócio
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Produtos bovinos brasileiros podem ganhar mais espaço no mercado japonês
Estabelecimentos brasileiros registrados no Serviço de Inspeção Federal (SIF) que produzem produtos bovinos processados têm até as 18h desta segunda-feira (31.08) para manifestar interesse em participar da auditoria sanitária que o Japão realizará no Brasil e que poderá ampliar o acesso de produtos bovinos processados ao mercado japonês. A iniciativa ocorre em meio ao esforço brasileiro para aumentar a presença da pecuária nacional em um dos mercados de carne mais exigentes e valorizados do mundo.
A chamada foi aberta pelo Ministério da Agricultura e Pecuária (Mapa) para identificar estabelecimentos interessados e preparados para receber a missão japonesa. O trabalho será conduzido pelas autoridades sanitárias do Japão e deverá avaliar as condições brasileiras de produção e processamento.
A lista inclui produtos como carne bovina desidratada, conhecida internacionalmente como beef jerky, envoltórios bovinos submetidos a tratamento térmico e o chamado Prime Beef, produto elaborado a partir de colágeno bovino e extrato de carne.
O objetivo da auditoria é revisar o Programa de Verificação de Exportação (EVP, na sigla em inglês), conjunto de procedimentos que estabelece as condições que os estabelecimentos brasileiros precisam cumprir para vender determinados produtos ao Japão.
Na prática, uma avaliação favorável poderá permitir a inclusão de novos produtos e estabelecimentos brasileiros no comércio com o país asiático.
O prazo desta segunda-feira não significa, portanto, abertura automática do mercado. Ele representa uma etapa preparatória para a auditoria e para a negociação sanitária necessária antes da autorização das exportações.
A movimentação ganha importância porque o Japão é fortemente dependente da importação de alimentos. Cerca de 60% das calorias consumidas pela população japonesa têm origem externa, ao mesmo tempo em que o país mantém padrões sanitários rigorosos para entrada de produtos agropecuários.
Na carne bovina, aproximadamente 70% do consumo japonês é abastecido por importações. Austrália e Estados Unidos estão entre os principais fornecedores, enquanto o Brasil ainda busca ampliar sua participação nesse mercado.
A abertura para a carne bovina brasileira in natura é uma negociação separada e muito mais ampla, que se arrasta há mais de duas décadas. Brasil e Japão decidiram acelerar as discussões e estabeleceram a realização de inspeções técnicas como uma das etapas necessárias para avançar na avaliação de risco.
Por isso, embora a auditoria relacionada ao prazo de segunda-feira seja destinada a produtos processados, o movimento ocorre dentro de uma aproximação sanitária e comercial mais abrangente entre os dois países.
Para a pecuária brasileira, conquistar espaço no Japão teria importância que vai além do volume vendido. O país asiático é considerado um mercado de elevado valor agregado e possui exigências sanitárias capazes de funcionar como referência para outros compradores.
A diversificação também ganhou importância neste segundo semestre. As exportações brasileiras de carne bovina chegaram a 1,97 milhão de toneladas entre janeiro e julho, crescimento de 9,9% em relação ao mesmo período do ano passado, mas o setor enfrenta mudanças nas condições de acesso a alguns de seus principais destinos.
Nesse cenário, ampliar o número de compradores reduz a dependência de poucos mercados e aumenta as alternativas comerciais dos frigoríficos. O efeito pode chegar ao pecuarista por meio de maior disputa pela matéria-prima e da valorização de animais que atendam às exigências dos destinos mais remuneradores.
A abertura de um mercado, entretanto, não termina com a autorização sanitária. Frigoríficos precisam cumprir requisitos específicos de produção, processamento, rastreabilidade e certificação para serem habilitados a exportar.
É justamente esse processo que começa agora para os produtos incluídos na chamada. Os estabelecimentos interessados devem encaminhar a documentação por meio do Serviço de Inspeção Federal (SIF) e do respectivo Serviço de Inspeção de Produtos de Origem Animal (Sipoa), para que a manifestação chegue ao Mapa dentro do prazo.
Manifestações apresentadas depois das 18h desta segunda-feira não serão consideradas.
A auditoria japonesa será o passo seguinte. Se o resultado permitir a revisão das regras atuais, o Brasil poderá acrescentar novos produtos bovinos à pauta de exportações para o Japão enquanto continua negociando o objetivo de maior peso econômico para a pecuária nacional: a abertura do mercado japonês à carne bovina brasileira in natura.
Fonte: Pensar Agro



