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Mercado de feijão desacelera em outubro com baixa liquidez e preços pressionados

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Após um mês de setembro mais ativo, o mercado brasileiro de feijão registrou menor movimentação em outubro. A oferta de grãos de qualidade limitada e a cautela dos compradores enfraqueceram os preços no período, de acordo com dados do Cepea (Centro de Estudos Avançados em Economia Aplicada).

Vendedores com lotes de maior qualidade mantiveram os valores de venda, enquanto a indústria realizou apenas compras pontuais, priorizando o repasse do estoque para o atacado e varejo, sem pressão significativa sobre a cotação do produto.

Produção: primeira safra em ritmo mais lento

No campo, a semeadura da primeira safra de feijão segue gradual. Até o dia 25 de outubro, 23,9% da área estimada havia sido plantada, conforme dados da Conab (Companhia Nacional de Abastecimento). O ritmo é inferior ao registrado no mesmo período do ano passado, quando 30,6% da área já estava semeada.

A diferença no avanço da semeadura reflete variações climáticas e estratégicas de plantio, que podem impactar o fornecimento do grão nos próximos meses, mantendo o mercado atento às novas safras.

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Perspectivas para o mercado

Com o estoque disponível e a demanda controlada, a expectativa é que os preços permaneçam estáveis a levemente pressionados até a conclusão da semeadura da primeira safra. Analistas recomendam atenção à evolução da produção e ao comportamento da indústria, que continuará sendo determinante na formação dos preços do feijão.

Fonte: Portal do Agronegócio

Fonte: Portal do Agronegócio

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Exportações de madeira movimentaram R$ 860 milhões com retomada dos EUA

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O Brasil vendeu R$ 859 milhões em abril, avanço de 34% no comparativo mensal, em produtos de madeira para os Estados Unidos. Dados do Ministério do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços (MDIC) mostram avanço tanto no volume embarcado quanto no faturamento do setor, impulsionados principalmente pela retomada da demanda dos Estados Unidos.

Segundo o levantamento, os embarques da cesta de produtos florestais saltaram de 515,5 mil metros cúbicos em março para 771,3 mil metros cúbicos em abril, crescimento de 38% em apenas um mês.

O faturamento das exportações passou de R$ 641,5 milhões em março para R$ 859 milhões em abril, avanço de 34% no comparativo mensal. O resultado representa a primeira recuperação consistente de 2026 acima dos níveis registrados no ano passado, tanto em volume quanto em receita.

A retomada do mercado norte-americano foi decisiva para o avanço das exportações brasileiras. Após a redução das tarifas de importação aplicadas pelos Estados Unidos sobre produtos brasileiros, de 50% para 10%, as negociações voltaram a ganhar ritmo e ampliaram a competitividade da madeira nacional.

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Segundo o Mdic, os Estados Unidos responderam por cerca de um terço de todas as exportações brasileiras de madeira em abril. O principal destaque foi o compensado de Pinus destinado ao mercado norte-americano. As vendas do produto saltaram de R$ 41 milhões em março para R$ 132 milhões em abril, praticamente retornando aos níveis observados em 2025.

Entre os produtos mais exportados, a madeira serrada de Pinus liderou os embarques, com 320,5 mil metros cúbicos exportados e faturamento de R$ 370 milhões. Na sequência aparece o compensado de Pinus, que movimentou R$ 346 milhões, com embarques de 234,6 mil metros cúbicos.

Apesar da recuperação em abril, o setor ainda acumula retração em 2026. Entre janeiro e abril, as exportações dos produtos monitorados pela WoodFlow somaram R$ 2,72 bilhões, abaixo dos R$ 3,16 bilhões registrados no mesmo período do ano passado.

Em volume, os embarques também seguem menores, refletindo a desaceleração da demanda internacional observada nos primeiros meses do ano, além das oscilações logísticas e da instabilidade econômica global.

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A avaliação do mercado é de que o ambiente internacional seguirá sendo determinante para o ritmo das exportações brasileiras de madeira ao longo de 2026, especialmente diante da forte dependência do mercado norte-americano para produtos industrializados do setor florestal.

Fonte: Pensar Agro

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