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PRF divulga balanço da Operação Rodovida 2025/2026 e reforça combate a condutas de risco nas rodovias

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Brasília, 23/02/2026 – A Polícia Rodoviária Federal (PRF) apresentou, nesta segunda-feira (23), o balanço da Operação Rodovida 2025/2026. Iniciada em 18 de dezembro de 2025, a ação intensificou a fiscalização e as atividades de conscientização sobre o respeito às normas de trânsito nas rodovias federais em todo o País.

Durante 66 dias, a operação concentrou esforços nos períodos de maior fluxo nas estradas, como as férias escolares e as operações de Natal, Ano-Novo e Carnaval. O encerramento nacional ocorreu em Sergipe (SE), com a divulgação dos principais indicadores operacionais.

Entre os dados apresentados, destacam-se as ações de enfrentamento a condutas associadas a sinistros graves e mortes no trânsito. Mais de 1,2 milhão de veículos foram flagrados em excesso de velocidade; 58,7 mil ultrapassagens irregulares foram registradas; e 11,1 mil motoristas foram autuados por embriaguez ao volante. Ao todo, foram realizados mais de 747 mil testes com etilômetro.

As equipes também flagraram 9,6 mil condutores usando o celular ao volante. Além disso, 54,5 mil pessoas estavam sem cinto de segurança ou cadeirinha; 10,3 mil ocupantes de motocicletas estavam sem capacete; e 17,1 mil motoristas profissionais descumpriram a Lei do Descanso.

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Estatísticas e cenários observados

Realizada em parceria com órgãos do Sistema Nacional de Trânsito (SNT), a Operação Rodovida é estratégica para o planejamento de futuras ações de segurança viária no País.

Entre 18 de dezembro de 2025 e 22 de fevereiro de 2026, foram registrados 13.228 sinistros nas rodovias federais. Desse total, 3.149 envolveram veículos de carga (23,81%). Das 1.172 mortes registradas no período, 514 ocorreram em sinistros com participação desse tipo de veículo, o que representa 43,93% do total.

Entre os veículos de carga, predominaram as colisões traseiras (2.460), as saídas de leito carroçável (2.157) e as colisões transversais (1.634). Nos casos com morte, as colisões frontais foram as mais letais, com 288 registros, seguidas das colisões traseiras (56) e das colisões transversais (40).

No caso dos veículos de transporte de passageiros, foram registrados 394 sinistros (2,98% do total). Das mortes contabilizadas, 103 ocorreram em ocorrências com participação desse tipo de veículo, o que corresponde a 8,8% do total.

Entre esses veículos, foram mais frequentes as colisões traseiras (144), as colisões laterais no mesmo sentido (55) e as colisões transversais (48). Nos casos com morte, destacaram-se as colisões frontais (41), as saídas de leito carroçável (22) e as colisões traseiras (13).

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Programa nacional e metas até 2030

Criada pela PRF em 2011, a Operação Rodovida foi transformada em programa do Governo Federal em 2021, pela Secretaria Nacional de Trânsito (Senatran), e se consolidou como a maior iniciativa de segurança viária do País.

Durante a operação, instituições responsáveis pela fiscalização em vias urbanas e rurais atuam de forma integrada para reduzir as mortes no trânsito.

As metas estão previstas no Plano Nacional de Redução de Mortes e Lesões no Trânsito (Pnatrans), alinhado às diretrizes da Organização das Nações Unidas (ONU). O objetivo é reduzir em pelo menos 50%, até 2030, o número de mortes no trânsito no Brasil.

A Força Nacional de Segurança Pública, vinculada ao Ministério da Justiça e Segurança Pública (MJSP), pode ser acionada para apoiar ações de preservação da ordem pública e proteção da população, inclusive em situações emergenciais nas rodovias federais.

Fonte: Ministério da Justiça e Segurança Pública

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Divulgados projetos aprovados em edital da Rede HU+

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Foi divulgado, nesta quarta-feira (20), o resultado do edital do programa Rede de Pesquisa e Extensão dos Hospitais Universitários Federais (Rede HU+). Para o programa, foram selecionados 52 projetos voltados ao desenvolvimento de pesquisas, formação de recursos humanos altamente qualificados e geração de soluções inovadoras para a gestão hospitalar e para as demandas prioritárias da saúde pública brasileira. 

O programa Rede HU+ destinará recursos para, pelo menos, 450 bolsas de iniciação à extensão, mestrado, doutorado e pós-doutorado. A previsão é de que sejam investidos R$ 75 milhões nas propostas selecionadas ao longo de cinco anos. Os trabalhos selecionados foram desenvolvidos nas cinco regiões do país, sendo 14 no Centro-Oeste e Norte, 19 no Nordeste e 19 no Sudeste e Sul. 

A iniciativa é uma parceria entre o Ministério da Educação (MEC), por meio da HU Brasil e da Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (Capes), e o Ministério da Saúde, por intermédio da Secretaria de Ciência, Tecnologia e Inovação em Saúde (SCTIE). 

“É um edital que estimula projetos multicêntricos, envolvendo programas de pós-graduação, extensão e atividades de assistência, ensino e gestão de nossos hospitais universitários”, afirmou o presidente da HU Brasil, Arthur Chioro. 

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A seleção recebeu 180 propostas, mais de três vezes o número de vagas ofertadas. Os trabalhos são baseados em sete eixos temáticos exigidos no edital: saúde de população em situação de vulnerabilidade; saúde da mulher; saúde digital; oncologia; doenças negligenciadas; doenças raras; e saúde indígena. 

O edital é uma oportunidade de integração em rede – mais de 75% das propostas selecionadas atende a três ou mais instituições do Brasil. Com isso, a HU Brasil pretende promover uma integração cada vez mais forte com o SUS e garantir que os hospitais atuem em parceria e se potencializem. 
 
O secretário adjunto de Ciência, Tecnologia e Inovação em Saúde do Ministério da Saúde, Eduardo Jorge, destacou a importância do programa para o SUS “Esse edital é uma oportunidade de demonstrar que o nosso trabalho tem relevância na ponta, na assistência, e que pode contribuir com as ações de promoção do Sistema Único de Saúde”, disse. 

HU Brasil  Vinculada ao MEC, a HU Brasil foi criada em 2011 e, atualmente, administra 45 hospitais universitários federais, apoiando e impulsionando suas atividades por meio de uma gestão de excelência. Como hospitais vinculados a universidades federais, essas unidades têm características específicas: atendem pacientes do SUS ao mesmo tempo em que apoiam a formação de profissionais de saúde e o desenvolvimento de pesquisas e inovação. 

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Assessoria de Comunicação Social do MEC, com informações da HU Brasil 

Fonte: Ministério da Educação

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