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Preços da soja, milho e trigo variam no Paraná, aponta Informe Perspectivas de Mercado da Ocepar

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Relatório aponta oscilações nos preços agrícolas no Paraná

A edição de fevereiro do Informe Perspectivas de Mercado, elaborado pela Organização das Cooperativas do Estado do Paraná (Ocepar), por meio da Gerência de Desenvolvimento Técnico (Getec) e da Coordenação de Economia e Mercado, apresentou a variação dos preços médios pagos aos produtores paranaenses de soja, milho e trigo.

O boletim analisa a evolução das cotações entre janeiro de 2025 e fevereiro de 2026, destacando os valores mais recentes registrados neste mês.

Cotações médias nos principais polos de comercialização

Segundo o levantamento, o milho está sendo negociado a R$ 50,00 por saca no balcão de Maringá.

A soja é comercializada a R$ 117,00 por saca em Ponta Grossa, enquanto o trigo tem preço médio de R$ 61,00 por saca no balcão de Cascavel.

No mercado internacional, os preços cotados na Bolsa de Chicago de Mercadorias (CBOT) registram os seguintes valores em dólar por bushel:

  • Milho: US$ 4,41
  • Soja: US$ 11,45
  • Trigo: US$ 5,52
Exportações e desempenho do agronegócio

Além das cotações dos grãos, o boletim apresenta um panorama das exportações do agronegócio paranaense, com foco nos setores de aves e suínos, dois dos principais motores da balança comercial do estado.

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O informe também reúne dados atualizados sobre os preços recebidos pelos produtores de aves, suínos, leite e tilápia, reforçando o acompanhamento da rentabilidade nas diferentes cadeias produtivas.

Acompanhamento econômico e planejamento

O Informe Perspectivas de Mercado é publicado mensalmente pela Ocepar com o objetivo de oferecer aos produtores e cooperativas uma visão abrangente das tendências do mercado agrícola e pecuário, apoiando o planejamento e a tomada de decisão no campo.

Fonte: Portal do Agronegócio

Fonte: Portal do Agronegócio

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Governo do Brasil celebra a Pesca Artesanal

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Ao celebrar nesta quarta-feira (01) os avanços da Pesca Artesanal, em Brasília, o Ministério da Pesca e Aquicultura (MPA) reuniu trabalhadores e trabalhadoras de diversas regiões, mestres das comunidades pesqueiras, assim como representantes do Ministério da Agricultura e Pecuária (Mapa), do Ministério do Meio Ambiente e Mudança do Clima (MMA), do Instituto Nacional de Colonização e Reforma Agrária (INCRA), da Universidade Federal de Pernambuco (UFPE), do Fórum Nacional da Pesca Artesanal (FNPA) e da Confederação Nacional dos Pescadores e Aquicultores (CNPA).

“Hoje é um dia de muita alegria pois estou tendo a chance de falar para um grupo tão diverso que representa a pesca artesanal do nosso país, reunindo grandes lideranças aqui. Estamos celebrando a Semana Nacional da Pesca Artesanal, sancionada em maio deste ano, pelo presidente Lula, que percebeu que 1,7 milhão de pescadores precisavam ter mais visibilidade”, ressaltou o ministro Edipo Araujo.

Com apresentações artísticas culturais potiguara e paraense, no evento foram entregues certificados e anunciadas políticas públicas. Foi um momento de reconhecer homens e mulheres que mantêm viva essa tradição e reafirmar o compromisso do governo federal com o fortalecimento da pesca artesanal.

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“É muito bom estar em um momento tão importante como este, que celebra a Semana Nacional de Promoção da Pesca Artesanal, e poder ver aqui tantos representantes beneficiados por programas que foram construídos com muito carinho e competência pelos amigos que trabalham na Secretaria Nacional da Pesca Artesanal”, afirmou o ministro da Agricultura e Pecuária, André de Paula.

Pesca Artesanal
Pesca Artesanal

O edital Culturas Pesqueiras Artesanais do Brasil, realizado em parceria com a Universidade Federal do Pará (UFPA), selecionou para premiação 60 projetos culturais, 4 intelectuais da pesca e 50 mestres e mestras. Entre eles, estava Kivia Lima, premiada na categoria “Gastronomia e culturas alimentares vinculadas ao mundo da pesca artesanal”, que relatou estar muito feliz com este reconhecimento “é a realização de um sonho, estar aqui e ver que somos reconhecidas pela nossa dedicação e saber que com este prêmio poderemos ampliar o alcance das nossas oficinas nas aldeias”.

Além das entregas do Programa Jovem Cientista da Pesca Artesanal, Programa Mais Saúde para os Povos das Águas, edital do Fortalecimento Produtivo, Projeto Ângelas Pescadores, Projeto de Assentamento Agroextrativista Pesqueiro (PAE – Pesqueiro), Programa Nacional de Regularização de Embarcações de Pesca (PROPESC), Selo da Pesca Artesanal, Novo Acordo do Rio Doce, também foi realizada a assinatura da portaria que institui o Plano Nacional da Pesca Artesanal.

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Valorização dos trabalhadores

A Semana Nacional de Promoção da Pesca Artesanal foi instituída pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva por meio da Lei nº 15.414, de 21 de maio de 2026. A data será celebrada, anualmente, na semana em que recair o dia 29 de junho. A lei visa valorizar o trabalho de pescadores e pescadoras da pesca artesanal no país.

Élen Gorski

Ministério da Pesca e Aquicultura

Fonte: Ministério da Pesca e Aquicultura

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