BRASIL
Obras entregues na Paraíba têm investimento de R$ 18,1 milhões
BRASIL
Com investimento de R$ 18,1 milhões, o Governo do Brasil entregou ao estado da Paraíba duas obras de escola e instituto federal que beneficiarão 780 estudantes. As novas construções fazem parte do pacote de mais de 100 obras da educação inauguradas, na segunda-feira, 30 de março, pelo presidente da República, Luiz Inácio Lula da Silva, e o então ministro da Educação, Camilo Santana. O investimento federal nas construções de todo o país soma R$ 413,49 milhões, provenientes do Novo Programa de Aceleração do Crescimento (Novo PAC) e de recursos próprios do Ministério da Educação (MEC).
- Leia mais: MEC inaugura mais de 100 obras da educação
Atualmente, o Brasil conta com um total de 9,7 mil obras da educação, sendo 7,1 mil em andamento e 2,6 mil concluídas.
Confira as obras inauguradas para a educação da Paraíba:
|
Eixo |
Obra |
Nº de obras |
Investimento do Governo Federal (R$) |
Estudantes beneficiados |
|
Educação Básica |
Escolas |
1 |
4,1 milhões |
780 |
|
Educação Profissional e Tecnológica |
Sede da reitoria – IFPB |
1 |
14 milhões |
Região Nordeste – A Região Nordeste foi contemplada com 48 entregas, frutos de um investimento de mais de R$ 217,19 milhões por parte do Governo do Brasil. Entre as obras entregues estão escolas e creches nos nove estados (Alagoas, Bahia, Ceará, Maranhão, Paraíba, Pernambuco, Piauí, Rio Grande do Norte e Sergipe); além da inauguração de novos leitos em hospitais universitários da Universidade Federal do Ceará (UFC) e da Universidade Federal de Pernambuco (UFPE) e da adequação da infraestrutura para instalação de novos equipamentos de radioterapia (acelerador linear) para o tratamento do câncer (ampliação assistencial e oferta de residência em radiologia) no Hospital Universitário do Piauí, ligado à Universidade Federal do Piauí (UFPI). Os três hospitais são geridos pela HU Brasil, estatal vinculada ao MEC.
As obras incluem, ainda, instalações universitárias como novos campi, restaurantes estudantis, laboratório, residências, quadra poliesportiva e a sede própria do Campus São Luís – Centro Histórico (MA) e a sede própria da reitoria do Instituto Federal da Paraíba (IFPB), em João Pessoa.
Assessoria de Comunicação Social do MEC
Fonte: Ministério da Educação
BRASIL
Indústria estratégica e setores afetados pela guerra no Oriente Médio poderão acessar mais R$ 15 bi do Plano Brasil Soberano
O governo brasileiro publicou Portaria Conjunta do Ministério do Desenvolvimento Indústria, Comércio e Serviços (MDIC) e do Ministério da Fazenda, nessa quarta-feira (15/4), que define os setores que poderão acessar os recursos adicionais de R$ 15 bilhões do Plano Brasil Soberano, anunciados pelo presidente Lula no mês passado.
Os critérios priorizaram indústrias de maior intensidade tecnológica e com relevância estratégica para o país, além daquelas que tiveram suas exportações afetadas por medidas tarifárias dos EUA (seção 232) e pela guerra no Oriente Médio.
Os recursos são oriundos do superavit do Fundo de Garantia à Exportação (FGE) e as taxas de juros dos empréstimos deverão ser definidas nesta semana em reunião do Conselho Monetário Nacional (CMN).
“A medida fortalece cadeias estratégicas e reduz vulnerabilidades externas”, destaca o ministro do MDIC, Márcio Elias Rosa. “A orientação do Presidente Lula é mantermos o foco na preservação de empregos, da capacidade produtiva e da competitividade da indústria nacional, utilizando instrumentos modernos e legítimos de política industrial, alinhados às melhores práticas internacionais”.
A MP que instituiu o programa, estabelece que os recursos podem ser usados para: capital de giro; aquisição de bens de capital ou investimentos para adaptação de atividade produtiva; investimentos para ampliar a capacidade produtiva ou o adensamento da cadeia de produção; e investimento em inovação tecnológica ou adaptação de produtos, serviços e processos.
Setores
De acordo com Márcio Elias Rosa, a definição dos setores de média, média-alta ou alta intensidade tecnológica, listados na portaria como elegíveis ao programa, seguiu critérios técnicos baseados na classificação da Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Econômico (OCDE), contando com a colaboração do BNDES.
A seleção também considerou a relevância dos setores para o comércio exterior brasileiro, incluindo cadeias estratégicas e aqueles que apresentam vulnerabilidade externa, com déficit na balança comercial.
“Os critérios são objetivos e técnicos: intensidade tecnológica, relevância para o comércio exterior e papel estratégico nas cadeias produtivas. Além disso, há recorte adicional de vulnerabilidade externa”, explicou o ministro.
Entre os setores elegíveis estão: máquinas, equipamentos e setor automotivo; produtos químicos e farmacêuticos; eletrônicos e equipamentos de informática; aeronáutica e demais equipamentos de transporte; máquinas elétricas, geradores e equipamentos industriais; borracha e plásticos industriais; têxtil e cadeia de transformação associada; e minerais críticos e terras raras.
“A inclusão de minerais críticos e terras raras reflete a centralidade desses insumos nas cadeias globais de valor — especialmente em energia, defesa, semicondutores e mobilidade elétrica”, explica Márcio Elias Rosa.
EUA e Golfo Pérsico
Nos casos de exportadores e fornecedores afetados pela Seção 232 da lei comercial dos EUA, bem como daquelas que exportam para o Golfo Pérsico, são elegíveis as empresas cujo percentual de faturamento com exportação para esses destinos e produtos tenha sido, em 12 meses, igual ou superior a 5% do faturamento total no mesmo período.
Os países do Oriente Médio definidos na portaria são: Arábia Saudita, Bahrein, Catar, Emirados Árabes Unidos, Iraque, Irã, Kuwait e Omã.
Fonte: Ministério do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços
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