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Dia Mundial da Energia: a força que conecta o Brasil ao desenvolvimento
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A energia elétrica é fundamental para o dia a dia da população e para o crescimento do Brasil. Presente em cada região, ela garante a operação de serviços essenciais, movimenta a indústria, fortalece o agronegócio, conecta pessoas, impulsiona o comércio e leva mais qualidade de vida a milhares de famílias brasileiras. Da iluminação das casas ao funcionamento de hospitais, escolas e sistemas de abastecimento, a energia é uma das principais bases para o desenvolvimento econômico e social do país.
Neste Dia Mundial da Energia, celebrado em 29 de maio, o setor elétrico brasileiro se destaca pela modernização, segurança e avanço da sustentabilidade, garantindo assim eletricidade para milhares de pessoas e contribuindo diretamente para o crescimento econômico nacional.
Setor elétrico brasileiro: matriz limpa, diversificada e estratégica
A matriz elétrica brasileira se consolida como uma das mais renováveis do planeta. Líder em produção de energia limpa, o país já soma mais de 218 GW de potência fiscalizada, distribuídos em cerca de 24 mil usinas em operação comercial. Desse total, cerca de 85% vêm do uso de fontes renováveis.
As fontes de geração de energia elétrica no país baseiam-se em hídrica, eólica, solar, biomassa, termelétrica e nuclear. Juntas, essa diversidade converge para o Sistema Interligado Nacional (SIN), uma das maiores redes integradas do mundo, com capacidade para garantir eletricidade em todo o território nacional.

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Somente em 2025, mais de 6,5 GW de nova capacidade de geração foram adicionados ao sistema elétrico nacional, fortalecendo a integração de fontes renováveis, aumentando a confiabilidade no fornecimento de energia e garantindo mais segurança e equilíbrio ao atendimento das diferentes regiões do país. Esse aumento também segue acompanhado da ampliação da infraestrutura elétrica, com investimentos em linhas de transmissão, subestações e modernização do sistema.
Energia que transforma vidas
A chegada da eletricidade transforma diretamente a vida das pessoas ao impulsionar o desenvolvimento social e econômico, ampliar oportunidades e fortalecer o acesso a serviços essenciais. Com energia, escolas operam em melhores condições, unidades de saúde conseguem armazenar vacinas e medicamentos com mais segurança, pequenos produtores aumentam sua capacidade de produção e as famílias passam a ter mais conforto, segurança e acesso à informação e à conectividade em tempo real.
Com intuito de garantir que toda a população brasileira tenha acesso à energia elétrica, o Ministério de Minas e Energia (MME), por meio do programa Luz para Todos, tem levado eletricidade a regiões remotas e rurais de difícil acesso no país. Desde sua criação, mais de 3,8 milhões de famílias foram atendidas pelo programa. Aliado a esse objetivo, o programa Luz do Povo garante desconto na tarifa de energia elétrica para milhões de famílias de baixa renda, combatendo assim a pobreza energética e ampliando a inclusão social.
Celebrar a energia é celebrar o desenvolvimento e a inclusão. O Governo do Brasil segue construindo um setor elétrico cada vez mais preparado para os desafios do futuro, ampliando o uso de fontes renováveis, fortalecendo a segurança energética e expandindo o acesso à população. Em cada casa iluminada, em cada indústria em funcionamento e em cada comunidade atendida, a energia continua sendo uma das principais forças que movem o Brasil.

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Assessoria Especial de Comunicação Social – MME
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Indicadores de equidade racial avançam nas redes municipais de ensino
O Diagnóstico Equidade 2026, elaborado pelo Ministério da Educação (MEC), por meio da Secretaria de Educação Continuada, Alfabetização de Jovens e Adultos, Diversidade e Inclusão (Secadi), apresenta aumento nos indicadores relacionados à implementação de políticas de educação para as relações étnico-raciais (Erer) nas redes municipais de ensino.
Entre os indicadores analisados, a institucionalização apresentou um aumento de 17,1 pontos. O índice passou de 38,7 pontos, em 2024, para 55,8, em 2026. No Brasil, a média geral dos indicadores relacionados à implementação passou de 26,6, em 2024, para 34,7, em 2026, um crescimento de 8,1 pontos. O resultado indica que mais redes municipais estão estruturando políticas, ações e mecanismos para enfrentar desigualdades raciais e promover a diversidade.
O índice geral é a média que considera a institucionalização de diferentes aspectos da implementação das políticas de Erer, como gestão, formação, materiais didáticos, financiamento, avaliação e monitoramento, mapeados pelo Diagnóstico Equidade. O resultado está ligado ao primeiro biênio de execução da Política Nacional de Equidade, Educação para as Relações Étnico-Raciais e Educação Escolar Quilombola (Pneerq), em regime de colaboração interfederativa.
As políticas de equidade racial na educação têm o objetivo de enfrentar as desigualdades raciais e contribuir para a redução do hiato de aprendizagem entre estudantes negros e brancos. Para isso, promovem ações que valorizam a diversidade, combatem o racismo e garantem condições mais equitativas para que todos os estudantes tenham acesso, permanência e aprendizagem com qualidade.
Confira os dados comparativos gerais da Erer de 2024 no Brasil, em comparação a 2026, divulgados no Diagnóstico Equidade 2026:
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Secretarias municipais |
2024 |
2026 |
|
Índices |
Brasil |
Brasil |
|
Geral |
26,6 |
34,7 |
|
Institucionalização |
38,7 |
55,8 |
|
Formação |
20,4 |
28,7 |
|
Gestão |
26,0 |
27,0 |
|
Material Didático |
31,1 |
34,2 |
|
Financiamento |
20,6 |
39,9 |
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Avaliação e Monitoramento |
45,0 |
60,2 |
Metodologia – O levantamento contou com 44 perguntas dirigidas às secretarias de educação de estados, municípios e do Distrito Federal. Foram realizadas 32 questões sobre Erer e 12 sobre educação escolar quilombola (EEQ).
Para acompanhar os resultados, as informações foram organizadas em indicadores que avaliaram áreas como gestão, formação de profissionais, materiais didáticos, financiamento, avaliação e monitoramento. Os índices recebem notas de 0 a 100.
As respostas foram declaradas pelos responsáveis pelas secretarias de educação ou, no caso dos municípios, pela prefeitura, o que contribui para a confiabilidade das informações. O questionário e os indicadores foram construídos com a participação de especialistas, pesquisadores e profissionais com experiência em políticas de equidade racial e combate ao racismo.
Resultados do Diagnóstico de Equidade 2026
Assessoria de Comunicação Social do MEC, com informações da Secadi
Fonte: Ministério da Educação



