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ABCZ anuncia mudanças no processo de emissão de certificados RGN

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A Associação Brasileira dos Criadores de Zebu (ABCZ) anunciou nesta segunda-feira (31) mudanças no processo de emissão de certificados de Registro Genealógico de Nascimento (RGN). Com a alteração, os próprios criadores e/ou equipe administrativa da fazenda poderão realizar a impressão dos documentos. 

A mudança, que passa a valer a partir do dia 7, trata-se de uma medida necessária, visto que, por questões legais, não será mais permitido o uso do tradicional ‘selo’ para validar o certificado RGN como um certificado RGD. “O fato é que considerando que esses documentos possuem certificação digital com validade em todo território nacional, eles não podem sofrer modificações, a exemplo da colocação do ‘selo’, devendo o documento impresso corresponder integralmente ao documento digital existente na base de dados do registro genealógico. Em função disso, e para evitar a necessidade de uma duplicidade de impressão, uma para o RGN e outra para o RGD, entendemos que liberar a impressão do RGN para o próprio criador foi a melhor alternativa”, afirma o superintendente técnico da ABCZ, Luiz Antonio Josahkian.

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Além de estar alinhada com o Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa), a medida ainda traz eficiência e ganhos econômicos para o associado, uma vez que ele pode escolher quantas vezes desejar imprimir o RGN. A novidade atua como uma ação de sustentabilidade, evitando o desperdício de papel. 

Vale ressaltar que a mudança ocorre apenas em relação ao RGN. O RGD passará a ser impresso pela ABCZ. 

Segundo Josahkian, os certificados de RGN emitidos pelo criador possuem um QR Code que permite a qualquer usuário consultar sua legitimidade on-line no banco de dados oficial da ABCZ.

Fonte: AgroPlus

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Aprenda a fazer o Caldo de Sururu

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Para fazer um caldo de sururu tradicional e cremoso, o segredo está em limpar muito bem o marisco e usar uma base de mandioca (aipim) para dar corpo. Esta receita nordestina clássica combina o sabor do mar com leite de coco e azeite de dendê.

Ingredientes
500g de sururu limpo e fresco
200g de mandioca (aipim) cozida
200ml de leite de coco
2 colheres (sopa) de azeite de dendê
1 cebola média picada
2 dentes de alho amassados
1 pimentão picado (verde ou colorido)
2 tomates maduros picados (sem sementes)
Suco de 1 limão
Coentro e cebolinha a gosto
Sal e pimenta-do-reino a gosto
Água para ajudar a bater

Modo de Preparo
Lave o sururu: Coloque o marisco em água corrente e lave várias vezes para retirar qualquer resíduo de areia. Escorra, regue com o suco de limão e reserve.
Faça a base cremosa: No liquidificador, bata a mandioca cozida com o leite de coco e um pouco de água até virar um creme liso e homogêneo. Reserve.
Refogue os temperos: Em uma panela, aqueça o azeite de dendê (ou azeite comum) e doure a cebola e o alho. Adicione o pimentão e os tomates, deixando murchar bem.
Cozinhe o marisco: Adicione o sururu temperado à panela. Tempere com sal e pimenta-do-reino. Deixe cozinhar no próprio vapor dos vegetais por cerca de 5 a 10 minutos.
Engrosse o caldo: Despeje o creme de mandioca batido na panela com o refogado. Misture bem e deixe ferver em fogo baixo por mais 10 minutos para apurar os sabores.
Finalize: Desligue o fogo, misture o coentro e a cebolinha picados e sirva bem quente.

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Dicas de Ouro
Toque Baiano: Se gostar de um sabor mais intenso, bata um punhado de camarão seco hidratado, amendoim e castanha junto com a mandioca no liquidificador.
Acompanhamento: Fica excelente servido com rodelas de limão, torradas e um bom molho de pimenta caseiro.

O sururu é um pequeno molusco bivalve, semelhante a um mexilhão, muito comum nos manguezais e lagoas do nordeste brasileiro, especialmente em Alagoas. Um marisco de concha escura e tamanho pequeno, cientificamente chamado de Mytella strigata, é um símbolo cultural e patrimônio imaterial do estado alagoano, onde sustenta famílias na região da Lagoa Mundaú.

Élen Gorski
Ministério da Pesca e Aquicultura
[email protected]

Fonte: Ministério da Pesca e Aquicultura

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