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Bolsas globais encerram em alta com expectativa de corte de juros e otimismo nos mercados

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As principais bolsas de valores dos Estados Unidos encerraram o pregão desta quarta-feira (3/12) em alta, impulsionadas por novos dados do mercado de trabalho norte-americano. O movimento reforça a expectativa de que o Federal Reserve (Fed) possa iniciar, em breve, um ciclo de corte de juros, o que tende a favorecer ativos de risco.

O Dow Jones Industrial Average avançou 0,86%, atingindo 47.882,90 pontos. Já o S&P 500 teve alta de 0,30%, aos 6.849,72 pontos, e o Nasdaq Composite subiu 0,17%, chegando a 23.454,09 pontos.

Os números mais recentes indicam uma leve desaceleração na criação de empregos no setor privado, o que fortalece a percepção de que a economia americana está perdendo fôlego — cenário visto como favorável a uma política monetária mais branda.

Desempenho europeu e asiático é marcado por cautela

Na Europa, o clima foi de leve otimismo, com o STOXX Europe 600 avançando 0,10%, puxado por ganhos em companhias dos setores industrial e automotivo. O DAX, da Alemanha, e o CAC 40, da França, também registraram pequenas altas, enquanto outras praças europeias tiveram desempenho mais moderado, refletindo o compasso de espera diante de possíveis mudanças nas políticas monetárias do continente.

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Na Ásia, o comportamento foi misto. O Nikkei 225, do Japão, subiu 2,33%, com investidores reagindo positivamente à boa demanda nos leilões de títulos públicos, o que trouxe maior apetite ao risco.

Na China, o índice SSE Composite recuou 0,06%, em meio à cautela dos investidores que aguardam novas diretrizes econômicas do governo. Já o Hang Seng, de Hong Kong, avançou 0,68%, apoiado em expectativas de estímulos econômicos.

Outros mercados asiáticos apresentaram resultados variados: o Kospi, da Coreia do Sul, caiu 0,19%; o Taiex, de Taiwan, teve leve alta de 0,01%; e o S&P/ASX 200, da Austrália, subiu 0,27%.

Ibovespa acompanha cenário global e mantém tendência positiva

No Brasil, o Ibovespa acompanhou o otimismo externo e registrou alta de 0,41%, fechando aos 161.755 pontos. O desempenho foi sustentado pela valorização de papéis ligados a commodities e pelo bom humor dos mercados internacionais.

A perspectiva de redução das taxas de juros nos Estados Unidos tem refletido diretamente no mercado brasileiro, favorecendo o fluxo de capital estrangeiro e ampliando o interesse por ativos locais.

Cenário internacional segue atento a políticas monetárias

O desempenho das bolsas mundiais nesta semana mostra que o mercado financeiro global permanece sensível a fatores macroeconômicos — especialmente às decisões de política monetária do Fed, do Banco Central Europeu e das autoridades chinesas.

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Os investidores seguem atentos à Conferência Central de Trabalho Econômico da China, prevista ainda para este mês, que deve definir as metas de crescimento e possíveis estímulos para 2026. Analistas internacionais esperam que Pequim mantenha sua meta de expansão do PIB em torno de 5%, apoiando-se em políticas fiscais e monetárias mais flexíveis.

Impactos para o investidor e para o agronegócio

A expectativa de cortes de juros em economias desenvolvidas pode gerar maior liquidez global, favorecendo países emergentes como o Brasil. Esse cenário tende a fortalecer o câmbio e beneficiar setores exportadores, como o agronegócio, que dependem diretamente da competitividade internacional e da cotação das commodities.

Além disso, a melhora no apetite por risco e o aumento do fluxo de capital estrangeiro ajudam a criar um ambiente mais favorável para investimentos produtivos, inclusive na cadeia agroindustrial.

Fonte: Portal do Agronegócio

Fonte: Portal do Agronegócio

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Pesca e aquicultura geram empregos em todo o país

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Em média, o brasileiro consome 12 quilos de pescado por ano. O número é ainda maior em alguns estados como Ceará, Pernambuco e Amazonas, onde o consumo pode passar de 40 quilos por pessoa ao ano. Esse consumo só é possível porque contamos com uma longa cadeia produtiva, que envolve pescadores industriais e artesanais, armadores de pesca, aquicultores e uma indústria robusta, responsável pelo beneficiamento.

Atualmente, são mais de 1 milhão de pescadores profissionais registrados, sendo que mais de 507 mil mulheres. Na aquicultura, apenas em Águas da União, são 1.422 contratos vigentes, que geral 4.126 empregos diretos e outros mais de 16 mil indiretos.

Esses trabalhadores são responsáveis por mais de 1.780 milhão de toneladas de pescado ao ano (águas continentais e marinhas). Na aquicultura, são mais de 3,1 milhões de toneladas ao ano. Entre os produtos mais procurados estão o camarão, a tilápia, o tambaqui e outras espécies de peixes.

Mas o setor ainda pode ser fortalecido e gerar ainda mais empregos por meio do aumento do consumo. Em entrevista recente ao programa “Bom Dia, Ministro”, do Canal Gov, o ministro da Pesca e Aquicultura, Edipo Araujo, ressaltou a importância de incentivar o consumo pescado pelos brasileiros. “Estamos trabalhando para que a população deixe de comer peixe apenas no Natal e na Semana Santa, datas em que o consumo é principalmente de espécies estrangeiras, como o bacalhau”.

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Ele também destacou a necessidade de políticas públicas para melhorar a rastreabilidade e a confiabilidade dos produtos de origem da pesca e aquicultura. “A gente precisa garantir que o pescado chegue com qualidade na mesa do nosso consumidor”.

Para o secretário Nacional da Pesca Artesanal, Cristiano Ramalho, a atuação do Ministério da Pesca e Aquicultura tem contribuído para o reconhecimento e a valorização dos trabalhadores do setor pesqueiro. “As nossas ações se conectam para ampliar a potencialidade do mundo do trabalho da pesca artesanal, que é associado ao modo de vida, à segurança alimentar e aos aspectos éticos e raciais nos territórios pesqueiros”, declarou.

A diretora do Departamento de Aquicultura em Águas da União, Juliana Lopes, exaltou o trabalho e a dedicação de todos que trabalham na pesca e aquicultura. “Neste Dia do Trabalhador, vamos celebrar quem faz das águas o seu sustento e a sua missão. Homens e mulheres que movimentam a economia, que alimentam o Brasil e que mantêm viva a tradição da pesca e da aquicultura. Por trás de cada produção, existe dedicação, resistência, resiliência e muito amor pelo que se faz”.

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Acesse nosso Boletim e Painel da Estatística Pesqueira e Aquícola e saiba mais sobre o perfil dos trabalhadores e trabalhadoras das águas do Brasil.

Fonte: Ministério da Pesca e Aquicultura

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