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Etanol mantém tendência de alta: hidratado sobe pela 6ª semana e anidro acompanha movimento

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Os preços do etanol seguem em trajetória de valorização no mercado brasileiro. Segundo dados do Indicador Cepea/Esalq, da USP, tanto o etanol hidratado quanto o anidro encerraram a semana entre 17 e 21 de novembro em alta. O destaque ficou para o etanol hidratado, que registrou a sexta semana consecutiva de aumento.

Etanol hidratado tem nova valorização no mercado paulista

Utilizado diretamente nos veículos flex ou movidos a álcool, o etanol hidratado teve o litro negociado, em média, a R$ 2,8554, contra R$ 2,8236 da semana anterior — uma elevação de 1,13%.

A última queda registrada no indicador ocorreu há mais de um mês, entre 6 e 10 de outubro, quando o biocombustível era vendido a R$ 2,7156 por litro. Desde então, o produto vem apresentando ganhos semanais contínuos, impulsionados pela boa demanda e pela menor oferta nas usinas.

Etanol anidro sobe pela quinta semana consecutiva

O etanol anidro, que é misturado à gasolina, também registrou avanço no período analisado. O litro do produto foi comercializado a R$ 3,2434, frente aos R$ 3,2097 da semana anterior — uma alta de 1,05%.

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Com esse resultado, o anidro acumula cinco semanas seguidas de valorização, refletindo o aquecimento do consumo e a firmeza nas negociações entre distribuidoras e usinas.

Indicador Diário Paulínia registra leve recuo após sequência de altas

Pelo Indicador Diário Paulínia, referência importante para o mercado físico, a sexta-feira (21) marcou o fim de uma sequência de cinco dias consecutivos de alta nas cotações do etanol hidratado.

O biocombustível foi negociado a R$ 2.962,50 por metro cúbico, ligeiramente abaixo dos R$ 2.971,00 praticados na quarta-feira (19), o que representa uma queda de 0,29%.

Apesar do recuo pontual, o acumulado de novembro segue positivo, com valorização de 2,35% no mês, segundo o Cepea.

Fonte: Portal do Agronegócio

Fonte: Portal do Agronegócio

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Dia Mundial do Atum destaca benefícios do pescado para a saúde cardiovascular e reforça consumo consciente

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Celebrado em 2 de maio, o Dia Mundial do Atum reforça a importância do pescado na alimentação global e destaca seus benefícios para a saúde, especialmente na proteção cardiovascular. Rico em proteínas de alto valor biológico, vitaminas e ácidos graxos essenciais, o atum vem conquistando espaço crescente na mesa dos brasileiros.

No Brasil, cerca de 25 mil toneladas de atum são capturadas anualmente, segundo o Coletivo Nacional da Pesca e Aquicultura (Conepe), consolidando o pescado como uma importante fonte proteica no país.

Além do mercado interno aquecido, o segmento global de conservas de atum e sardinha segue em expansão. A projeção é de que o setor alcance US$ 16,38 bilhões em 2026 e ultrapasse US$ 27,74 bilhões até 2035, com crescimento médio anual de 6,03%.

Atum é aliado da saúde do coração

Especialistas destacam que o principal diferencial nutricional do atum está na elevada concentração de ômega-3, especialmente os ácidos graxos EPA e DHA, amplamente reconhecidos por seus efeitos protetores ao sistema cardiovascular.

Segundo a nutróloga e professora da Afya Educação Médica Montes Claros, Dra. Juliana Couto Guimarães, o consumo regular do pescado integra uma dieta cardioprotetora e oferece diversos benefícios ao organismo.

Entre os principais efeitos positivos estão:

  • Redução dos triglicerídeos: Os ácidos graxos ajudam no controle dos lipídios circulantes no sangue.
  • Melhora da circulação sanguínea: O ômega-3 favorece a saúde do endotélio, camada interna dos vasos sanguíneos.
  • Ação anti-inflamatória: Auxilia na redução de inflamações sistêmicas associadas ao risco cardiovascular.
  • Proteção contra arritmias: Contribui para a estabilização do ritmo cardíaco.
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Além disso, o atum é fonte relevante de:

  • Vitamina B12
  • Vitamina D
  • Selênio
  • Proteínas de alta digestibilidade
Consumo exige equilíbrio

Apesar dos benefícios, especialistas alertam para o consumo moderado, principalmente devido à presença de mercúrio, substância que tende a se concentrar em peixes de grande porte.

O nutricionista e professor da Afya São João del-Rei, Dr. Marcio Augusto Trindade, explica que a exposição excessiva ao metal pode causar efeitos tóxicos, especialmente em grupos mais sensíveis.

Gestantes, lactantes e crianças devem ter atenção redobrada, já que o mercúrio pode interferir no desenvolvimento neurológico.

A recomendação geral é consumir atum de duas a três vezes por semana, alternando com pescados de menor concentração de mercúrio, como a sardinha.

Atum enlatado mantém benefícios

O especialista destaca ainda que o atum enlatado preserva boa parte de suas propriedades nutricionais, especialmente proteína e ômega-3, sendo uma opção prática para o dia a dia.

No entanto, alguns cuidados são importantes:

  • Dar preferência às versões conservadas em água
  • Optar por produtos com menor teor de sódio
  • Observar o tipo de espécie utilizada
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Espécies menores, como o atum light enlatado, costumam apresentar níveis mais baixos de mercúrio quando comparadas a espécies maiores, como a albacora.

Consumo global segue em alta

Dados da Organização das Nações Unidas para Alimentação e Agricultura (FAO) mostram que o pescado já representa 51% do consumo mundial de proteínas de origem animal.

A produção global supera 185 milhões de toneladas, sendo mais da metade proveniente da aquicultura.

O consumo per capita praticamente dobrou desde a década de 1960, passando de 9,1 quilos para 20,7 quilos por pessoa ao ano em 2022.

As projeções indicam que, até 2030, a demanda mundial exigirá cerca de 24 milhões de toneladas adicionais de pescado por ano.

O avanço reflete a busca crescente por proteínas mais saudáveis, sustentáveis e funcionais, cenário que coloca o atum em posição estratégica no mercado global de alimentos.

Fonte: Portal do Agronegócio

Fonte: Portal do Agronegócio

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