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Inscrições abertas para 15ª edição do Mestrado em Economia e Ciência do Café Ernesto Illy

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Curso internacional oferece formação completa sobre café

O Mestrado em Economia e Ciência do Café Ernesto Illy, criado pela illycaffè em parceria com a Fundação Ernesto Illy, está com inscrições abertas até 15 de setembro para sua 15ª edição. O programa integra conhecimentos de diversas áreas relacionadas ao café, abrangendo desde o cultivo até a experiência na xícara.

O curso é voltado para jovens com diploma de bacharel ou equivalente nas áreas científico-tecnológica e humanística-social, oferecendo formação acadêmico-profissional específica sobre os aspectos biológicos, agronômicos, tecnológicos e econômicos do café. O foco do programa é em qualidade, sustentabilidade e ética, seguindo o legado de Ernesto Illy.

Estrutura do programa e formato híbrido

O mestrado conta com mais de 430 horas de aulas ministradas por 60 instrutores, em formato híbrido:

  • Janeiro de 2026: início das aulas online.
  • Maio de 2026: início das atividades presenciais na Itália.
  • Encerramento: desenvolvimento de um projeto final baseado em um dos temas estudados durante o curso.

O conteúdo inclui treinamento abrangente sobre a cultura do café, valor social do consumo e conhecimento sobre países produtores, como o Brasil.

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Legado e alcance global

Desde sua criação, o Mestrado Ernesto Illy já formou mais de 270 profissionais de mais de 30 países, capacitando-os para atuar de forma ética e técnica em toda a cadeia de valor do café. Os graduados tornam-se agentes de transformação, promovendo qualidade sustentável e os princípios que orientam a atuação da illycaffè.

Inscrições e contato

Os interessados podem se inscrever e obter mais informações enviando e-mail para: [email protected].

Fonte: Portal do Agronegócio

Fonte: Portal do Agronegócio

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Mercado de arroz segue travado em abril, com preços firmes e baixa liquidez no Brasil

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A primeira quinzena de abril consolidou um cenário de baixa liquidez no mercado de arroz, marcado pelo desalinhamento entre a oferta potencial e a disponibilidade efetiva do produto. Segundo o analista e consultor da Safras & Mercado, Evandro Oliveira, a formação de preços segue descolada do fluxo de negociações.

De acordo com ele, o comportamento do produtor tem sido determinante nesse contexto. A retenção estratégica dos estoques, motivada por margens abaixo do custo de produção, limita a oferta no mercado e reduz o volume de negócios.

Intervalo de preços indica estabilidade artificial no mercado

Durante o período, as cotações oscilaram dentro de uma faixa entre R$ 61 e R$ 68 por saca de 50 quilos, configurando um piso no curto prazo. No entanto, essa estabilidade não reflete um mercado ativo.

Segundo o analista, trata-se de uma estabilidade artificial, com preços ofertados, mas sem efetivação de negociações, em um ambiente de baixa profundidade no mercado spot.

Indústria compra apenas para reposição imediata

Do lado da demanda, a indústria manteve uma postura cautelosa, realizando aquisições pontuais e voltadas exclusivamente à reposição de curto prazo. Esse comportamento reforça o cenário de poucos negócios e contribui para a manutenção do mercado travado.

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Exportações perdem competitividade com queda do dólar

No mercado externo, a competitividade do arroz brasileiro apresentou deterioração significativa ao longo da quinzena. O principal fator foi a valorização do real frente ao dólar, com a moeda norte-americana operando abaixo de R$ 5,00.

Esse movimento reduziu as margens de exportação (FOB), tornando inviável a participação do Brasil em mercados internacionais. Como consequência, o país atingiu paridade com os Estados Unidos, eliminando o diferencial competitivo necessário para exportações nas Américas.

Queda na demanda externa reduz ritmo de embarques

Após um início de ano com volumes expressivos, superiores a 600 mil toneladas no trimestre, o mercado registrou desaceleração nas exportações. A redução da atratividade do produto brasileiro resultou em retração da demanda internacional.

Com isso, as exportações deixaram de cumprir o papel de escoamento da produção, ampliando a pressão sobre o mercado interno.

Entrada da nova safra amplia oferta e pressiona dinâmica do mercado

O período também foi marcado pela transição entre o fim da entressafra e a chegada da nova safra, com avanço da colheita e consolidação de uma produção volumosa, com boa produtividade.

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Esse aumento na oferta potencial, somado à retração das exportações e à baixa liquidez interna, reforça o cenário de desequilíbrio entre produção e comercialização.

Cotação do arroz registra leve alta na semana, mas segue abaixo de 2025

No Rio Grande do Sul, principal estado produtor, a média da saca de 50 quilos (58% a 62% de grãos inteiros, pagamento à vista) foi cotada a R$ 63,14 na quinta-feira (16), registrando alta de 0,77% em relação à semana anterior.

Na comparação mensal, o avanço foi de 7,12%. No entanto, em relação ao mesmo período de 2025, o preço ainda acumula queda de 18,14%, evidenciando o cenário desafiador para o setor orizícola.

Fonte: Portal do Agronegócio

Fonte: Portal do Agronegócio

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