AGRONEGOCIOS
Ministério da Pesca e Aquicultura entrega Plano Nacional de Desenvolvimento Sustentável da Pesca Amadora e Esportiva
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Na próxima terça-feira (03/06), o Ministério da Pesca e Aquicultura realizará a entrega do Plano Nacional de Desenvolvimento Sustentável da Pesca Amadora e Esportiva, que integra turismo, desenvolvimento econômico e conservação ambiental para essa atividade. O Plano busca a ampliação e fortalecimento do setor que, apenas em 2024, emitiu mais de 323 mil licenças para a prática da pesca amadora e esportiva no país, além da realizar centenas de campeonatos.
Para a construção do documento, foram realizadas 16 oficinas em todas as Regiões do país, integrando o MPA com outros órgãos do governo, pescadores(as), organizações sociais e pesquisadores. Esse processo participativo fortaleceu a representatividade das propostas, assegurando maior aderência à realidade local e regional e contribui para que as futuras ações do governo sejam mais eficazes, assertivas e sustentáveis.
“A recriação do MPA, com a inclusão de um departamento para tratar da pesca amadora e esportiva, representa um passo importante na valorização e fortalecimento dessa atividade no Brasil. A criação dessa estrutura dedicada permite um olhar mais atento às necessidades do setor, promovendo políticas públicas mais eficazes e alinhadas com a realidade dos praticantes e das comunidades envolvidas”, destacou o secretário Nacional de Pesca Industrial, Amadora e Esportiva, Expedito Ferreira Netto.
Evento de entrega
Durante o evento de entrega do plano, também será assinado o Protocolo de Intenções para a criação da Rota da Pesca Amadora e Esportiva entre o MPA e os Ministérios do Turismo e da Integração e Desenvolvimento Regional. Essa iniciativa estratégica no âmbito das Rotas de Integração Nacional, tem como foco a dinamização da cadeia produtiva da pesca amadora e esportiva, integrando turismo, desenvolvimento sustentável, inclusão produtiva e inovação em regiões brasileiras priorizadas pela Política Nacional de Desenvolvimento Regional (PNDR).
Além disso, haverá o lançamento e entrega do livro “Pesca Esportiva no Brasil”, que apresenta pesquisas e estudos científicos sobre a atividade, e de uma websérie documental sobre as boas práticas de manuseio de peixes e turismo de pesca sustentável, desenvolvidos pelo MPA e pela Universidade Federal de São Paulo (Unifesp).
Também será apresentado o painel virtual da pesca amadora e esportiva, ferramenta que irá disponibilizar os dados sobre a atividade, e a instituição do Comitê da Pesca Amadora e Esportiva, instituído no âmbito do Conselho Nacional da Pesca e Aquicultura (CONAPE), que será um espaço consultivo e propositivo destinado a promover o desenvolvimento sustentável da pesca amadora e esportiva no Brasil.
SERVIÇO
Entrega do 1º Plano Nacional de Desenvolvimento da Pesca Amadora e Esportiva
Dia: 03/06/2025
Hora: 10h
Local: Auditório Manuel Olímpio Meira, Ministério da Pesca e Aquicultura, Brasília/DF, SIG, quadra 02, Ed. Soheste
Contato:
[email protected]
(61) 3276-5193 / 61 8141-7229
Erika Meneses – Coordenadora da Assessoria de Comunicação MPA
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Produtividade no campo: 3 fatores essenciais que aumentam o rendimento e o lucro da lavoura
Produtividade agrícola depende de decisões ao longo de todo o ciclo produtivo
A busca por maior produtividade no campo não está relacionada apenas ao uso de insumos ou tecnologias isoladas. O desempenho da lavoura é resultado de um conjunto de decisões que começam antes do plantio e seguem até a colheita, envolvendo manejo do solo, disponibilidade hídrica e uso de tecnologias de precisão.
Especialistas destacam que enxergar a propriedade como um sistema integrado é fundamental para alcançar melhores resultados e maior rentabilidade.
1. Preparo do solo é a base da produtividade agrícola
O primeiro fator determinante para o sucesso da lavoura é o preparo adequado do solo. A correção da acidez, o equilíbrio nutricional e a melhoria da estrutura física são etapas essenciais para garantir condições ideais ao desenvolvimento das plantas.
Um solo bem manejado favorece o crescimento das raízes, melhora a retenção de água e aumenta a eficiência na absorção de fertilizantes. Além disso, reduz riscos de compactação, erosão e perdas produtivas ao longo do ciclo.
Segundo o engenheiro agrônomo e diretor da Hydra Irrigações, Elidio Torezani, o solo é o ponto de partida da produtividade.
“Se o solo não estiver equilibrado, a planta não consegue expressar todo o seu potencial produtivo”, afirma.
2. Manejo da água garante estabilidade e previsibilidade na produção
A água é um dos principais fatores que limitam a produtividade agrícola. Tanto o déficit quanto o excesso hídrico podem comprometer o desenvolvimento das culturas e reduzir o potencial produtivo.
Por isso, o manejo adequado da irrigação é considerado estratégico para garantir estabilidade na produção, especialmente em regiões com variação climática.
Com o uso de sistemas de irrigação, o produtor consegue suprir a demanda hídrica da planta nos momentos críticos, reduzindo o estresse e promovendo crescimento mais uniforme.
“O controle da água traz previsibilidade. O produtor deixa de depender apenas do clima e passa a ter mais domínio sobre a lavoura”, explica Torezani.
3. Irrigação por gotejamento aumenta eficiência no uso da água
Entre as tecnologias disponíveis, a irrigação por gotejamento se destaca pela alta eficiência no uso da água e dos nutrientes.
O sistema aplica a água diretamente na região das raízes, em pequenas quantidades e de forma controlada, reduzindo perdas por evaporação e lixiviação. Essa precisão permite maior aproveitamento hídrico e melhor desempenho das culturas.
Quando associada à fertirrigação, a tecnologia também potencializa o uso de fertilizantes, contribuindo para plantas mais vigorosas e produtivas.
“O gotejamento fornece exatamente o que a planta precisa, no momento certo. Isso impacta diretamente na produtividade final”, destaca o engenheiro agrônomo.
Eficiência no manejo define o resultado da safra
A combinação entre solo bem estruturado, manejo hídrico eficiente e uso de tecnologias como a irrigação por gotejamento forma a base da agricultura de alta produtividade.
Em um cenário de custos elevados e maior exigência por eficiência, a tomada de decisão ao longo do ciclo produtivo se torna determinante para garantir rentabilidade e sustentabilidade no campo.
Fonte: Portal do Agronegócio
Fonte: Portal do Agronegócio
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