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MPA marca presença no lançamento do 10º Anuário Brasileiro da Piscicultura Peixe BR

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O Ministério da Pesca e Aquicultura (MPA) esteve presente no lançamento do 10º Anuário Brasileiro da Piscicultura, da Associação Brasileira da Piscicultura (Peixe BR), em Brasília. Nesta edição, a publicação destaca que a produção de peixes de cultivo no Brasil ultrapassou a marca de 1 milhão de toneladas.

O Anuário representa o principal banco de informações e dados sobre a cadeia produtiva de peixes de cultivo no país. Ele apresenta dados atualizados sobre a produção nacional, o desempenho da atividade nos últimos anos e a produção por estado, destacando os avanços do setor, o crescimento da atividade, a adoção de novas tecnologias, as oportunidades que impulsionam a cadeia produtiva em solo nacional e as perspectivas para os próximos anos.

Para o presidente da Peixe BR, Mário Nakata, a iniciativa visa dar visibilidade aos dados de uma área importante para o país. “Antes do Anuário, a piscicultura era um setor que não tinha dados tão consolidados e havia carência de políticas públicas por conta disso. O nosso Anuário tem informações confiáveis e bem elaboradas, com credibilidade de organismos internacionais e nacionais”, destacou Nakata.

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O coordenador-geral de Desenvolvimento da Aquicultura em Águas da União da Secretaria Nacional de Aquicultura do MPA, Felipe Bodens, esteve presente no evento e destacou a importância do documento para o desenvolvimento da atividade. “Sem informação de qualidade, a gente não consegue avançar no desenvolvimento da piscicultura. Parabéns pelo trabalho da Peixe BR. Iniciar o ano com essa quantidade de dados é essencial. Podem ter certeza de que vamos aproveitar bastante as informações”, finalizou.

O ministro da Pesca e Aquicultura, André de Paula, mais uma vez, foi um dos colaboradores da publicação deste ano. Em seu texto, ele afirmou que o documento já se tornou parte do cotidiano do setor. “O Anuário não é apenas um retrato do mercado. Ele traduz o dinamismo de uma atividade que cresce ancorada no trabalho diário de produtores, técnicos, pesquisadores, empreendedores e trabalhadores das águas, que fazem da piscicultura uma das mais promissoras frentes de desenvolvimento econômico, social e ambiental do país”, afirmou.

Dados fresquinhos – Quem apresentou o Anuário foi o presidente-executivo da Peixe BR, Francisco Medeiros, que destacou o crescimento de 4,41% em 2025, em relação às outras proteínas animais. Já de 2015 a 2025, o setor cresceu 58,6%.

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A tilápia continua sendo o pescado mais cultivado, com 707 mil toneladas, representando 70% de tudo o que é cultivado. Os maiores estados produtores são: Paraná (273 mil t), São Paulo (93 mil t), Minas Gerais (77 mil t), Santa Catarina (63 mil t) e Maranhão (59 mil t).

Medeiros reforçou o momento de crescimento da piscicultura brasileira. “O Anuário nos mostrou que conseguimos ultrapassar um milhão de toneladas, sendo o maior produtor de peixe de todas as Américas. Esse número era um sonho quando começamos a trabalhar com os dados. Queremos agradecer ao trabalho de todos, seja do poder público, da iniciativa privada ou dos consumidores”.

Confira o 10º Anuário Brasileiro da Piscicultura Peixe BR.

Fonte: Ministério da Pesca e Aquicultura

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Exportações de açúcar somam 1,6 milhão de toneladas no line-up e mantêm forte ritmo de embarques nos portos do Brasil

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O line-up de navios nos portos brasileiros aponta que o país deve exportar 1,606 milhão de toneladas de açúcar na semana encerrada em 17 de junho, mantendo o Brasil como um dos principais fornecedores globais da commodity.

O volume, apesar de expressivo, representa redução em relação à semana anterior, quando estavam programadas 1,860 milhão de toneladas para embarque. O levantamento considera embarcações já atracadas, em fila de espera ou com previsão de chegada até 13 de julho.

Porto de Santos concentra maior parte dos embarques

O Porto de Santos (SP) segue como principal hub exportador de açúcar do país, concentrando 1.325.530 toneladas programadas no período.

Na sequência aparecem o Porto de Paranaguá (PR), com 278.000 toneladas, Recife (PE), com 20.300 toneladas, e Maceió (AL), com 8.774 toneladas.

Predomínio do açúcar VHP nas exportações

A composição da carga mostra predominância do açúcar VHP, que responde pela maior parte dos embarques, com 1.461.304 toneladas.

Também estão previstos embarques de Crystal B150 (100 mil toneladas), TBC (32.300 toneladas), açúcar refinado A-45 (7 mil toneladas) e VHP ensacado, equivalente a 6.000 toneladas.

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Exportações de açúcar somam 1,6 milhão de toneladas em junho

Dados da Secretaria de Comércio Exterior (Secex) indicam que o Brasil exportou 1.603.237 toneladas de açúcar em junho, com receita de US$ 574,98 milhões no acumulado do mês.

A média diária exportada ficou em 178,137 mil toneladas, enquanto a receita média diária atingiu US$ 63,887 milhões, considerando nove dias úteis no período.

Receita diária recua, mas volume cresce na comparação anual

Na comparação com junho de 2025, houve aumento no volume exportado, mas queda na receita e nos preços médios.

A receita diária recuou 11,5% em relação ao mesmo período do ano anterior, quando o valor médio era de US$ 72,166 milhões.

Já o volume diário embarcado cresceu 5,8%, acima das 168,399 mil toneladas registradas em junho de 2025.

Preço médio do açúcar recua no mercado externo

O preço médio do açúcar exportado em junho de 2026 ficou em US$ 358,6 por tonelada, representando queda de 16,3% frente aos US$ 428,5 por tonelada observados em junho de 2025.

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O recuo reflete um cenário internacional mais pressionado, apesar da manutenção de um forte fluxo físico de exportações brasileiras, sustentado pela competitividade do país no mercado global.

O desempenho do setor reforça o Brasil como protagonista no comércio mundial de açúcar, com volumes elevados de embarque, ainda que sob pressão de preços no mercado internacional.

Fonte: Portal do Agronegócio

Fonte: Portal do Agronegócio

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