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Na AgriZone, painel internacional discute sustentabilidade e segurança alimentar em cenário de mudança climática

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O painel “Sustainable Food Systems in a Changing Climate”, realizado nesta sexta-feira (14), na AgriZone, durante a COP 30, reuniu especialistas da Austrália, Canadá, África e Brasil para discutir como a mudança climática pressiona a produção de alimentos e quais soluções podem fortalecer a segurança alimentar global. Promovido pelo Department of Agriculture, Fisheries and Forestry da Austrália, o encontro destacou caminhos para integrar ciência, inovação e políticas públicas no apoio a agricultores e na modernização dos sistemas agroalimentares.

O Brasil foi representado por Rodrigo Lopes de Almeida, assessor da Secretaria de Comércio e Relações Internacionais do Ministério da Agricultura e Pecuária (Mapa). Rodrigo compôs o painel ao lado de Michael Robertson, pesquisador da agência científica australiana CSIRO; Sophie Beecher, diretora-geral no Sustainable Development Policy Directorate do Ministério da Agricultura e Agroalimentação do Canadá; e Aggrey Agumya, diretor executivo do Fórum de Pesquisa Agrícola da África (FARA).

Segundo Rodrigo, o objetivo do painel foi entender desafios compartilhados por países de diferentes continentes, apresentar soluções já adotadas no campo e identificar oportunidades de cooperação internacional capazes de acelerar a transição para sistemas de produção mais sustentáveis e resilientes. “O diálogo mostrou que ciência, inovação e políticas públicas integradas são essenciais para apoiar quem está no campo e ampliar a capacidade de resposta aos impactos climáticos”, afirmou.

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No formato de rodada de perguntas, os painelistas debateram temas como adaptação climática, eficiência produtiva, impactos de eventos extremos e uso de tecnologias sustentáveis. A troca de experiências evidenciou que dificuldades estruturais, como acesso a recursos, financiamento e capacitação técnica, são comuns a países com realidades distintas.

Para Rodrigo, a cooperação global é determinante para enfrentar os desafios impostos pelo clima: “Compartilhar boas práticas e construir soluções conjuntas é fundamental para garantir sistemas de produção sustentáveis no futuro”.

Informações à imprensa
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Fonte: Ministério da Agricultura e Pecuária

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Edipo Araujo participa do “Bom Dia, Ministro”

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O ministro da Pesca e Aquicultura, Edipo Araujo, participou do Bom dia, Ministro”, nesta quinta-feira (16/04), às 8h. O Programa é produzido pela Secretaria de Comunicação Social da Presidência da República (Secom/PR) e pela Empresa Brasil de Comunicação (EBC). A transmissão aconteceu por rádio, televisão e internet, por meio do Canal Gov. 

A entrevista em formato de coletiva, foi concedida a diversos jornalistas de diferentes meios de comunicação, não apenas do governo federal. O ministro abriu a entrevista respondendo a uma pergunta sobre o Programa Mais Saúde na Pesca Artesanal“Essa política é muito importante porque são mais de 1,7 milhão de pescadores e pescadoras artesanais, para os quais precisamos ter um olhar muito especial. Estamos falando de um grupo formado em mais de 50% de mulheres, que estão expostas a diversos riscos e problemas de saúde”, afirmou. 

Ele também explicou como a política vai ser implementada. “São mais de R$ 500 milhões em investimentos previstos para o programa. Só em 2026 devem ser aplicados mais de R$ 26 milhões. Isso é feito em parceria com o Ministério da Saúde e com os governos locais. Teremos um recorte geográfico, que deve contemplar os estados e municípios com maior relevância para a pesca artesanal, sobretudo nas regiões Norte e Nordeste. Acreditamos que a partir de junho, julho, já tenhamos especialistas na área da saúde atendendo aos pescadores e pescadoras”, destacou o ministro. 

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Combate a fraudes

Em seguida, Edipo respondeu uma pergunta de um jornalista paranaense sobre as medidas de combate a fraudes no seguro-defeso. Ele esclareceu que o Ministério da Pesca e Aquicultura não é responsável pela concessão do benefício, cuja gestão é atribuição do Ministério do Trabalho e Emprego. O MPA faz a gestão do Registro Geral da Atividade Pesqueira (RGP), que é um dos requisitos para o recebimento do seguro. 

“O Ministério da Pesca e Aquicultura dialoga diretamente com o MTE, trazendo as dificuldades dos pescadores. A gente vem trabalhando para alcançar esse público, sabendo que eles têm problemas, vulnerabilidades e, muitas vezes estão marginalizados. Também estamos trabalhando junto com o MTE para que os verdadeiros pescadores recebam o seguro”, declarou o ministro. 

Nota Fiscal do Pescado

Recentemente, o MPA e o Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (MAPA) divulgaram uma nota conjunta definindo a Nota Fiscal do Pescado como documento de origem. Na entrevista de hoje cedo, Edipo Araujo também respondeu a uma pergunta sobre a norma, que foi atualizada.  

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O ministro tranquilizou os pescadores e aquicultores, pois a medida não visa prejudicar quem comercializa o pescado, mas sim, dá mais segurança a quem compra, faz o beneficiamento e para os consumidores.  

Edipo explicou que a nova portaria inova ao criar a autodeclaração, que permite que os pescadores e aquicultores desembarquem a mercadoria, pois já existe uma notificação prévia aos órgãos governamentais. “Estamos dialogando com outros órgãos, como o MDA (Ministério do Desenvolvimento Agrário e Agricultura Familiar), e com o setor produtivo, para encontrar soluções para que o pequeno produtor, o pescador artesanal, possa comercializar seu produto com qualidade e segurança”, ressaltou. 

O ministro da Pesca e Aquicultura também falou sobre temas como segurança alimentar, rastreabilidade, o Novo Acordo Rio Doce, entre outros. Você pode ouvir e assistir a entrevista completa clicando no link abaixo. 

 

Fonte: Ministério da Pesca e Aquicultura

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