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Painel da pesca do tubarão-azul exibe números atualizados do monitoramento da cota de captura da espécie em 2025
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O Ministério da Pesca e Aquicultura (MPA) divulgou nesta terça-feira (5/8), o Painel de Monitoramento da Pesca de Tubarão-azul (Prionace glauca) de 2025. No Painel, é possível acessar dados atualizados sobre a captura total da espécie por frota.
A Portaria Interministerial MPA/MMA nº 30 define, para este ano, as regras de monitoramento e controle da pesca do tubarão-azul no Mar Territorial, na Zona Econômica Exclusiva e nas águas internacionais, para embarcações de pesca brasileiras. Essa Portaria reforça o avanço de temas debatidos no Comitê Permanente de Gestão da Pesca e do Uso Sustentável dos Atuns e Afins (CPG Atuns e Afins), sendo uma medida importante no diálogo internacional sobre o ordenamento deste importante recurso pesqueiro no Oceano Atlântico.
No final de 2023, o MPA participou da plenária da Comissão Internacional para a Conservação do Atum Atlântico (ICCAT) – fórum internacional que discutiu as medidas de gestão dos atuns e afins no Atlântico, que aconteceu no Egito e reuniu pesquisadores e autoridades internacionais para tratar do tema. Nessa reunião, foi estabelecido o limite total anual de captura (TAC) em 27.711 toneladas para o Tubarão-azul (Prionace glauca) no Atlântico, sendo 3.481 toneladas para o Brasil.
Os limites de captura definidos pela ICCAT, e internalizado pela Portaria Interministerial MPA/MMA nº 24/2025 e Portaria Interministerial MPA/MMA nº 30/2025, têm objetivo assegurar a continuidade, de forma sustentável, das pescarias da espécie no Brasil e no Atlântico.
Clique aqui e acesse o Painel de Monitoramento da Pesca de Tubarão-azul de 2025 e acompanhar o andamento das capturas.
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Tucunaré: o guardião dos filhotes nas águas brasileiras
Encontrado em rios, lagos e áreas alagadas de diferentes regiões do Brasil, o tucunaré é um dos peixes de água doce mais conhecidos do país. Além da coloração marcante, que varia entre tons de amarelo, verde, azul e vermelho, a espécie também se destaca por um comportamento pouco comum no mundo dos peixes: o cuidado com os filhotes.
Após a reprodução, o casal constrói ninhos e permanece próximo aos ovos e aos alevinos, protegendo a prole contra possíveis predadores. Esse cuidado parental aumenta as chances de sobrevivência dos filhotes e faz do tucunaré uma exceção entre muitas espécies de peixes de água doce.
Existem 16 espécies de tucunaré identificadas, sendo 14 delas encontradas no Brasil. Cada uma apresenta padrões diferentes de cores e manchas, mas todas compartilham uma característica marcante: uma mancha arredondada próxima à cauda, conhecida como ocelo, que ajuda na identificação da espécie.
Com hábitos diurnos, o tucunaré vive principalmente em lagos, lagoas e áreas de remanso dos rios, onde caça peixes menores e camarões. Sua combinação de cores vibrantes, comportamento protetor e diversidade faz do tucunaré um dos grandes símbolos da biodiversidade dos rios brasileiros.
O Tucunaré está na lista das espécies-alvo da pesca amadora e esportiva de acordo com o banco de dados da União Internacional para Conservação da Natureza e dos Recursos Naturais (UICN).
ASCOM
Ministério da Pesca e Aquicultura
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