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Sell Agro Lança Novos Adjuvantes na Farm Show 2025 e Promove Debates sobre Tecnologia no Setor Agropecuário
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A Farm Show 2025, um dos principais eventos do agronegócio de Mato Grosso, será palco para o lançamento de dois novos adjuvantes da Sell Agro, empresa especializada em tecnologia de aplicação. O evento ocorre em Primavera do Leste, entre 18 e 21 de março, e também contará com o estúdio do Pod Aplicar, dedicado a debates técnicos com produtores e especialistas do setor.
A primeira novidade é o Oleum Sell, um óleo mineral de alta pureza, livre de enxofre, aromáticos e nafta, desenvolvido para aprimorar a penetração de agroquímicos nas folhas das plantas. De acordo com Alexandre Gazoni, engenheiro agrônomo e diretor comercial da Sell Agro, a fórmula avançada do Oleum Sell melhora a eficácia dos defensivos, reduzindo perdas por evaporação e favorecendo a absorção dos ativos pela planta. “Sua composição é 100% compatível com diferentes tipos de caldas agrícolas, o que elimina problemas de separação de fases, garantindo uma aplicação mais uniforme e eficiente”, explica Gazoni.
A segunda inovação é o Olivum, um óleo vegetal biodegradável que promove maior espalhamento e adesão das gotas aplicadas, minimizando perdas por escorrimento e lavagem pela chuva. Com alta concentração de surfactantes naturais, o Olivum potencializa a ação dos agroquímicos e melhora a absorção dos nutrientes pelas plantas, oferecendo uma alternativa sustentável e eficiente para diversas culturas.
Além dos lançamentos, o estande da Sell Agro abrigará o estúdio do Pod Aplicar, um espaço exclusivo para gravação de podcasts e entrevistas. Durante os quatro dias de evento, especialistas do setor e produtores rurais participarão de conversas sobre tecnologia, boas práticas agrícolas e os desafios enfrentados na pulverização eficiente.
Adriano Mendez, coordenador de marketing da Sell Agro, ressalta que a participação na Farm Show tem o objetivo de fortalecer o relacionamento com os produtores e compartilhar informações que são essenciais para o dia a dia no campo. “Este é um ambiente de troca de conhecimento e inovação. Nossos lançamentos são fruto de intensa pesquisa e desenvolvimento, com o compromisso de oferecer produtos que realmente impactam positivamente a produtividade no campo”, afirma Mendez.
Sobre a Farm Show
Realizada desde 2015 pelo Sindicato Rural de Primavera do Leste, a Farm Show se consolidou como uma das feiras mais importantes do Brasil. Em sua 9ª edição, o evento reunirá empresas de diversos segmentos do agronegócio, como defensivos agrícolas, armazenamento, irrigação, pecuária, e máquinas e equipamentos pesados. Com uma moderna infraestrutura de 30 hectares, a feira oferece vitrines tecnológicas, espaços para palestras e uma ampla área de exposição para negócios e networking.
Fonte: Portal do Agronegócio
Fonte: Portal do Agronegócio
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Milho: Chicago sobe com tensão no Oriente Médio e clima nos EUA, enquanto colheita da safrinha pressiona preços no Brasil
O mercado do milho opera sob forças opostas nesta quarta-feira (17). Enquanto os contratos futuros registram valorização na Bolsa de Chicago (CBOT), impulsionados pela alta do petróleo e pelas incertezas geopolíticas no Oriente Médio, o mercado brasileiro segue pressionado pelo avanço da colheita da segunda safra e pela expectativa de aumento da oferta interna.
O cenário evidencia a diferença entre os fatores que influenciam os preços globais e domésticos do cereal, em um momento estratégico para produtores, exportadores e indústrias consumidoras.
Chicago sobe com petróleo em alta e atenção ao clima nos Estados Unidos
Os contratos futuros do milho negociados na Bolsa de Chicago iniciaram a quarta-feira em alta. Por volta das 8h41 (horário de Brasília), o vencimento julho/2026 era cotado a US$ 4,18 por bushel, avanço de 4,75 pontos. O setembro/2026 subia 5 pontos, para US$ 4,27, enquanto o dezembro/2026 alcançava US$ 4,47, com valorização de 5,25 pontos. O contrato março/2027 era negociado a US$ 4,62, alta de 5 pontos.
O movimento positivo reflete a combinação entre preocupações climáticas no cinturão produtor norte-americano e a valorização do petróleo, que voltou a ganhar força diante do aumento das tensões no Oriente Médio.
Além do impacto geopolítico, os investidores acompanham de perto as condições climáticas nas principais regiões agrícolas dos Estados Unidos. O clima quente e seco em parte do Corn Belt gera atenção, embora previsões de chuvas para estados importantes como Iowa e Illinois contribuam para limitar ganhos mais expressivos.
As precipitações previstas devem beneficiar áreas produtoras de milho e soja, reduzindo parte das preocupações relacionadas ao desenvolvimento das lavouras e mantendo o mercado atento às próximas atualizações meteorológicas.
Colheita da safrinha amplia oferta e pressiona preços no Brasil
No mercado brasileiro, o avanço da colheita da segunda safra continua sendo o principal fator de pressão sobre os preços. Mesmo com a valorização do dólar e a estabilidade observada em Chicago ao longo da terça-feira, os contratos futuros negociados na B3 encerraram o pregão sem força para reagir.
O contrato julho/2026 fechou cotado a R$ 63,97 por saca, recuo de R$ 0,37. O vencimento setembro/2026 terminou em R$ 66,97, praticamente estável, enquanto novembro/2026 encerrou em R$ 70,43, com leve alta de R$ 0,01.
A entrada crescente do milho safrinha no mercado e a conclusão da colheita da primeira safra aumentam a disponibilidade do cereal e reforçam a pressão sobre as cotações em diversas regiões produtoras.
Exportações aceleram e ajudam a sustentar o mercado
Apesar da pressão da oferta, as exportações brasileiras apresentam desempenho robusto em junho.
Nos primeiros nove dias úteis do mês, o Brasil embarcou 265,2 mil toneladas de milho, volume que já representa cerca de 72% de tudo o que foi exportado durante o mês de junho do ano passado.
A média diária de embarques atingiu 29,5 mil toneladas, crescimento de 59,5% em comparação com o mesmo período de 2025. A receita cambial acumulada alcançou US$ 61,6 milhões, refletindo um aumento de 46,9% na média diária de faturamento.
O desempenho confirma a competitividade do milho brasileiro no mercado internacional, embora o preço médio por tonelada exportada tenha recuado para US$ 232,40, queda de 7,9% na comparação anual.
Liquidez segue baixa nos estados produtores
Nas principais regiões produtoras do país, o mercado físico permanece marcado por baixa liquidez e postura cautelosa dos compradores.
No Rio Grande do Sul, as indicações variaram entre R$ 57,00 e R$ 63,00 por saca, com média próxima de R$ 59,00. Em Santa Catarina e no Paraná, consumidores seguem abastecidos, reduzindo a necessidade de novas aquisições e mantendo negociações limitadas.
No Paraná, os preços pagos ao produtor oscilaram entre R$ 54,19 por saca em Cascavel e R$ 63,54 em Ponta Grossa.
Já em Mato Grosso do Sul, onde a colheita da segunda safra começa a ganhar ritmo, as cotações ficaram entre R$ 49,00 e R$ 52,00 por saca. O início dos trabalhos de campo, aliado à perspectiva de boa produtividade, contribui para ampliar a pressão sobre os preços.
Por outro lado, a demanda da indústria de bioenergia continua oferecendo suporte ao consumo regional, embora os negócios permaneçam concentrados em compras pontuais e de curto prazo.
Mercado acompanha clima, petróleo e ritmo da colheita
Nos próximos dias, as atenções do mercado estarão voltadas para três fatores principais: a evolução das condições climáticas nos Estados Unidos, os desdobramentos das tensões geopolíticas no Oriente Médio e o avanço da colheita da safrinha brasileira.
Enquanto Chicago encontra suporte nas incertezas externas e nos riscos climáticos, o mercado nacional segue influenciado pelo aumento da oferta interna. Esse cenário tende a manter a volatilidade elevada e exige atenção redobrada dos produtores na definição das estratégias de comercialização da safra.
Fonte: Portal do Agronegócio
Fonte: Portal do Agronegócio

