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Super safra de noz-pecã no RS impulsiona exportações e fortalece protagonismo brasileiro no mercado global

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A cadeia produtiva da noz-pecã no Brasil inicia 2026 com perspectivas positivas, impulsionada por uma super safra no Rio Grande do Sul e pelo avanço das exportações. Responsável por cerca de 70% da produção nacional, o estado lidera a retomada do setor após dois anos marcados por perdas causadas por eventos climáticos extremos.

O novo ciclo de crescimento será oficialmente marcado no dia 8 de maio, durante a 8ª Abertura Oficial da Colheita da Noz-Pecã, em Nova Pádua (RS). O evento reúne produtores, pesquisadores e representantes da indústria em um momento estratégico para a consolidação do Brasil no mercado internacional.

Produção em alta e foco no mercado externo

Com aumento significativo na oferta e melhoria na qualidade do produto, o setor busca ampliar sua participação em mercados tradicionalmente dominados por países como Estados Unidos e México.

Nesse cenário, a Divinut se destaca como uma das principais plataformas de exportação da noz-pecã brasileira, atuando na padronização da produção e na abertura de novos mercados. A empresa já possui presença consolidada em destinos estratégicos, como América do Norte, Oriente Médio e África.

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Capacidade industrial ampliada

Nos últimos anos, a Divinut ampliou em seis vezes sua capacidade instalada, movimento que posiciona a empresa para absorver o crescimento da produção nacional e atender à demanda internacional.

A estratégia é operar com capacidade máxima ao longo da safra, transformando o aumento da oferta em ganho de competitividade no exterior e consolidando o Brasil como fornecedor regular e confiável.

Certificações elevam padrão de qualidade

O avanço nas exportações também está diretamente ligado ao cumprimento de exigências internacionais. Em 2025, a empresa conquistou certificações reconhecidas globalmente, como FSSC 22000 e ISO 9001.

Essas credenciais colocam a indústria brasileira em um novo patamar, permitindo acesso a mercados premium e ampliando o valor agregado do produto.

Integração da cadeia produtiva

Além da atuação industrial, a empresa investe na base produtiva, com foco em escala e eficiência. Um dos destaques é a operação de um dos maiores viveiros de mudas de nogueira-pecã em raiz embalada do mundo, localizado em Cachoeira do Sul (RS).

O modelo inclui fornecimento de genética avançada, assistência técnica e compra garantida da produção, o que traz mais previsibilidade ao produtor e fortalece a profissionalização do setor.

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Brasil ganha espaço no mercado global

Com a combinação de aumento da produção, avanço tecnológico, certificações internacionais e integração da cadeia, o Brasil começa a consolidar sua posição no mercado global de noz-pecã.

O Rio Grande do Sul segue como principal polo produtivo, enquanto empresas como a Divinut atuam como vetor de expansão das exportações, reduzindo a dependência global de origens tradicionais e ampliando a competitividade do produto brasileiro no cenário internacional.

Fonte: Portal do Agronegócio

Fonte: Portal do Agronegócio

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Sicredi libera R$ 53 bilhões ao agronegócio no Plano Safra 2025/26 e amplia seguros rurais em 30%

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O Sicredi liberou quase R$ 53 bilhões em crédito ao agronegócio no âmbito do Plano Safra 2025/26 até março, volume 16,5% superior ao registrado no ciclo anterior. No mesmo período, a instituição também ampliou em 30% a contratação de seguros rurais, reforçando sua atuação no financiamento e na gestão de riscos do setor.

Os dados foram apresentados durante coletiva de imprensa na Agrishow 2026, em Ribeirão Preto (SP), pelo superintendente de Agronegócio do Sicredi, Vitor de Moraes.

Carteira agro supera R$ 120 bilhões

Segundo a instituição, a carteira de crédito voltada ao agronegócio já ultrapassa R$ 120 bilhões, consolidando o Sicredi como o principal agente privado de repasse de crédito rural no país.

O desempenho reflete a estratégia de expansão de linhas de financiamento e instrumentos financeiros voltados à sustentabilidade econômica dos produtores, especialmente em um cenário de juros elevados e maior pressão sobre a rentabilidade no campo.

Crédito e proteção financeira avançam juntos

Além do crescimento no crédito, o Sicredi tem intensificado a oferta de ferramentas de proteção financeira, como derivativos e operações em moeda estrangeira.

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De acordo com a instituição, a estratégia busca reduzir riscos e estabilizar a renda dos produtores, especialmente daqueles com receita atrelada ao dólar. A carteira de operações em moeda estrangeira já se aproxima de R$ 10 bilhões.

“O objetivo é ajudar o produtor não apenas a produzir mais, mas também a alcançar melhor resultado financeiro. Os instrumentos de proteção permitem proteger tanto a produção quanto a rentabilidade”, afirmou Vitor de Moraes.

Seguro rural cresce e alcança R$ 60 bilhões em cobertura

O Sicredi registrou 113 mil apólices de seguro agrícola e rural em 2025, com cobertura total aproximada de R$ 60 bilhões, incluindo lavouras, máquinas e benfeitorias.

Somente o seguro agrícola somou R$ 2,4 bilhões em cobertura e apresentou crescimento de 30% em valor na comparação anual, reforçando a busca dos produtores por proteção diante de eventos climáticos e volatilidade de mercado.

Cenário de crédito segue desafiador

Mesmo com expectativa de eventual queda nos juros, o Sicredi avalia que o custo do crédito rural deve continuar elevado nos próximos ciclos, o que exige maior diversificação de instrumentos financeiros.

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A instituição afirma que seguirá ampliando alternativas de financiamento e soluções de gestão de risco para o próximo Plano Safra.

“Mesmo com eventual redução da taxa de juros, o cenário ainda deve ser de crédito caro. Por isso, vamos seguir buscando alternativas mais competitivas para o produtor”, destacou Moraes.

Perspectiva para o setor

O avanço simultâneo em crédito e seguros reforça a tendência de maior profissionalização da gestão financeira no agronegócio brasileiro. A estratégia combina acesso a capital, mitigação de riscos e uso de instrumentos de mercado, em um cenário de maior complexidade econômica e climática no campo.

Fonte: Portal do Agronegócio

Fonte: Portal do Agronegócio

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