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ABDI e MDIC anunciam rastreamento da cadeia de alumínio pela plataforma Recircula Brasil
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A Agência Brasileira de Desenvolvimento Industrial (ABDI), vinculada ao MDIC, assinou nesta segunda-feira (17/11) na COP 30, em Belém (PA), um Acordo de Cooperação e um Protocolo de Intenções, ambos com a Associação Brasileira de Alumínio (Abal), para que a Plataforma Recircula Brasil passe a rastrear e certificar produtos da cadeia do alumínio. Segundo a ABDI, a fase de testes para esse material já foi iniciada.
Desenvolvida pela ABDI em 2024, a Plataforma permite a rastreabilidade de material reciclável e vai além da verificação de conteúdo, oferecendo uma visão completa de como os recursos são utilizados, transformados e reintegrados ao ciclo produtivo, assegurando práticas responsáveis e transparência em toda a cadeia produtiva. Sua implementação inicial focou no setor de plásticos, com validação independente de fluxos por meio de notas fiscais eletrônicas e auditoria pública.
“Em um mercado global cada vez mais exigente, a transparência do Recircula Brasil facilita o acesso a mercados internacionais e a negociação com grandes compradores. A inclusão do setor do alumínio reforça o compromisso da plataforma com a economia circular e a circularidade de recursos em diferentes indústrias, alinhando-se às metas da Nova Indústria Brasil”, destacou o vice-presidente e ministro do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços (MDIC), Geraldo Alckmin, ao participar da cerimônia de assinatura do acordo e do protocolo.
Certificação
Em um ano e meio de operação, foram rastreadas e certificadas cerca de 50 mil toneladas de plástico reciclado pela Recircula Brasil, conectando mais de 300 fornecedores e 1.500 clientes nas cadeias de alimentação, bebidas, construção civil e eletroeletrônicos. Foram identificados e auditados 4 mil operadores na cadeia, incluindo cooperativas e catadores autônomos. A plataforma já evitou a emissão de quase 495 mil toneladas de CO2 equivalente apenas no plástico.
Com a entrada do alumínio, a ABDI prevê a certificação de 300 mil toneladas de material reciclável já em 2026. A expansão da plataforma deve alcançar ainda, segundo a ABDI, os setores de vidro, papel e tecidos, entre outros.
Também a partir de agora haverá interoperabilidade nacional e centralização de dados pela ABDI, fortalecendo a soberania de dados industriais e a governança pública. O Recircula Brasil será, ainda em 2025, oficializado como principal mecanismo de verificação e rastreabilidade de metas regulatórias para economia circular e clima pelo Ministério do Meio Ambiente e Mudança do Clima (MMA).
A plataforma está alinhada aos pilares da Nova Indústria Brasil (NIB), que busca integrar inovação, sustentabilidade e compromisso social.
O Recircula Brasil conta com um verificador independente de resultados, especialista em medir soluções de logística reversa, representado pela Central de Custódia. Além da verificação de notas fiscais junto à Federal, analisa-se também a existência ou não de duplicidade de dados, de modo a garantir a origem, destino e a qualidade de resíduos reciclados.
Entre os benefícios para a indústria, estão: validação oficial do uso de conteúdo reciclado em produtos; atendimento às principais exigências regulatórias e compromissos voluntários; redução de exposição a riscos ambientais e fiscais; acesso facilitado a mercados internacionais e negociação com grandes compradores; e transparência operacional e oportunidade para incentivos fiscais e tarifários.
Para conhecer melhor a plataforma, clique aqui
Fonte: Ministério do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços
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Ministérios e BNDES realizam o 1º Fórum Econômico da Transformação Ecológica Brasileira, no Rio
O Ministério do Meio Ambiente e Mudança do Clima (MMA), o Ministério da Fazenda (MF), o Ministério do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços (MDIC) e o Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) promovem, nesta quinta-feira (2), o Fórum Brasil Mais Verde, primeira edição de um encontro voltado a posicionar o país como plataforma de investimentos, inovação e competitividade na transição para uma economia de baixo carbono.
O evento reúne ministros de Estado, o presidente do BNDES, a presidente da Petrobrás, o presidente da COP30 e lideranças dos setores público e privado para debater os avanços e os desafios regulatórios e de financiamento da transformação ecológica brasileira, organizados em cinco temas-chave:
Serviço
Data: 2 de julho de 2026 (quinta-feira)
Horário: das 9h às 18h
Local: Edifício-sede do BNDES, Av. República do Chile, 100, Centro, Rio de Janeiro (RJ)
Inscrições (público geral): gratuitas, em: eventosbndes.com.br/brasilmaisverde
Credenciamento de imprensa
Jornalistas interessados em cobrir o evento devem confirmar presença pelo formulário:https://forms.office.com/r/V9DeHew88f?origin=lprLink
Prazo para os credenciamentos: até 1º de julho de 2026 (das 8h às 18h)
Programação
Sessão de Abertura. Diálogo Ministerial: Brasil como potência da Transformação Ecológica (9h30 às 10h45)
Aloizio Mercadante, presidente do BNDES; João Paulo Capobianco, ministro do Meio Ambiente e Mudança do Clima; Dario Durigan, ministro da Fazenda; Márcio Elias Rosa, ministro do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços; e André Corrêa do Lago, presidente da COP30
Anúncios Institucionais (10h45 às 11h30)
Com os ministros, o presidente do BNDES e a presidente da Petrobras, Magda Chambriard
Painel 1. Restauração Florestal (11h30 às 12h30)
Moderação: Garo Batmanian, diretor-geral do Serviço Florestal Brasileiro (SFB).
Painelistas: Ana Paula Machado, subsecretária de Regulação e Metodologias da Secretaria Extraordinária do Mercado de Carbono (MF); Thiago Picolo, CEO da Re.green; Tereza Campello, diretora Socioambiental do BNDES; e Juliano Assunção, diretor-executivo do CPI/PUC-Rio
Painel 2. Terras Raras e Minerais Críticos (14h às 15h)
Moderação: Carolina Grottera, subsecretária de Transformação Ecológica da Secretaria Executiva do MF
Painelistas: Uallace Moreira, secretário de Desenvolvimento Industrial, Inovação, Comércio e Serviços (MDIC) (a confirmar); Vitor Ornelas, sócio da Régia Capital; José Gordon, diretor de Desenvolvimento Produtivo, Inovação e Comércio Exterior do BNDES; e Cláudia Salles, gerente de Sustentabilidade e Assuntos Associativos do Instituto Brasileiro de Mineração (IBRAM)
Painel 3. Agricultura Regenerativa, Bioinsumos, Biofertilizantes e Biometano (15h às 16h)
Moderação: Carina Pimenta, secretária Nacional de Bioeconomia do MMA
Painelistas: Júlia Cruz, secretária de Economia Verde, Descarbonização e Bioindústria (MDIC); Giuliano Pauli, diretor de Marketing e Inovação do Grupo Santa Clara; Rodrigo Augusto Fornaciari, gerente-executivo da Diretoria de Agronegócios e Agricultura Familiar do Banco do Brasil; e Clênio Pillon, diretor-executivo de Pesquisa e Desenvolvimento da Embrapa
Painel 4. Armazenamento de Energia: Baterias e Segurança Energética (16h às 17h)
Moderação: André Andrade, assessor especial do ministro do Meio Ambiente e Mudança do Clima
Painelistas: André Perim, diretor de Planejamento e Outorgas de Geração de Energia Elétrica da Secretaria Nacional de Transição Energética e Planejamento (MME); Ana Paula Torquato, gerente de Relações Institucionais da WEG; Luciana Costa, diretora de Infraestrutura, Transição Energética e Mudança Climática do BNDES; e Fabio Monteiro Lima, diretor-executivo da Associação Brasileira de Soluções de Armazenamento de Energia (ABSAE)
Painel 5. Transporte Sustentável e Biocombustíveis (17h às 18h)
Moderação: Júlia Cruz, secretária de Economia Verde, Descarbonização e Bioindústria (MDIC)
Painelistas: Aloisio Melo, secretário Nacional de Mudança do Clima do MMA; João Irineu Medeiros, vice-presidente de Assuntos Regulatórios da Stellantis; Gabriel Aidar, superintendente de Planejamento e Pesquisa Econômica do BNDES; e Eric Farcette, membro do Conselho Consultivo da Associação Brasileira da Indústria Ferroviária (ABIFER)
Informações para a imprensa
Assessoria de Comunicação do MMA: [email protected]
Assessoria de Comunicação do BNDES: [email protected]
Assessoria de Comunicação do MF: [preencher]
Assessoria de Comunicação do MDIC: [preencher]
Fonte: Ministério do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços


