BRASIL
Alckmin apresenta benefícios da reforma tributária em fórum da cadeia de abastecimento
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O vice-presidente e ministro do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços, Geraldo Alckmin, destacou as vantagens que a reforma tributária trará para o setor produtivo durante a abertura, nesta terça-feira (10), da 5ª edição do Fórum da Cadeia Nacional de Abastecimento, promovida pela Associação Brasileira de Supermercados, em Brasília.
“Segundo um estudo do IPEA, a reforma tributária pode aumentar o PIB brasileiro em 12%, além de gerar um acréscimo de 14% nos investimentos e 17% nas exportações em 15 anos”, ressaltou. “A reforma trará eficiência econômica. A cesta básica vai estar totalmente isenta, e algum produto que sair da cesta básica vai ter redução de 60%”, acrescentou.
O ministro ressaltou a importância de unificar cinco tributos de consumo (ISS, ICMS, PIS, Cofins e IPI) no IVA dual. “A reforma tributária simplifica, reduz custos ao pagar impostos, elimina crédito tributário e acumula crédito na exportação”, enumerou.
Os organizadores do Fórum entregaram ao ministro um conjunto de propostas do setor reunidas em torno de cinco agendas: Redução de custos; consumo consciente; reduzir o desperdício; combate à fome; e Desenvolvimento econômico.
O encontro contou com a participação de 16 associações de classe empresarial representantes dos principais setores da Cadeia Nacional de Abastecimento.
Fonte: Ministério do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços
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No 1° de maio no ABC Luiz Marinho fala das conquistas da classe trabalhadora
No primeiro de maio o ministro do Trabalho e Emprego, Luiz Marinho, celebrou a data com trabalhadores no ato das centrais sindicais em comemoração ao Dia do Trabalho, em São Bernardo do Campo (SP). Ele lembrou aos presentes ao evento as conquistas da classe trabalhadora, em especial as propostas pelo governo, como a isenção do IRPF para quem ganha até R$ 5 mil, a política de valorização do Salário Mínimo e a Lei de Igualdade Salarial, além de ressaltar a menor taxa de desemprego e a geração de empregos com carteira assinada. “Vamos anunciar semana que vem os dados da Relação Anual de Informações Sociais, a RAIS, que incorpora o Caged (empregos privados) e os dados do serviço público. São 7 milhões e 183 mil empregos em 3 anos e 3 meses de governo”, comemorou.
Ele cobrou do Congresso a votação dos projetos enviados pelo governo que tramitam na Casa, em especial o fim da escala 6×1, a redução da jornada de trabalho e a regulamentação do trabalho por aplicativo. “São Bernardo Campo tem um recado importante para o Congresso Nacional. É preciso que vocês encarem para valer dois projetos: o direito dos trabalhadores de plataforma de terem sua regulamentação e outro é o projeto que o presidente Lula enviou ao parlamento, que propõe a redução da jornada de trabalho sem redução de salários, de 44 para 40 hs semanais, acabando com a escala 6×1. Ano que vem, queremos estar aqui com o pátio lotado para comemorar o 1º de maio em uma escala que seja melhor do que a de hoje. O último 1º de maio trabalhando 6×1”, ressaltou.
Segundo o ministro, o Congresso Nacional tem de estar em sintonia com as reivindicações da sociedade, tem a responsabilidade de tramitar o PL, reduzindo a jornada de trabalho sem a redução de salário. “Basta uma maioria simples e depois discutir as PECs. É importante incorporar na Constituição a redução de jornada para 40 hs, impedindo que, no futuro, aventureiros – como está acontecendo na Argentina, possam propor novamente o aumento da jornada”, frisou.
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