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Alexandre Silveira destaca potencial para ampliação de parcerias com o Vietnã na área de biocombustíveis

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 O ministro de Minas e Energia, Alexandre Silveira, participou, neste sábado (29/3), do Fórum Econômico Brasil-Vietnã, em Hanói, e destacou as possibilidades de cooperação na área de energia entre os dois países. O ministro integrou a comitiva liderada pelo presidente Lula à Ásia, reforçando a importância de parcerias, do livre-comércio e do multilateralismo. 

Durante a sessão que discutiu a cooperação energética, Silveira enfatizou o trabalho pela transição energética justa e inclusiva e o trabalho para ampliar as matrizes energéticas mais renováveis e garantir segurança alimentar para a população. O ministro destacou, ainda, a possibilidade de ampliar as parcerias na área dos biocombustíveis. 

“Tal como no Brasil, a produção de cana-de-açúcar e relevante para a economia do Vietnã. Isso faz com que nossos países estejam muito bem posicionados para avançar na pauta dos biocombustíveis. Já temos uma robusta parceria comercial, com destaque para os grãos secos de destilaria, utilizados na produção do etanol, mas podemos mais. O Brasil pode ser o maior fornecedor do Vietnã de insumos para biocombustíveis”, afirmou o ministro. 

Silveira ressaltou o protagonismo brasileiro com a lei do Combustível do Futuro, proposta ousada do governo do presidente Lula que aprimorou o marco legal e regulatório para os biocombustíveis e criou mandados para etanol, diesel verde e SAF, por exemplo. 

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“Temos condições de ampliar nossas parcerias em outras frentes, como o Combustível Sustentável de Aviação (SAF), biocombustíveis marítimos e em minerais estratégicos. Estamos de portas abertas para compartilhar com vocês nossa experiência, estreitar parcerias comerciais e caminhar juntos na descarbonização da matriz energética do planeta, fortalecendo a nova economia, a verde”, finalizou Alexandre Silveira. 

Por fim, o ministro ainda convidou os representantes do país asiático para participar do Summit de Planejamento Global para a Transição Energética em junho, no Rio de Janeiro, e para a COP 30, que será realizada no Brasil em novembro em Belém, no Pará.

Assessoria Especial de Comunicação Social – MME
Telefone: 
(61) 2032-5759/5620 Email: [email protected]


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Fonte: Ministério de Minas e Energia

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MDIC avança em agenda de desburocratização, competitividade e propriedade intelectual

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O secretário de Competitividade e Política Regulatória do Ministério do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços (MDIC), Pedro Ivo, apresentou um conjunto de iniciativas do Governo Federal voltadas à simplificação de normas, ao fortalecimento da competitividade e à melhoria do ambiente de negócios no país. 

O anúncio foi feito durante visita à Federação das Indústrias do Estado de São Paulo (Fiesp), ocorrido na tarde de ontem (30). Na ocasião, o secretário detalhou a Estratégia Nacional de Desburocratização, pacote de medidas com lançamento previsto para maio, que busca modernizar a administração pública, ampliar a eficiência, elevar a qualidade dos serviços prestados e tornar o ambiente regulatório mais favorável às empresas.

Segundo Pedro Ivo, “a simplificação regulatória é um passo essencial para reduzir custos, dar mais previsibilidade às regras e criar condições para que o setor produtivo possa inovar e crescer com mais segurança”.

O secretário também destacou o novo Marco de Boas Práticas Regulatórias, que prevê o aperfeiçoamento da Análise de Impacto Regulatório (AIR), a incorporação da análise concorrencial e o fortalecimento da participação social na elaboração de normas. Por fim, apresentou a Rede Nacional Mais Simples, iniciativa voltada à identificação e superação de entraves regulatórios com participação do setor industrial.

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Amcham Brasil

Pedro Ivo participou ainda de reunião técnica do Grupo de Trabalho de Propriedade Intelectual da Amcham Brasil, onde apresentou ações do MDIC voltadas ao fortalecimento da área. No encontro, ele destacou o papel do Grupo Interministerial de Propriedade Intelectual (GIPI), colegiado presidido pelo MDIC e responsável por coordenar as políticas públicas do setor no país. O grupo atua na implementação da Estratégia Nacional de Propriedade Intelectual (ENPI), com foco em inovação, competitividade e melhoria do ambiente de negócios.

Associação Paulista da Propriedade Intelectual

O secretário também se reuniu com a presidente da Associação Paulista da Propriedade Intelectual (ASPI), Soraya Imbassahy de Mello, para alinhar ações da entidade no âmbito da ENPI. A estratégia tem como objetivo coordenar e fortalecer o Sistema Nacional de Propriedade Intelectual (SNPI) até 2030, promovendo o uso estratégico da propriedade intelectual como instrumento de inovação e desenvolvimento econômico.

Fundada em 1983, a ASPI atua na difusão de conhecimentos sobre propriedade intelectual no Brasil e na defesa dos direitos e deveres dos profissionais da área.

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Instituto de Pesquisas Tecnológicas

Na terça-feira (28), Pedro Ivo esteve no Instituto de Pesquisas Tecnológicas (IPT), onde se reuniu com o diretor-presidente Anderson Correia para tratar do fortalecimento da infraestrutura da qualidade no país. O MDIC desenvolve o Portal Único de Infraestrutura da Qualidade que tem previsão para ser lançado ainda este mês. O Instituto foi convidado pelo secretário para integrar o projeto.

Segundo o secretário, o portal será um ponto central de integração do ecossistema nacional da qualidade, facilitando o acesso de empresas a informações técnicas, regulatórias e metrológicas. “A proposta é reunir, em um único ambiente, instrumentos e orientações necessários para que empresas desenvolvam e fabriquem produtos em conformidade com normas nacionais e internacionais”, afirmou.

Participaram da agenda representantes do MDIC e do IPT, incluindo equipes técnicas das áreas de regulação, finanças e pesquisa.

As agendas integram o conjunto de ações conduzidas pelo MDIC para modernizar o ambiente regulatório brasileiro, estimular a inovação e ampliar a competitividade da indústria nacional por meio da cooperação entre governo, setor produtivo e instituições de pesquisa.

Fonte: Ministério do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços

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