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Arquitetura, cultura e natureza no coração do Brasil

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No verão, o Distrito Federal amplia sua oferta turística e reafirma sua vocação para receber visitantes durante todo o ano. Conhecida mundialmente por sua arquitetura e por ser a capital do país, Brasília oferece muito mais do que turismo cívico, reunindo natureza preservada, espaços de lazer ao ar livre e programação cultural diversificada.

Durante a estação, os dias longos convidam a explorar parques, lagos, trilhas e espaços culturais. O verão brasiliense também é marcado por uma intensa agenda de eventos, feiras, festivais gastronômicos e atividades ao ar livre, que movimentam a capital e suas regiões administrativas.

NATUREZA E LAZER

Embora não possua praias, o DF conta com alternativas de lazer e contato com a natureza que se tornam ainda mais atrativas no verão:
– Lago Paranoá: um dos principais cartões-postais da capital, ideal para esportes náuticos, passeios de barco e stand up paddle.
– ⁠Parque Nacional de Brasília (Água Mineral): piscinas naturais de água corrente, trilhas e áreas de descanso em meio ao cerrado.
– ⁠Parque da Cidade Sarah Kubitschek: um dos maiores parques urbanos da América Latina, perfeito para caminhadas, ciclismo, piqueniques e atividades esportivas.
– ⁠Jardim Botânico de Brasília: contato direto com a biodiversidade do cerrado, com trilhas e áreas de contemplação.
– ⁠Cachoeira do Tororó e Chapada Imperial: opções de ecoturismo nos arredores da capital, com trilhas e quedas d’água.

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CULTURA, HISTÓRIA E ENTRETENIMENTO

O turismo cultural é um dos pilares do Distrito Federal, reunindo patrimônio, arquitetura e espaços de convivência:
– Conjunto Urbanístico de Brasília, reconhecido como Patrimônio Mundial pela Unesco, abriga ícones como a Catedral Metropolitana, Congresso Nacional, Palácio do Planalto e Palácio da Alvorada.
– ⁠Eixo Monumental, que concentra museus, memoriais e equipamentos culturais, como o Museu Nacional da República e a Biblioteca Nacional.
– ⁠Torre de TV, com vista panorâmica da cidade e feira permanente de artesanato.
– ⁠Pontão do Lago Sul, polo gastronômico e de lazer às margens do Lago Paranoá.
– ⁠Teatros, centros culturais e museus, com programação regular ao longo do ano.

GASTRONOMIA

A gastronomia do Distrito Federal expressa a diversidade cultural do país e carrega tradições que remontam aos primeiros anos de Brasília, com pizzarias e estabelecimentos clássicos que atravessam gerações e fazem parte da identidade da capital. Formada por pessoas de todas as regiões do Brasil, a cidade reúne sabores do Norte ao Sul, oferecendo ao visitante uma ampla variedade de culinárias regionais, cozinha internacional e pratos que valorizam os ingredientes do cerrado.

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COMO CHEGAR

O Distrito Federal é um dos principais centros de conectividade aérea do país. O Aeroporto Internacional de Brasília – Presidente Juscelino Kubitschek recebe voos diretos das principais capitais brasileiras e conexões internacionais. A capital também é atendida por ampla malha rodoviária, facilitando o acesso a partir de diferentes regiões do Brasil.

CONHEÇA O BRASIL

O Programa Conheça o Brasil: Voando tem como objetivo incentivar e facilitar as viagens dos brasileiros dentro do país. A iniciativa do Ministério do Turismo, em parceria com o Ministério de Portos e Aeroportos, a Associação Brasileira das Empresas Aéreas (Abear) e as companhias Azul, Gol, Latam e Voepass, busca democratizar o acesso à aviação civil, reduzir custos operacionais e ampliar a competitividade do mercado aéreo nacional, contribuindo para o fortalecimento do turismo doméstico.

Por Bárbara Magalhães
Assessoria de Comunicação do Ministério do Turismo

Fonte: Ministério do Turismo

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CMSE assegura atendimento eletroenergético em 2026 com reservatórios em níveis elevados no início do período seco

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O Ministério de Minas e Energia (MME) realizou, nesta quarta-feira (1º/7), a 320ª reunião ordinária do Comitê de Monitoramento do Setor Elétrico (CMSE). O colegiado destacou a melhora contínua das condições hidrometeorológicas na Região Sul ao longo do mês de junho, especialmente na bacia do rio Iguaçu, em comparação aos meses anteriores. O cenário contribuiu para a recuperação dos níveis de armazenamento dos reservatórios da região, que alcançaram níveis satisfatórios, reforçando a segurança do atendimento eletroenergético do país em 2026.

De acordo com o Operador Nacional do Sistema Elétrico (ONS), a atuação frequente de frentes frias e massas de ar frio nas regiões Sul, Sudeste e Centro-Oeste favoreceu a ocorrência de chuvas e a redução das temperaturas ao longo do período. Nessas três regiões, os termômetros registraram valores abaixo da média histórica para a época do ano.

Já as bacias dos rios Iguaçu, Tietê, Grande, Paranaíba e a incremental à UHE Itaipu apresentaram totais de precipitação superiores à média mensal. No caso das bacias dos rios Tietê, Grande e Paranaíba, os índices históricos de chuva para esta época do ano são naturalmente reduzidos. Para grande parte das demais bacias do Sistema Interligado Nacional (SIN), os cenários apresentam condições próximas à média histórica. Na reunião, também foi ressaltada a elevada probabilidade de ocorrência do fenômeno El Niño no segundo semestre de 2026, com predominância de projeções que apontam para intensidade forte ou muito forte.

No que se refere ao atendimento de potência do SIN, o ONS informou que, em cenários de maior demanda e condições climáticas adversas, está prevista a utilização complementar de usinas termelétricas, aliada à operação otimizada das hidrelétricas do rio São Francisco e ao uso estratégico do reservatório da UHE Itaipu.

Ainda durante a reunião, o ONS apresentou o Plano da Operação Energética (PEN) que avalia os critérios de garantia de suprimento de energia e potência, no horizonte 2027 a 2030. Os resultados serão divulgados no Portal do PEN (Sumário Executivo e Resultados em Power BI) no dia 7 de julho, data em que também será realizada reunião com agentes. Os Relatórios Finais serão divulgados no referido Portal do ONS e no SINtegre no dia 31 de julho.

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Informações Técnicas:

Condições Hidrometeorológicas: em junho, a precipitação foi superior à média mensal na área incremental à UHE Itaipu e nas bacias dos rios Iguaçu, Tietê, Paraíba do Sul, Grande e Paranaíba e no trecho montante à UHE Três Marias, no São Francisco. Ressalta-se que a média é baixa nas bacias da região Sudeste nessa época do ano. Nas demais bacias hidrográficas de interesse do SIN, os totais de precipitação foram inferiores à média.

Em relação à Energia Natural Afluente (ENA), ainda durante junho, foram observados valores abaixo da média histórica para os subsistemas Sudeste/Centro-Oeste, Sul, Nordeste e Norte, sendo 93%, 82%, 59% e 58% da Média de Longo Termo (MLT), respectivamente. Em termos de SIN foi verificada ENA de 82% da MLT.

Com relação à previsão meteorológica, o tema foi apresentado na reunião pelo Centro Nacional de Monitoramento e Alertas de Desastres Naturais (Cemaden), a convite do CMSE. Os destaques da previsão indicam, no horizonte de uma semana, chuvas abaixo da média nas bacias do Iguaçu e Jacuí e, na segunda semana, chuvas acima da média em parte da bacia do Paraná e condições normais nas demais bacias. Para a segunda quinzena, a previsão indica chuvas acima da média em parte da bacia do Paraná, Iguaçu e no Alto Uruguai. Nas demais bacias, chuvas em torno da média.

Energia Armazenada: ao final de junho, foram verificados armazenamentos equivalentes de 66%, 63%, 89% e 95% nos subsistemas Sudeste/Centro-Oeste, Sul, Nordeste e Norte, respectivamente. No SIN, o armazenamento foi de aproximadamente 71%.

Previsão Hidroenergética para Julho/2026:

Subsistema

ENA (% MLT)
Cenário Superior

ENA (% MLT)
Cenário Inferior

EARmáx (%)
Cenário Superior

EARmáx (%) Cenário Inferior

Sudeste/Centro-Oeste

105% 

87% 

63,8% 

62,3% 

Sul

125% 

50% 

75,2% 

52,2% 

Nordeste

61% 

61% 

84,4% 

88,6% 

Norte

72% 

68% 

93,3% 

93,1% 

SIN (total)

102%  

74% (4º menor em 96 anos) 

69,7% 

66,1% 

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Expansão da Geração e Transmissão: a expansão verificada em junho de 2026 foi de 184,5 MW de capacidade instalada de geração centralizada de energia elétrica, com destaque para entrada em operação comercial do Complexo Fotovoltaico Lagoinha, no município de Russas/CE, com 165 MW. No caso da transmissão, entraram em operação comercial 1.012 km de linhas de transmissão, com destaque para a entrada da LT 500 kV Xingó – Camaçari II C1 e C2 (357 km cada) e da LT 500 kV Presidente Juscelino – Vespasiano 2, C1 e C2 (149 km cada). Não houve entrada em operação comercial de novos transformadores com tensão igual ou superior a 230 kV.

Comercialização: No âmbito do monitoramento da comercialização, a Câmara de Comercialização de Energia (CCEE) apresentou os resultados da liquidação financeira do Mercado de Curto Prazo (MCP), referente à contabilização de maio de 2026. O montante totalizou R$ 3,07 bilhões, dos quais R$ 2,64 bilhões foram liquidados, com R$ 414,81 milhões (15,70% do liquidado) creditados à Conta de Energia de Reserva – CONER, enquanto R$ 424,40 milhões permaneceram inadimplidos.

Exportação/Importação: Considerando os meses de maio e junho de 2026 (dados preliminares), não houve exportação de energia proveniente de usinas hidrelétricas. Quanto à exportação termelétrica, em maio de 2026, o montante foi de 754 MWmédios (561 GWh), sendo 98% para a Argentina e 2% para o Uruguai. Em junho de 2026, o montante foi de 1.169,5 MWmédios (814 GWh), sendo 85% para a Argentina e 15% para o Uruguai. Não houve importação comercial nos meses de maio e junho de 2026.

O CMSE, na sua competência legal, continuará monitorando, de forma permanente, as condições de abastecimento e o atendimento ao mercado de energia elétrica do País, adotando as medidas para a garantia do suprimento de energia elétrica. As definições finais sobre a reunião do CMSE desta quarta-feira (01/07) serão consolidadas em ata devidamente aprovada por todos os participantes e divulgada conforme o regimento.

*Comitê de Monitoramento do Setor Elétrico 

Fonte: Ministério de Minas e Energia

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