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Brasil Mais Crédito para o Turismo inicia mobilização nacional com mais de 400 atendimentos em Salvador

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O Ministério do Turismo realizou, nesta segunda-feira (2/3), em Salvador (BA), mais de 400 atendimentos a empresários e microempreendedores do Estado durante o lançamento da ação “Brasil Mais Crédito para o Turismo”. O ministro do Turismo, Gustavo Feliciano, participou do evento e reforçou a importância de ampliar o acesso ao crédito e fortalecer os empreendedores que atuam diretamente na cadeia produtiva do turismo brasileiro.

A iniciativa marca o início de uma mobilização nacional voltada à ampliação do acesso ao crédito e ao fortalecimento de pequenos e médios negócios, responsáveis pela dinamização da economia local em diversas regiões do país.

“É uma grande satisfação estar aqui em Salvador, uma das capitais mais vibrantes do turismo brasileiro, para lançarmos nacionalmente o ‘Brasil Mais Crédito para o Turismo’. Esta é uma iniciativa que nasce seguindo a determinação do nosso presidente Lula, com um propósito muito claro: fortalecer quem faz o turismo acontecer na ponta”, afirmou o ministro Gustavo Feliciano.

O governador da Bahia, Jerônimo Rodrigues, também presente na ocasião, ressaltou o caráter integrado das políticas públicas voltadas ao setor. “Enquanto governador, quero olhar cada vez mais o turismo como um sistema nacional. A responsabilidade pelo turismo não é isolada, de um ou outro setor. É uma ação conjunta, que precisa do trabalho de todos os envolvidos”, afirmou.

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BALANÇO – Mais de 600 participantes participaram da ação na capital baiana, sendo mais de 400 atendimentos diretos a empresários, que receberam orientação técnica, esclarecimentos sobre linhas de financiamento e apoio para acesso ao crédito.

Salvador é a primeira cidade a receber o “Brasil Mais Crédito para o Turismo”, que percorrerá diversas cidades e regiões do país levando informação, orientação especializada e acesso facilitado a financiamentos. A ação reforça o compromisso do Governo do Brasil com o desenvolvimento sustentável do turismo.

ACESSO AO CRÉDITO – A ação visa promover o Fundo Geral de Turismo (Fungetur), instrumento do Ministério do Turismo destinado ao financiamento de projetos, obras, aquisição de equipamentos e capital de giro para empresas do setor. A iniciativa amplia as oportunidades de acesso ao crédito em condições facilitadas, contribuindo para a modernização dos serviços turísticos, a geração de emprego e renda e o fortalecimento da economia em todas as regiões do país.

Representando os municípios, a secretária de Turismo de Nova Redenção (BA), Gizana Martins, destacou a relevância da iniciativa para cidades de menor porte. “Esse tipo de evento é fundamental para municípios pequenos como o meu, onde o acesso à informação e ao crédito muitas vezes não chega da maneira apropriada. Estou aqui para levar essas informações e compartilhar as oportunidades com quem faz o turismo acontecer na minha cidade”, afirmou.

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VISITA – Durante a agenda em Salvador, o ministro Gustavo Feliciano também se reuniu com um casal de empresários locais que vive do turismo. Donos de um restaurante, Lisiane Cardoso e Tiago Pereira compartilharam suas experiências sobre o empreendedorismo no setor e o papel da gastronomia no fortalecimento do turismo local. O encontro teve como objetivo conhecer de perto a trajetória dos empresários, que transformaram o estabelecimento em referência gastronômica e em exemplo de geração de emprego e renda por meio do turismo. O bate-papo será divulgado em breve nas redes sociais do Ministério do Turismo.

Para Lisiane Cardoso, que também participou do lançamento do programa, a iniciativa representa novas oportunidades para o setor. “Tenho muitos amigos que trabalham com turismo aqui e a maioria enfrenta dificuldades por falta de acesso a crédito. Esse recurso melhora o fluxo de caixa, permite novos investimentos e, consequentemente, gera mais emprego e mais gente feliz”, afirmou.

Por Zeca Moreira

Assessoria de Comunicação do Ministério do Turismo

Fonte: Ministério do Turismo

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Brasil tem mais de 20 mil pedidos judiciais internacionais em andamento, cíveis e penais

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Brasília, 27/05/2026 – O Brasil tem hoje em andamento mais de 20 mil pedidos judiciais internacionais relacionados às áreas cíveis e penais, incluindo pedidos de extradição e de transferência de pessoas condenadas, somando-se os emitidos pelo país com os recebidos de outras nações.

O número foi informado, nesta quarta-feira (27), pelo ministro da Justiça e Segurança Pública, Wellington César Lima e Silva, em audiência pública na Comissão de Relações Exteriores e de Defesa Nacional da Câmara dos Deputados. “Tudo isso é um sinal de que o Brasil é ator relevante e demandado no Sistema Internacional de Justiça”, afirmou Lima.

Os pedidos são operados pela Secretaria Nacional de Justiça, sob comando da secretária Maria Rosa Guimarães Loula, especificamente pelo Departamento de Recuperação de Ativos e Cooperação Jurídica Internacional (DRCI), em articulação permanente com a Polícia Federal, o Ministério das Relações Exteriores, a Advocacia-Geral da União, o Ministério Público e a Defensoria Pública, além do Poder Judiciário e de outros parceiros.

“Esse trabalho apoia-se numa ampla rede normativa de mais de 120 acordos multilaterais e bilaterais. Na área penal, o Brasil mantém acordo de assistência jurídica com mais de 20 países e participa das Convenções das Nações Unidas contra o Crime Organizado, a Corrupção e os Crimes Cibernéticos. Vamos somar ainda, a tudo isso, tratados de extradição com cerca de 30 países e acordos de transferência de pessoas condenadas com outros 17. Instrumentos que dão efetividade às decisões judiciais com respeito à soberania e aos direitos fundamentais”, informou o ministro.

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Ele observou que decisões como a concessão de extradição ou a validação de atos internacionais são de competência do Supremo Tribunal Federal e do Superior Tribunal de Justiça, conforme o caso, e que o Ministério só pode se manifestar publicamente sobre esses temas com base em comunicações formais e dentro dos limites legais, inclusive quanto à proteção de dados e ao sigilo de investigações e recursos.

“O devido processo legal deve ser seguido em seu absoluto rigor. O esforço do Ministério da Justiça deve ser nessa direção, de manter um alto padrão de institucionalidade, que é o meu empenho”, assegurou Lima.

O ministro compareceu à Comissão para falar sobre a atuação internacional da Polícia Federal. Em sua exposição inicial, Wellington César Lima esclareceu que sua pasta não exerce função de direção da Polícia Federal, mas de supervisão finalística das atividades, sem interferência na condução técnica das investigações, atribuição exclusiva das autoridades policiais, conforme previsto na Constituição e na Lei nº 12.830/2013.

Desta forma, observou, não compete ao Ministério da Justiça determinar investigações, acelerar procedimentos ou acessar diligências sigilosas, sendo o controle da atividade policial exercido pelo Ministério Público e pelo Poder Judiciário. Também enfatizou que a autonomia técnica das investigações decorre da especialização institucional da Polícia Federal.

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O ministro reiterou a disposição permanente da pasta em manter diálogo transparente com o Parlamento e incorporar contribuições legislativas ao debate sobre segurança pública como política de Estado.

Fonte: Ministério da Justiça e Segurança Pública

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