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Conheça as políticas do MEC voltadas para a infância

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O Ministério da Educação (MEC) celebra, nesta sexta-feira, 21 de março, o Dia Internacional da Infância, com diversas políticas de acesso ao ensino e à aprendizagem para esse público, que compreende crianças de 0 a 12 anos, conforme o Estatuto da Criança e do Adolescente (ECA). Essa é uma etapa que marca o início da jornada educacional dos mais jovens e, por isso, conta com atividades que não só estimulam os estudos, mas também impactam o desempenho escolar futuro e a vida adulta, como atividade física, desenvolvimento motor, emocional e crítico, socialização e experimentação. 

A data foi definida pelo Fundo das Nações Unidas para a Infância (Unicef) com o objetivo de promover uma reflexão sobre a defesa dos direitos das crianças em todos os âmbitos. Na educação, esse é um período dividido em duas etapas: a primeira infância, que vai dos 0 a 5 anos e abarca as creches e pré-escolas; e a segunda infância, que vai dos 6 aos 12 anos e abrange o ensino fundamental I. 

De acordo com levantamento do Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira (Inep), 113.763 instituições de ensino brasileira ofertam matrículas da educação infantil 76.648 de creche e 99.796 de pré‐escola. Já o ensino fundamental está presente em 121.350 estabelecimentos de ensino, sendo 103.785 de anos iniciais. 

PnaeO Programa Nacional de Alimentação Escolar (Pnae) é uma das principais políticas de atenção e de assistência ao desenvolvimento infantil. A política é coordenada pelo Fundo Nacional de Desenvolvimento da Educação (FNDE) e oferece alimentação escolar e ações de educação alimentar e nutricional a estudantes da educação básica. O programa tem um investimento anual de R$ 5,3 bilhões, que beneficiam mais 40 milhões de alunos e permitem o fornecimento de 10 bilhões de refeições anuais.  

Foto: Divulgação/MEC
Foto: Divulgação/MEC

Novas obrasIniciativas do Novo PAC Seleções e do Pacto Nacional pela Retomada de Obras concentram os investimentos do Governo Federal nessa área. No Novo PAC, as inscrições para a segunda etapa estão abertas até 31 de março, destinando R$ 1,75 bilhão para a construção de 500 novas creches e escolas de educação infantil. Essa ação tem o potencial de criar até 94 mil novas vagas – ou 47 mil vagas em tempo integral – para crianças de 0 a 5 anos, contribuindo para reduzir desigualdades e ampliar o acesso à educação em municípios com maior déficit.  

CNCAO Compromisso Nacional Criança Alfabetizada (CNCA) busca assegurar o direito à alfabetização das crianças brasileiras na idade certa, até o final do 2° ano do ensino fundamental. A iniciativa também foca na recomposição das aprendizagens das crianças que foram afetadas pela pandemia de Covid-19. O Compromisso estabelece, entre seus princípios, a promoção da equidade educacional; a colaboração entre os entes federativos; e o fortalecimento das formas de cooperação entre estados e municípios.  

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 Já foi investido R$ 1,3 bilhão na política, que conta com a adesão de 99,9% dos estados e municípios brasileiros. Dentre as ações desenvolvidas pelo compromisso estão: o Selo Nacional Compromisso com a Alfabetização, que reconhece os esforços e iniciativas exitosas das secretarias; a formação de professores e gestores, que já tem mais de 400 mil educadores formados e terá 1.600 novas vagas de especialização em 2025; e a plataforma de avaliação formativa das aprendizagens. Até 2030, a meta do Governo Federal é chegar a 80% das crianças brasileiras alfabetizadas ao final do segundo ano do ensino fundamental. 

Foto: Isabelle Araújo/MEC
Foto: Isabelle Araújo/MEC

Além dessas, para estimular a leitura, o MEC também lançou, no âmbito do CNCA, o PDDE Programa Cantinho da Leitura. Por meio dele, escolas recebem recursos para viabilizar a instalação de espaços de incentivo a práticas de leitura em sala de aulas apropriados à faixa etária, ao contexto sociocultural, ao gênero e ao pertencimento étnico-racial dos estudantes. Atualmente, o Brasil conta com 51 mil escolas com Cantinhos de Leitura financiados. 

Tempo Integral O Programa Escola em Tempo Integral fomenta a criação de matrículas em tempo integral, incluindo creches e pré-escolas, na perspectiva da educação integral. Na modalidade de ensino, crianças ficam na escola por 7h diárias ou 35h semanas, nas quais os alunos têm acesso a habilidades e atividades que não teriam em no tempo parcial. O programa busca promover o estímulo ao esporte, à cultura e à arte, além de proporcionar um ambiente seguro que protege as crianças por mais tempo. Até o final de 2024, foram investidos R$ 4 bilhões. 

PDDE – O Programa Dinheiro Direto na Escola (PDDE) destina recursos financeiros, provenientes do Fundo Nacional de Desenvolvimento da Educação (FNDE), para que as escolas participantes possam realizar suas atividades prioritárias, como garantir o funcionamento dos estabelecimentos e promover melhorias na infraestrutura física. Além disso, a política realiza as seguintes ações: monitoramento e implementação dos parâmetros de qualidade; gestão, liderança e fortalecimento institucional; e currículo e práticas pedagógicas.   

EnecA Estratégia Nacional de Escolas Conectadas (Enec) é uma política voltada para a inclusão digital das escolas de educação básica de todo o país. A Enec articula políticas públicas para universalizar a conectividade com qualidade e garantir o uso intencional e pedagógico das tecnologias. A iniciativa está estruturada em seis eixos interligados, que impulsionam a inovação pedagógica, fortalecem a formação docente e promovem a equidade no letramento digital da comunidade escolar.  

Foto: Geyson Magno/MEC
Foto: Geyson Magno/MEC

 Em 2023, apenas 35% das instituições públicas de educação básica estavam conectadas dentro dos parâmetros estabelecidos para uso pedagógicos – internet rápida e distribuição de Wi-Fi adequada às necessidades de ensino. Até 2026, está previsto um investimento de R$ 8,8 bilhões pelo Governo Federal. Mais de 100 mil escolas já foram beneficiadas e mais de 175 mil professores já concluíram cursos de educação digital. 

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FundebO Fundo de Manutenção e Desenvolvimento da Educação Básica e de Valorização dos Profissionais da Educação (Fundeb) é o principal instrumento de financiamento da educação básica e é composto por recursos provenientes de impostos e das transferências dos Estados, Distrito Federal e Municípios vinculados à educação. O Fundeb é destinado a ações de manutenção e de desenvolvimento da etapa de ensino, sabendo aos municípios a utilização dos recursos na educação infantil e no ensino fundamental. 

EquidadePor meio da Secretaria de Educação Continuada, Alfabetização de Jovens e Adultos, Diversidade e Inclusão (Secadi), o MEC desenvolve diversas ações de equidade, que visam diminuir as desigualdades educacionais no país. Dentre elas, destaca-se a Política Nacional de Equidade, Educação para as Relações Étnico-Raciais e Educação Escolar Quilombola (PNEERQ), que visa transformar as instituições educacionais em espaços antirracistas, combatendo as desigualdades étnico-raciais ainda presentes no Brasil, de forma a promover a superação das barreiras de acesso e permanência na escola, além de valorizar as culturas e histórias de grupos historicamente marginalizados.  

Foto: João Bittar/MEC
Foto: João Bittar/MEC

Paralelamente, o MEC promove um conjunto de ações e programas voltados para a Educação Especial na Perspectiva na Educação Inclusiva, que busca assegurar a convivência entre todas as pessoas, respeitando as diferentes formas de aprender e se comunicar, com a formação contínua de professores para atender alunos com deficiências. A inclusão de crianças surdas tem sido prioridade, com programas de formação de professores para atuar com os estudantes surdos adotando a Língua Brasileira de Sinais (Libras) como primeira língua e o português como segunda. 

A pasta também direciona esforços significativos para garantir a educação de crianças de diversas origens sociais e culturais. As crianças indígenas e quilombolas, por exemplo, precisam de políticas que respeitem e atendam suas especificidades, sendo fundamental o investimento na formação de professores e na infraestrutura das escolas dessas comunidades.  

Outra ação do MEC é o apoio à educação de crianças provenientes de grupos sociais mais vulneráveis. O Programa Bolsa Família desempenha um papel fundamental ao garantir que essas crianças permaneçam na escola, superando as barreiras econômicas e sociais que dificultam seu acesso à educação. O MEC, por meio da Secadi, acompanha a frequência escolar dos beneficiários do programa, assegurando que a transferência de renda contribua diretamente para o desempenho educacional. 

Assessoria de Comunicação Social do MEC, com informações da Secretaria de Educação Básica (SEB) 

Fonte: Ministério da Educação

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Obmep premia 682 estudantes com medalhas de ouro em cerimônia

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O Ministério da Educação (MEC) participou, nesta segunda-feira, 22 de junho, da Cerimônia Nacional de Premiação da 20ª edição da Olimpíada Brasileira de Matemática das Escolas Públicas (Obmep), realizada no Rio de Janeiro. Durante o evento, que contou com a presença do presidente da República, Luiz Inácio Lula da Silva, e do ministro da Educação, Leonardo Barchini, 682 estudantes de todas as regiões do Brasil foram premiados com medalhas de ouro. A competição é organizada, desde 2005, pelo Instituto de Matemática Pura e Aplicada (Impa), a fim de reconhecer o potencial da educação em abrir caminhos e transformar vidas. 

No evento, o presidente Lula destacou a importância de ampliar o acesso ao conhecimento e de despertar o interesse dos estudantes pela matemática desde a educação básica. “Todo mundo gosta de tudo, se tiver a oportunidade de conhecer. Uma professora falou para mim que, quando os alunos aprenderem matemática, esta passará a ser a matéria que eles vão ter mais interesse, e o número de meninos e meninas na Obmep só vai crescer. Isso é um fato concreto”, disse. 

Lula também deixou uma reflexão aos estudantes premiados, ao defender a educação como instrumento de promoção da igualdade de oportunidades. “Eu acredito que a obrigação do Estado é garantir que a filha da empregada doméstica possa disputar a mesma vaga que a filha de seu patrão. Nós não queremos tirar ninguém, nós queremos colocar todos. Quero que os seus pais fiquem felizes quando vocês passarem no Enem [Exame Nacional do Ensino Médio], quando ganharem uma medalha de ouro e quando vocês virarem doutores. 

O ministro Leonardo Barchini lembrou do crescimento da olimpíada desde a primeira edição. “É com muita emoção que podemos dizer: ‘o que a gente plantou é indestrutível hoje em dia’. Não existe governo capaz de destruir a Obmep neste país. Ela já é uma realidade, e vocês estarão protegidos por aquilo que conquistaram“, disse. 

É com muita emoção que a gente pode dizer: ‘o que a gente plantou é indestrutível hoje em dia’. Não existe governo capaz de destruir a Obmep neste país.” Leonardo Barchini, ministro da Educação 

Barchini também ressaltou a importância da olimpíada para a identificação de talentos e ampliação de oportunidades educacionais aos jovens de todo o país. O talento não tem endereço, o que a gente precisa é que novas portas sejam abertas para que vocês cheguem ao seu objetivo, a Obmep é uma delas. Se a gente investir na educação, nós teremos uma sala cheia de medalhistas de matemática nas escolas deste país”. 

Ao todo, nesta edição, foram premiados 682 alunos com a medalha de ouro, 2.046 com a de prata e 5.888 com a de bronze. Dos primeiros colocados, 523 são estudantes de escolas públicas, enquanto 159 vêm de instituições privadas. Na categoria de prata, 1.560 são da rede pública e 485 da rede privada. Já entre os medalhistas de bronze, 4.508 são de instituições públicas e 1.380 de escolas privadas. São Paulo foi o estado com mais medalhas de ouro, com 180, seguido por Minas Gerais (74), Rio Grande do Sul (64), Santa Catarina (44) e Ceará (43). Além deles, outros 51 mil alunos receberam menção honrosa. 

O diretor-geral do Impa, Marcelo Viana, destacou a trajetória da Obmep ao longo de seus 20 anos, e o potencial dos estudantes premiados. “Nessas duas décadas, a olímpiada cresceu junto aos estudantes e junto ao Brasil. Tenho certeza de que as trajetórias desses jovens serão de enorme sucesso. Vocês são o futuro do nosso país”. 

A Obmep reúne anualmente mais de 18,3 milhões de estudantes do 6º ano do ensino fundamental ao 3º ano do ensino médio e acontece em 99,9% dos municípios brasileiros. A iniciativa é uma das principais políticas públicas de identificação e desenvolvimento de talentos científicos do país, contribuindo para que muitos dos premiados sejam convidados a integrar o Programa de Iniciação Científica Jr. (PIC), que oferece aulas avançadas de matemática e uma bolsa de iniciação científica de R$ 300 concedida pelo Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq) aos estudantes de escolas públicas.  

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Além disso, ao longo de duas décadas, a olimpíada também ajudou a aproximar jovens talentos de universidades e centros de excelência. Hoje, diversas instituições de ensino superior consideram o desempenho em olimpíadas científicas em seus processos seletivos, e muitos ex-medalhistas da Obmep seguem carreira em áreas como ciência, tecnologia, engenharia, educação e pesquisa. 

Confira o número de medalhistas por Unidade da Federação (UF):

UF 

OURO 

PRATA 

BRONZE 

MENÇÃO HONROSA 

TOTAL 

Acre 

0 

7 

6 

161 

174 

Alagoas 

8 

10 

63 

556 

637 

Amapá 

2 

4 

22 

171 

199 

Amazonas 

8 

24 

51 

490 

573 

Bahia 

23 

60 

170 

1.954 

2.207 

Ceará 

43 

139 

369 

3.836 

4.387 

Distrito Federal 

26 

76 

158 

762 

1.022 

Espírito Santo 

32 

56 

200 

1.302 

1.590 

Goiás 

11 

37 

162 

1.621 

2.831 

Maranhão 

6 

27 

75 

874 

982 

Mato Grosso 

5 

22 

59 

663 

749 

Mato Grosso do Sul 

5 

26 

60 

596 

687 

Minas Gerais 

74 

258 

773 

7.247 

8.352 

Pará 

17 

21 

68 

955 

1.061 

Paraíba 

16 

27 

62 

732 

837 

Paraná 

35 

156 

412 

3.644 

4.247 

Pernambuco 

27 

59 

167 

1.680 

1.933 

Piauí 

14 

35 

100 

1.070 

1.216 

Rio de Janeiro 

32 

137 

323 

2.213 

2.705 

Rio Grande do Norte 

2 

25 

55 

568 

650 

Rio Grande do Sul 

64 

165 

451 

3.073 

3.753 

Rondônia 

0 

5 

10 

228 

243 

Roraima 

1 

1 

7 

108 

117 

Santa Catarina 

44 

114 

393 

2.643 

3.194 

São Paulo 

180 

539 

1.608 

13.359 

15.686 

Sergipe 

4 

9 

31 

209 

253 

Tocantins 

3 

7 

33 

333 

376 

Total 

682 

2.046 

5.888 

51.048 

59.664 

Olimpíada Internacional de Matemática Ainda durante a solenidade, o presidente Lula e o ministro Barchini receberam os alunos que representarão o Brasil na Olimpíada Internacional de Matemática, que será realizada em Tóquio, no Japão, entre 10 e 14 de julho. O MEC investiu R$ 570 mil para custear a viagem de 17 estudantes do Centro Federal de Educação Tecnológica de Celso Suckow da Fonseca (Cefet-RJ) e de sete alunos do Colégio Pedro II, além de professores que acompanharão a comitiva. 

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Para serem selecionados, os discentes tinham que ser medalhistas de ouro ou prata na etapa nacional da Olimpíada Internacional de Matemática sem Fronteiras 2025 (OIMSF), competição que busca estimular o interesse pela disciplina e a melhoria do seu aprendizado; promover o intercâmbio científico juvenil; e fortalecer a imagem das instituições federais de educação no cenário educacional internacional. Também era necessário apresentar desempenho acadêmico elevadíssimo em matemática; estar vinculado a projetos de ensino e atividades pedagógicas complementares institucionais. 

Toda Matemática A premiação ocorre em um contexto de fortalecimento das políticas públicas voltadas à matemática na educação básica. Além do apoio à Obmep, o MEC coordena o Compromisso Nacional Toda Matemática (CNTM), estratégia desenvolvida em regime de colaboração com estados e municípios para promover avanços na aprendizagem da matemática. O CNTM atua por meio de ações voltadas à formação de professores, ao fortalecimento curricular e ao apoio técnico às redes de ensino para assegurar o direito de todos os estudantes ao desenvolvimento desse conhecimento essencial para suas trajetórias educacionais e para o futuro do país.  

ImpaFundado em 1952, o Instituto de Matemática Pura e Aplicada é um centro de pesquisa matemática e de pós-graduação, que tem como missão desenvolver pesquisa avançada em matemática pura e aplicada, dar continuidade à formação acadêmica com cursos de pós-graduação e promover a disseminação da matemática. A instituição atua, principalmente, nas áreas de sistemas dinâmicos, probabilidade, computação gráfica, dinâmica dos fluidos, entre outras, e conta com um corpo científico com mais de 45 pesquisadores. 

O Impa oferece cursos de pós-graduação em mestrado, doutorado e mestrado profissionalizante, além de programas de formação continuada para professores de matemática. Desde 2024, oferece também o curso de graduação, o Impa Tech, bacharelado em matemática da tecnologia e inovação, que tem o objetivo de capacitar os estudantes para entrar de forma efetiva no mercado de tecnologia e inovação. O programa reserva até 80% das vagas para medalhistas de olimpíadas do conhecimento, entre elas a Obmep. 

ObmepCriada em 2005, a Obmep é um projeto nacional realizado pelo Impa e promovido com recursos do MEC e do Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovação (MCTI). O objetivo é estimular o estudo da matemática e identificar talentos na área, promovendo a inclusão social por meio da difusão do conhecimento, contribuindo para a melhoria da qualidade da educação básica e possibilitando que maior número de alunos brasileiros possa ter acesso a material didático de qualidade.   

A olimpíada também busca identificar jovens talentos e incentivar seu ingresso em universidades, nas áreas científicas e tecnológicas, além de contribuir para a integração das escolas brasileiras com as universidades públicas, os institutos de pesquisa e as sociedades científicas. O incentivo ao aperfeiçoamento dos professores das escolas públicas de forma a contribuir para a sua valorização profissional também é objetivo da Obmep.   

Assessoria de Comunicação Social do MEC, com informações do Impa 

Fonte: Ministério da Educação

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