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Divulgado resultado do Selo Petronilha
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O Ministério da Educação (MEC) divulgou, nesta sexta-feira, 6 de junho, as 20 secretarias de educação premiadas com o Selo Petronilha Beatriz Gonçalves e Silva de Educação para as Relações Étnico-Raciais. Foram selecionadas até duas iniciativas por secretaria, relacionadas à Educação para as Relações Étnico-Raciais (Erer) ou à Educação Escolar Quilombola (EEQ). A iniciativa faz parte da Política Nacional de Equidade, Educação para as Relações Étnico-Raciais e Educação Escolar Quilombola (Pneerq), coordenada pela Secretaria de Educação Continuada, Alfabetização de Jovens e Adultos, Diversidade e Inclusão (Secadi) do MEC, responsável pelo lançamento do Selo.
Confira, em ordem alfabética, as secretarias de educação premiadas:
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Angra dos Reis (RJ);
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Araraquara (SP);
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Araripe (CE);
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Brasília (DF);
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Cabo Frio (RJ);
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Campo Grande (MS);
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Castelo (ES);
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Chapecó (SC);
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Ibipitanga (BA);
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Jequié (BA);
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Machados (PE);
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Moju (PA);
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Natuba (PB);
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Nova Iguaçu (RJ);
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Nova Petrópolis (RS);
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Porto Alegre (RS);
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São Carlos (SP);
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Sinop (MT);
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União dos Palmares (AL) e
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Vinhedo (SP).
Cada secretaria selecionada receberá apoio financeiro no valor de R$ 200 mil por iniciativa, por meio do Plano de Ações Articuladas (PAR). Os recursos são destinados à manutenção, ao fortalecimento, à sistematização e à disseminação das ações propostas. O auxílio financeiro deverá ser usado para apoiar a continuidade e/ou o aprimoramento das ações selecionadas.
Para participar da seleção, as redes precisavam ter aderido à Pneerq e participado do Diagnóstico Equidade. Outro pré-requisito era ter atingido a pontuação mínima nos índices de Formação da Educação para as Relações Étnico-Raciais e de Formação da Educação Escolar Quilombola.
As secretarias de educação contempladas apresentaram até duas propostas voltadas à promoção de uma educação comprometida com a equidade racial, a valorização das histórias e das culturas afro-brasileiras e quilombolas e a construção de práticas pedagógicas antirracistas em seus territórios.
A entrega do Selo Petronilha representa o reconhecimento do compromisso dessas secretarias com a implementação de políticas educacionais voltadas à superação do racismo e à promoção da justiça social por meio da educação.
A seleção foi realizada com base nos seguintes critérios: relevância da iniciativa; envolvimento comunitário nas ações; formação continuada dos profissionais da educação; e sustentabilidade institucional das iniciativas.
Selo – O Selo Petronilha Beatriz Gonçalves e Silva de Educação para as Relações Étnico-Raciais tem como objetivo reconhecer e valorizar, por meio de um selo de reconhecimento, as secretarias de educação que se destacam por políticas, programas ou ações voltadas à formação de profissionais da educação para a implementação da Lei nº 10.639, de 9 de janeiro de 2003 (modificada pela Lei nº 11.645, de 2008). A iniciativa visa promover a equidade racial na educação, valorizando as redes de ensino que realizam ações para a promoção da equidade racial, da educação para as relações étnico-raciais e da educação escolar quilombola.
Assessoria de Comunicação Social do MEC, com informações da Secadi
Fonte: Ministério da Educação
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Dia D mobiliza escolas de todo o país para transformar resultados do Ideb
O que os resultados do Índice de Desenvolvimento da Educação Básica (Ideb) dizem sobre a aprendizagem dos estudantes? Quais conhecimentos precisam ser retomados? Quais alunos precisam de mais apoio? E o que a escola pode fazer, a partir desses dados, para melhorar?
Essas são algumas das perguntas que orientarão o Dia D de Apropriação dos Resultados do Ideb nas Escolas, promovido pelo Ministério da Educação (MEC). A mobilização integra o Brasil Aprende+, estratégia do MEC para apoiar as redes de ensino na análise dos resultados e na definição de ações para fortalecer a aprendizagem.
Entre 18 de agosto e 2 de setembro, o MEC promoveu reuniões técnicas com estados, municípios prioritários e equipes das redes de ensino de todo o país para apresentar a estratégia, analisar os resultados e orientar as redes sobre as próximas etapas da mobilização.
Agora, o trabalho chega às escolas. O Dia D será um momento de leitura coletiva dos resultados, identificação dos principais desafios e planejamento das ações. Gestores, coordenadores pedagógicos e professores poderão analisar os dados de suas unidades, identificar as aprendizagens que precisam de maior atenção e definir prioridades.
Cada rede de ensino poderá escolher o melhor dia dentro do período de 8 a 11 de setembro, considerando seu calendário e sua realidade local. As aulas devem ser mantidas regularmente durante a realização do Dia D. A orientação é utilizar o tempo de planejamento para organizar as reuniões de apropriação dos resultados.
Ferramentas para o Dia D
Para apoiar esse trabalho, o MEC disponibiliza a Caixa de Ferramentas do Brasil Aprende+, que será utilizada pelas equipes durante o processo de análise e planejamento:
- Guia para coordenadores(as) pedagógicos(as);
- Guia para professores;
- Guia para redes de ensino;
- Guia para gestores escolares;
- Apresentação das atividades do Dia D;
- Painel Estratégico de Priorização Brasil Aprende+;
- Plano de Ação da Rede;
- Plano de Ação da Escola.
- Formulário de Conclusão do Dia D.
Com esses instrumentos e ferramentas, as equipes poderão aprofundar a leitura dos resultados, identificar quais habilidades e conhecimentos precisam ser priorizados e planejar as ações pedagógicas de acordo com as necessidades de cada escola.
A partir da análise, cada escola poderá construir ou adaptar seu plano de ação, definindo prioridades, metas, ações, responsáveis e formas de acompanhar os resultados. Os planos de ação das escolas devem ser enviados para as respectivas redes de ensino até 10 de outubro. Já as redes terão até 30 de outubro para inserir no Sistema Integrado de Monitoramento, Execução e Controle (Simec) o plano de ação da rede.
Assim, o Dia D transforma os dados da avaliação em um momento de diagnóstico e tomada de decisão pedagógica, conectando os resultados do Ideb ao planejamento das escolas.
E o trabalho continua depois da mobilização: redes e escolas deverão acompanhar as iniciativas desenvolvidas, analisar os avanços e ajustar o planejamento sempre que necessário. E o MEC desenvolverá novas ações de formação, a partir da análise dos planos de ação das redes, aprimorando a astsistência técnica e a assistência financeira, com foco na melhoria da aprendizagem.
Assessoria de Comunicação Social do MEC, com informações da Secretaria de Educação Básica (SEB)
Fonte: Ministério da Educação



