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Feirão do Turismo alavanca vendas de empresas do setor

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O setor turístico já comemora os bons resultados do Feirão do Turismo, que aconteceu presencialmente dentro do Salão do Turismo, em São Paulo, de 21 a 23 de agosto e segue também pelas plataformas online até 27 de agosto. E as vendas tem superado as expectativas dos participantes da iniciativa. Apenas uma operadora atingiu a marca de R$ 150 mil em vendas nos três dias de evento, acima do esperado previamente.

Segundo o diretor da empresa, Garon Piceli, a procura surpreendeu a equipe. “A gente nem tinha projetado uma meta além das vendas presenciais, mas a procura na Feira online superou todas as expectativas. Muita gente está entrando em contato com nosso call center em Foz do Iguaçu (PR) e acredito que possamos chegar a R$ 200 mil em vendas até o fim do Feirão”, destacou.

Para estimular os resultados, a agência antecipou promoções que seriam lançadas apenas em setembro, oferecendo até 50% de desconto em passeios e atrativos de Foz do Iguaçu, com possibilidade de compra até 27 de agosto e utilização até junho de 2026. “O cliente não precisa escolher uma data fixa para viajar agora. Ele garante a oferta e pode usar depois, de forma flexível”, explicou Picelli.

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O sucesso do Feirão pode ser medido também pela experiência de quem aproveitou as ofertas. A paulista Gisele Palla, por exemplo, sempre sonhou em conhecer Foz do Iguaçu, mas adiou a viagem diversas vezes. Agora, preste a se casar, viu no Feirão a oportunidade de transformar o sonho em realidade e vai passar sua lua de mel na cidade das Cataratas.

“Fechei a viagem aqui no Feirão do Turismo, aproveitando os descontos que fizeram toda a diferença. Consegui um valor bem abaixo do esperado para a época que queríamos, o que foi decisivo. Vamos poder realizar dois desejos: o dele, de conhecer a Tríplice Fronteira, e o meu, de finalmente visitar Foz do Iguaçu”, contou.

Histórias como a de Gisele ajudam a explicar por que o Feirão do Turismo vem se consolidando como um dos principais momentos de compra de viagens no Brasil, reunindo oportunidades que unem sonhos, economia e planejamento.

FEIRÃO DO TURISMO – O Feirão do Turismo, conhecido como a “Black Friday” do setor, é uma iniciativa do Ministério do Turismo e reúne mais de 100 empresas que oferecem ao público a oportunidade de garantir viagens e experiências únicas com preços especiais. Turistas de todo o Brasil podem adquirir pacotes, hospedagens, passagens e passeios com descontos de até 30%, incentivando a descoberta de novos destinos e movimentando a economia do turismo nacional.

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PARCERIA – O 9º Salão do Turismo: Conheça o Brasil, a maior vitrine do turismo brasileiro, é promovido pelo Ministério do Turismo, em parceria com o Governo do Estado de São Paulo e a Prefeitura Municipal de São Paulo. O evento conta com o apoio do SESC, SENAC e Sebrae Nacional, além de parceiros como Embratur, Itaipu Binacional, Banco do Brasil e Caixa Econômica Federal.

Por Fábio Marques
Assessoria de Comunicação do Ministério do Turismo

Fonte: Ministério do Turismo

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Turismo plural é estratégia de competitividade, defendem especialistas no Fórum Internacional de Mulheres no Turismo

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Ir além do óbvio e incluir recortes de gênero, raça, idade e ancestralidade não é apenas uma pauta social, mas uma estratégia de competitividade e mercado para os destinos brasileiros. Essa avaliação marcou o painel “Diversidade e Inclusão Turística da Mulher”, realizado nesta quinta-feira (4), durante o segundo dia do Fórum Internacional de Mulheres no Turismo, em João Pessoa (PB). O debate reuniu especialistas em afroturismo, turismo 60+ e turismo indígena para discutir como diferentes trajetórias, identidades e territórios influenciam a forma de viajar, empreender e consumir turismo no país.

​A coordenadora-geral de Turismo Responsável e Sustentável do Ministério do Turismo, Carolina Fávero, destacou que as políticas públicas voltadas às mulheres precisam considerar essa pluralidade. “As mulheres viajam de maneiras diferentes, vivem realidades diferentes e se relacionam com os destinos de formas distintas. Pensar em um turismo mais inclusivo significa reconhecer essa diversidade e construir experiências que contemplem todas elas”, afirmou.

​Afroturismo

​Especialista em afroturismo, Thaís Rosa Pinheiro defendeu que os destinos brasileiros avancem no reconhecimento da diversidade racial presente no país e valorizem histórias que, por muito tempo, permaneceram invisibilizadas. 

Segundo ela, os turistas buscam cada vez mais experiências autênticas, ligadas à identidade, à cultura e à memória dos territórios. ​”O turismo é feito de pessoas para pessoas. As belezas naturais são importantes, mas o que conecta o visitante aos destinos são as histórias, a cultura e a identidade de quem vive nesses lugares”, ressaltou.

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​Para Thaís, ampliar o olhar sobre o afroturismo também significa qualificar o acolhimento e combater situações de discriminação, que ainda afetam viajantes negros em diferentes etapas da experiência turística.

​Turismo 60+

A criadora do blog Sentidos do Viajar, Sylvia Yano, chamou a atenção para o crescimento da população idosa e para a necessidade de o setor desenvolver produtos e experiências mais adequados a esse público. Segundo ela, muitas mulheres acima dos 60 anos ainda não se reconhecem na comunicação e na oferta turística disponíveis atualmente.

​Dados apresentados pela especialista mostram que 74% das pessoas com mais de 60 anos não se enxergam representadas no turismo. Atualmente, o Brasil possui cerca de 35 milhões de pessoas nessa faixa etária, número que tende a crescer nas próximas décadas.

​”A população está envelhecendo e o turismo precisa se preparar para isso. Não estamos falando apenas de acessibilidade, mas de experiências significativas, autênticas e alinhadas aos interesses desse público”, ressaltou.

​Protagonismo indígena

​Representando a Rota dos Encantados Potiguara, a empreendedora indígena Îasypytã Potiguara defendeu que os povos originários deixem de ser vistos apenas como atrativos turísticos e passem a ocupar o papel de protagonistas na construção e na gestão das experiências oferecidas aos visitantes.

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​Segundo ela, iniciativas de etnoturismo sustentável têm contribuído para preservar tradições, fortalecer economias locais e gerar renda para mulheres indígenas em seus próprios territórios. ​”Quem melhor para contar a história de um povo do que as pessoas que pertencem a ele? Quando os povos indígenas assumem o protagonismo do turismo, fortalecem sua cultura, preservam seus territórios e transformam a realidade das comunidades”, afirmou.

​Encerrando o painel, as participantes defenderam que a ampliação da diversidade no turismo não deve ser vista apenas como uma pauta de inclusão, mas como uma estratégia para tornar os destinos mais competitivos, autênticos e preparados para atender aos diferentes perfis de viajantes que movimentam o setor.

Por Natália Moraes e Isadora Lionço
Assessoria de Comunicação do Ministério do Turismo

Fonte: Ministério do Turismo

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