CUIABÁ
Pesquisar
Close this search box.

BRASIL

MEC apoia formação para recomposição das aprendizagens na PB

Publicados

BRASIL

O Ministério da Educação (MEC) tem coordenado, em parceria com estados e municípios, ações voltadas à recomposição das aprendizagens e ao fortalecimento dos indicadores educacionais. A Secretaria de Estado da Educação da Paraíba (SEE-PB) realizou, no fim de junho, em João Pessoa, a primeira etapa da formação “Movimenta A+ PB: Recomposição da Aprendizagem com foco no Saeb”. Iniciativa faz parte do Pacto Nacional pela Recomposição das Aprendizagens, conduzido pelo MEC. 

A atividade reuniu gestores e professores articuladores da rede estadual para alinhar práticas pedagógicas e preparar as escolas para o Sistema de Avaliação da Educação Básica (Saeb) 2025. Durante o encontro, os participantes discutiram a relação entre os resultados da avaliação e o Índice de Desenvolvimento da Educação Básica (Ideb), além de analisarem a nova matriz de referência do Saeb, alinhada à Base Nacional Comum Curricular (BNCC). 

A programação incluiu oficinas práticas, em que educadores exploraram itens de avaliações externas e construíram o Mapa Estratégico de Recomposição com Foco no Saeb, ferramenta orientada pelo MEC para apoiar escolas no planejamento pedagógico, com base em indicadores como taxas de aprovação, matrículas e resultados de avaliações diagnósticas. 

Leia Também:  Ministério do Turismo contrata, via Unesco, consultor para desenvolvimento de manual inédito sobre empreendimentos turísticos sustentáveis

Segundo Jefferson Aguiar, articulador representante da Paraíba no grupo de trabalho interfederativo do pacto, a proposta fortalece o planejamento pedagógico das redes. “O mapa estratégico possibilita às escolas visualizar suas necessidades reais e alinhar ações de recomposição das aprendizagens às metas do Ideb”. 

Após a etapa presencial, a formação foi replicada em julho e agosto nas escolas da rede estadual, garantindo capilaridade à iniciativa. Para a gerente-executiva de Escolas Cidadãs Integrais da SEE-PB, Wennia Figueiredo, o alinhamento proporcionado pela ação amplia as chances de sucesso dos estudantes paraibanos nas avaliações externas. 

Com o apoio do MEC, a Paraíba se soma a outros estados que já implementam o Pacto Nacional pela Recomposição das Aprendizagens, fortalecendo o trabalho pedagógico e preparando as redes de ensino para avanços consistentes no Saeb e no Ideb. 

Pacto – O Pacto Nacional pela Recomposição das Aprendizagens é uma iniciativa do MEC que tem como objetivo apoiar estados, municípios e o Distrito Federal na recomposição das aprendizagens de estudantes da educação básica que apresentam defasagens. A política, construída de forma colaborativa com o Conselho Nacional de Secretários de Educação (Consed) e a União Nacional dos Dirigentes Municipais de Educação (Undime), busca garantir que esses estudantes tenham acesso a uma educação de qualidade, reduzindo desigualdades e fortalecendo a equidade no ensino. 

Leia Também:  Conferência discute ações em busca de um mundo melhor e mais justo

Assessoria de Comunicação Social do MEC, com informações da Secretaria de Educação Básica (SEB) 

Fonte: Ministério da Educação

Propaganda

BRASIL

Programa Brasil Contra o Crime Organizado ultrapassa R$ 2 bilhões de prejuízo às facções criminosas

Publicados

em

Brasília, 26/06/2026 – O Programa Brasil Contra o Crime Organizado, coordenado pelo Ministério da Justiça e Segurança Pública (MJSP), alcançou um novo marco no enfrentamento às organizações criminosas. Desde o lançamento da iniciativa, em maio deste ano, as operações integradas já provocaram R$ 2 bilhões de prejuízo estimado às facções criminosas, resultado das ações coordenadas entre forças federais, estaduais e municipais em todo o território nacional.

O balanço mais recente aponta que o programa já contabiliza 12.312 pessoas presas, com a mobilização de 15.793 profissionais de segurança pública em 11 operações nacionais, reforçando a estratégia do Governo Federal de enfraquecer as estruturas financeiras, logísticas e operacionais das organizações criminosas.

Na frente de asfixia financeira, um dos principais eixos do programa, as ações já resultaram na apreensão de 115,2 toneladas de drogas, 32,4 mil unidades de drogas sintéticas e na erradicação de 63,3 mil pés de maconha. As operações também permitiram a apreensão de R$ 706,3 milhões em bens, o bloqueio de R$ 319,9 milhões em ativos, além da aplicação de R$ 12,7 milhões em multas e da recuperação de R$ 6,9 milhões em tributos, retirando recursos que financiavam a atuação das organizações criminosas.

Leia Também:  Luiz Marinho se reúne com representantes dos trabalhadores rurais do Distrito Federal e de Goiás

Os resultados também refletem o fortalecimento do combate ao armamento dessas facções. Desde o começo do programa, foram retiradas de circulação 266 armas longas, 606 armas curtas, 289 armas artesanais, quase 30 mil munições, além de explosivos e diversos acessórios utilizados pelas organizações criminosas.

Outro eixo estratégico da iniciativa é a proteção às mulheres. Até o momento, as ações integradas já resultaram em 3.062 prisões relacionadas à violência contra a mulher, além da realização de 2.731 ações educativas presenciais, 455 ações de conscientização nas redes sociais e do alcance de mais de 51 mil pessoas em atividades de prevenção em todo o País.

Para o ministro da Justiça e Segurança Pública, Wellington César Lima e Silva, os resultados demonstram que o enfrentamento ao crime organizado exige atuação coordenada e foco na desarticulação das estruturas econômicas das facções.

“O crime organizado não será enfrentado apenas com prisões. Precisamos retirar sua capacidade financeira, impedir a circulação de armas, fortalecer o sistema prisional e integrar inteligência, investigação e controle financeiro. Quando atacamos o patrimônio das organizações criminosas, retiramos o oxigênio que mantém essas estruturas funcionando”, ressalta.

Leia Também:  MTE recebe representantes do setor de transporte com propostas para proteção dos trabalhadores no Corredor Bioceânico

O secretário nacional de Segurança Pública, Chico Lucas, destaca que o programa foi concebido para atingir todos os pilares que sustentam a atuação das organizações criminosas.

“O resultado de R$ 2 bilhões de prejuízo demonstra que estamos atacando aquilo que mantém o crime organizado de pé: sua capacidade financeira, sua logística e sua articulação interestadual. Cada arma apreendida, cada ativo bloqueado, cada bem sequestrado e cada prisão realizada representam um enfraquecimento concreto dessas organizações. O Brasil Contra o Crime Organizado é uma estratégia permanente de integração entre União, estados e municípios para tornar cada vez mais difícil a atuação das facções em nosso País”, afirma.

Lançado pelo Governo Federal em maio de 2026, o Programa Brasil Contra o Crime Organizado reúne ações permanentes de inteligência, investigação, integração operacional e fortalecimento institucional. A iniciativa articula diferentes órgãos e forças de segurança para combater o tráfico de drogas e armas, promover a asfixia financeira das organizações criminosas, fortalecer o sistema prisional e ampliar a proteção à população, consolidando uma política nacional de enfrentamento ao crime organizado baseada na integração e no uso estratégico da inteligência.

Fonte: Ministério da Justiça e Segurança Pública

Continue lendo

CUIABÁ

POLÍCIA

POLÍTICA MT

MATO GROSSO

MAIS LIDAS DA SEMANA