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MEC capacita instituições que visam ter polo de inovação
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Foi iniciada, nesta segunda-feira, 12 de maio, em Fortaleza (CE), a capacitação técnica para 16 instituições da Rede Federal de Educação Profissional, Científica e Tecnológica, selecionadas pelo Edital nº 02/2025. A iniciativa visa contribuir para o processo de seleção de novas unidades como polos de inovação da Empresa Brasileira de Pesquisa e Inovação Industrial (Embrapii). O treinamento, que segue até quarta-feira, 14 de maio, é uma iniciativa do Ministério da Educação (MEC), por meio da Secretaria de Educação Profissional e Tecnológica (Setec), em parceria com a Embrapii, e ocorre no Polo de Inovação do Instituto Federal do Ceará (IFCE).
O programa foi dividido em duas etapas. Na primeira, os 16 grupos de pesquisa selecionados pelo edital participam das mentorias virtuais e da imersão presencial. Oito grupos serão eleitos para a segunda etapa, em que farão o programa completo de Maturidade Embrapii, com assessoramento técnico individualizado dos especialistas da empresa, avaliação de processos e recomendações de melhorias ao longo de até seis meses.
“Essa é uma ação inédita, que se insere em uma série de iniciativas para o desenvolvimento da educação profissional e tecnológica no Brasil, uma prioridade do Governo Federal. Nesses 10 anos de parceria entre o MEC e a Embrapii, já foram investidos R$ 2,1 bilhões em projetos de PD&I [Pesquisa, Desenvolvimento e Inovação] com as instituições federais de ensino. Para 2025, estimamos mais de R$ 70 milhões para esses projetos”, destacou a coordenadora-geral de Incentivo à Cooperação e à Inovação na Educação Profissional e Tecnológica do MEC, Marcela Ferreira Paes, na abertura do treinamento.
Ao todo, o MEC tem unidades credenciadas pela Embrapii em 44 instituições federais de ensino, sendo 31 universidades e 13 institutos federais. Essas unidades são voltadas para o atendimento de demandas dos setores produtivos por pesquisa, desenvolvimento e inovação, além de formação profissional para atividades produtivas de base tecnológica.
Assessoria de Comunicação Social do MEC, com informações do IFCE
Fonte: Ministério da Educação
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Viaje por São Miguel das Missões (RS), um encontro com a história do Brasil
Entre igrejas de pedra, esculturas sacras e vestígios de construções que atravessaram séculos, São Miguel das Missões (RS) preserva um dos mais importantes sítios arqueológicos do Brasil. Reconhecido pela Unesco como Patrimônio Mundial desde 1983, o local guarda as ruínas do antigo povoado de São Miguel Arcanjo, criado por missionários jesuítas e indígenas guaranis durante o período colonial.
Instalado entre os séculos 17 e 18, no território que hoje corresponde ao Brasil e à Argentina, o sítio integra um conjunto de antigas missões. Essas comunidades foram criadas pelos jesuítas para catequizar os povos guaranis, mas também funcionavam como centros de moradia, agricultura, educação, música, arte e produção artesanal.
Com o fim das missões, parte das construções foi abandonada e as ruínas preservadas hoje ajudam a contar essa história.
Reconhecimento
A Unesco reconheceu São Miguel das Missões por preservar o mais importante conjunto preservado das Missões Jesuítico-Guaranis no Brasil. As ruínas da Igreja de São Miguel Arcanjo, da praça central e de outras estruturas do antigo povoado ajudam a compreender como viviam indígenas guaranis e missionários jesuítas entre os séculos 17 e 18.
O sítio brasileiro integra um Patrimônio Mundial compartilhado com quatro antigas missões na Argentina, formando um dos mais importantes conjuntos históricos da América do Sul.
O que fazer
Entre os principais atrativos estão:
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Sítio Arqueológico de São Miguel Arcanjo: principal atração da cidade, reúne as ruínas da antiga igreja, da torre e de construções que faziam parte do povoado missioneiro.
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Museu das Missões: apresenta imagens sacras, esculturas e objetos produzidos nas antigas missões, além de ajudar o visitante a entender a organização desses povoados.
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Espetáculo Som e Luz: realizado à noite, usa iluminação e narração para contar a história das Missões Jesuítico-Guaranis.
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Praça das Missões: em frente às ruínas, oferece uma das principais vistas do conjunto histórico.
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Artesanato missioneiro: produzido por artesãos da região, reúne peças inspiradas na cultura guarani e na história das missões.
Quem estiver de carro pode aproveitar a viagem para conhecer outros destinos da Rota das Missões, como Santo Ângelo, São João Batista e o Santuário do Caaró, que ajudam a compreender a história da presença jesuítica no Sul do Brasil.
Quando visitar
São Miguel das Missões pode ser visitada durante todo o ano. Entre outubro e maio, as temperaturas são mais altas e favorecem os passeios ao ar livre.
Entre os principais eventos estão:
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Espetáculo Som e Luz: realizado regularmente junto às ruínas.
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Réveillon nas Missões: com apresentações culturais.
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Semana Nacional dos Museus: com programação especial no Museu das Missões.
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Semana Farroupilha: celebrada em setembro, com atividades culturais em toda a região.
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Celebrações religiosas e eventos ligados à cultura missioneira: ao longo de todo o ano.
Como chegar
São Miguel das Missões está localizada na Região das Missões, no noroeste do Rio Grande do Sul. O acesso mais rápido é pelo Aeroporto Regional Sepé Tiaraju, em Santo Ângelo, a cerca de 50 quilômetros do município. A partir dali o trajeto pode ser feito de carro, ônibus ou traslado.
Também é possível chegar pelo Aeroporto Internacional Salgado Filho, em Porto Alegre. Nesse caso, a viagem até São Miguel das Missões é feita por rodovia, em um percurso de aproximadamente 480 quilômetros.
Para quem viaja de carro, o principal acesso é pela BR-285, que liga a cidade a municípios da Região das Missões e a outras rodovias do estado.
Patrimônio Mundial
A Lista do Patrimônio Mundial reúne locais reconhecidos pela Unesco por sua importância cultural, natural ou histórica para a humanidade. Os bens inscritos são considerados de valor universal excepcional e passam a integrar uma relação internacional de patrimônios, cuja preservação é de interesse mundial.
O Brasil possui atualmente 26 bens inscritos na lista, distribuídos entre as categorias Cultural, Natural e Mista.
Por Natália Moraes
Assessoria de Comunicação do Ministério do Turismo
Fonte: Ministério do Turismo


