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MME debate políticas energéticas com a França pelo Comitê Gestor do Diálogo para Transição e Segurança Energética e Minerais Estratégicos

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O Ministério de Minas e Energia (MME) realizou, nesta quinta-feira (3/04), a reunião inaugural do Comitê Gestor do Diálogo para Transição e Segurança Energética e Minerais Estratégicos (DTEME). O comitê foi estabelecido por iniciativa dos presidentes do Brasil e da França durante a recente visita do líder francês ao país.

No encontro virtual, foram debatidas as políticas energéticas de ambos os países, bem como a proposta brasileira de criação da Coalizão Global pelo Planejamento Energético (GCEP). Além disso, discutiram-se iniciativas multilaterais no âmbito da Agência Internacional de Energia (IEA, na sigla em inglês), reforçando o compromisso conjunto com a segurança energética e a transição para fontes sustentáveis.

O Secretário Nacional de Transição Energética e Planejamento, Thiago Barral, ressaltou as principais prioridades do Brasil no setor energético, enfatizando a necessidade de conciliar segurança e confiabilidade energética com acesso amplo, custos reduzidos, sustentabilidade e inovação.

Ele também destacou os avanços recentes em marcos regulatórios estratégicos, como os relativos ao hidrogênio, ao programa Combustível do Futuro, à geração eólica offshore, ao Programa de Aceleração da Transição Energética (PATEN), ao programa Mover e ao Mercado de Carbono, reforçando o compromisso do país com a modernização e a descarbonização da matriz energética.

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“Essa reunião é importante para detalharmos as prioridades brasileiras em um contexto de transição energética, e buscar oportunidades de colaboração com o governo francês, que demonstrou um planejamento factível para alcance da neutralidade de carbono, com crescimento significativo do setor elétrico, à semelhança do Brasil”, disse.

Entre os assuntos em comum com o país europeu foram destacados, o papel dos biocombustíveis e Combustíveis Sustentáveis de Aviação (SAF, na sigla em inglês), os setores nuclear, de gás natural e biogás.

A França, representada pela diretora-geral de Energia e Clima dos Ministérios de Ecologia e Territórios Energéticos da França, Sophie Mourlon, apresentou a implementação das estratégias de hidrogênio e energia nuclear no país europeu.

A diretora-geral francesa destacou a atualização integrada do planejamento energético e de planos de implementação no país, com indicação de prioridades na expansão da geração nuclear, redução do consumo de combustíveis fósseis, mudança na matriz de abastecimento nos sistemas de aquecimento de edifícios, biocombustíveis em setores de difícil eletrificação, investimentos em transmissão e hidrogênio, além de medidas de eficiência energética com redução do consumo final de energia de 29% até 2030, comparado com 2012.

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Sophie Mourlon manifestou ainda o apoio francês à presidência brasileira da COP30, em Belém (PA), e destacou as convergências entre os planejamentos energético dos países.

Assessoria Especial de Comunicação Social – MME
Telefone: 
(61) 2032-5759 | E-mail: [email protected]


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Fonte: Ministério de Minas e Energia

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Inscrições para Prêmio de Inclusão e Diversidade Racial no Comércio Exterior encerram em 27 de abril

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As inscrições para o Prêmio de Inclusão e Diversidade Racial no Comércio Exterior seguem abertas até 27 de abril de 2026. Empresas interessadas podem acessar o edital e realizar o cadastro por meio da página da ApexBrasil, onde estão disponíveis todas as orientações da iniciativa.

Uma iniciativa do Conduzido pelo Ministério do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços (MDIC) e da ApexBrasil, com apoio do Ministério da Igualdade Racial (MIR), o prêmio reconhece empresas brasileiras que promovem a diversidade racial em sua estrutura e ampliam a presença de profissionais negros em posições estratégicas no comércio exterior.

Para a secretária de Comércio Exterior, Tatiana Prazeres, a iniciativa destaca que a iniciativa integra o Programa Raízes Comex, lançado pelo MDIC em 2024, para ampliar a diversidade e a inclusão no comércio exterior brasileiro. 

“Ampliar a diversidade nas empresas que atuam no comércio exterior é uma agenda de desenvolvimento. O Brasil ganha quando mais empresas refletem a diversidade da nossa sociedade e conseguem competir com mais qualidade e inovação no mercado internacional”, afirmou.

Podem participar empresas que já atuam no comércio exterior e desenvolvem ações concretas de promoção da equidade racial. Ao todo, até dez empresas serão selecionadas e receberão certificado oficial de reconhecimento do Governo Federal.

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As vencedoras poderão escolher entre duas modalidades de premiação: uma agenda de negócios personalizada em mercado internacional ou a participação em ação de promoção comercial organizada pela ApexBrasil.

Reconhecimento que gera resultado

Na primeira edição, realizada em 2025, 20 empresas foram reconhecidas por práticas consistentes de inclusão racial. Entre elas, a INPUT Post Production, vencedora na categoria Liderança Global, voltada a empresas brasileiras já inseridas no mercado internacional.

Com atuação em pós-produção sonora e finalização de som, a empresa participa de projetos para grandes plataformas globais e tem ampliado o alcance internacional de serviços criativos desenvolvidos no Brasil.

O reconhecimento abriu espaço para novas oportunidades. A empresa integrou missão internacional no South by Southwest (SXSW), em Austin, nos Estados Unidos, com agenda estruturada de encontros e articulações voltadas à expansão de negócios.

“É uma chance incrível de expandir o network, conhecer mais gente, aprender e contar com suporte não só logístico, mas principalmente de contatos e articulações, que são o grande valor em um evento desse porte”, afirmou o representante da empresa, Mário de Poy.

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“Tivemos uma agenda toda curada para a nossa empresa, com possibilidade de conhecer parceiros e abrir novas frentes de atuação”, acrescentou.

“Mesmo depois de mais de 20 anos de atuação, dá para sentir a diferença de ter o seu país jogando ao seu lado”, completou.

Confira o edital.

 

 

Fonte: Ministério do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços

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