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Turistas estrangeiros deixam US$ 6,6 bilhões no Brasil e acumulado do ano registra alta de 10%

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Os gastos de turistas estrangeiros no Brasil seguem em crescimento fortalecendo a economia do país. De janeiro a outubro deste ano, visitantes internacionais deixaram US$ 6.617 bilhões nos destinos brasileiros, resultado 10% superior ao registrado no mesmo período de 2024, quando o acumulado somou US$ 6.005 bilhões. Somente em outubro, a entrada de recursos totalizou US$ 573 milhões. Os dados foram divulgados nesta terça-feira (25.11) pelo Banco Central (Bacen) e analisados pelo Ministério do Turismo.

O montante acumulado em 2025 equivale a mais de R$ 35,693 bilhões injetados diretamente na economia brasileira, impulsionando setores como hotelaria, alimentação, transporte, comércio e serviços turísticos em todas as regiões do país.

O ministro do Turismo, Celso Sabino, destacou que os números reforçam a consolidação do Brasil como destino competitivo no cenário global. “Esse resultado mostra que o Brasil está se posicionando, de fato, como um dos destinos mais desejados do mundo. Temos trabalhado intensamente para melhorar a infraestrutura, ampliar a conectividade aérea, promover nossos destinos e fortalecer a imagem do país lá fora. Cada dólar gasto aqui representa emprego, renda e desenvolvimento para milhares de brasileiros.”

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Além disso, as receitas deixadas por viajantes internacionais já superam áreas importantes da economia. Segundo o Bacen, o segmento de “Telecomunicação, computação e informações” contabilizou US$ 5.778 bilhões no mesmo período, demonstrando a força crescente do turismo como vetor econômico nacional.

Sabino também ressaltou que o desempenho positivo é reflexo de ações integradas do Governo do Brasil. “Estamos colhendo os frutos de uma política estruturada, baseada na promoção internacional, na modernização do setor e em iniciativas que estimulam a entrada de mais visitantes estrangeiros. E vamos seguir firmes para encerrar o ano com um dos melhores resultados da história.”

TURISTRÔMETRO – O Brasil já registra 8 milhões de turistas internacionais viajando por diferentes destinos. Para acompanhar a entrada desses visitantes no país, a Embratur, com o apoio do Ministério do Turismo, instalou turistrômetros em Brasília (DF) e no Rio de Janeiro (RJ). A partir de projeções de inteligência artificial, os painéis atualizarão, em tempo real, a chegada de novos visitantes até o Réveillon. A iniciativa visa dar visibilidade diária ao fluxo de visitantes estrangeiros, que já superou todos os índices da série histórica.

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Por Fábio Marques
Assessoria de Comunicação do Ministério do Turismo

Fonte: Ministério do Turismo

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MEC abre inscrições para edital de economia solidária

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O Ministério da Educação (MEC) abriu, nesta terça-feira, 23 de junho, as inscrições para o edital de seleção de projetos de Incubadoras Tecnológicas de Economia Solidária com investimento de R$ 3 milhões para apoiar e estruturar empreendimentos coletivos geridos pela Rede Federal de Educação Profissional, Científica e Tecnológica, como associações produtivas e cooperativas de base comunitária. Os interessados têm até o dia 2 de agosto para submeter as propostas, pelo portal do Instituto Federal de São Paulo (IFSP).  

O secretário de Educação Profissional e Tecnológica do MEC, Marcelo Bregagnoli, destacou a importância de unir a excelência técnica ao desenvolvimento social. “O MEC trabalha firmemente na indissociabilidade entre educação e prática social para a formação crítica e cidadã. O objetivo principal é utilizar a inovação, o empreendedorismo e a sustentabilidade como estratégias de acesso, permanência e êxito dos estudantes, reduzindo as desigualdades e gerando inclusão real nos territórios”, afirmou.  

O edital é realizado em parceria com o IFSP e conta com o apoio do Ministério do Trabalho e Emprego (MTE), por meio do Programa Nacional de Incubadoras de Cooperativas Populares (Proninc). Segundo o diretor de Formação e Pesquisa da Secretaria Nacional de Economia Popular e Solidária do MTE, Sérgio Godoy, a retomada do Proninc, a reinstalação do Comitê Gestor, o envolvimento da sociedade civil, juntamente com esses editais, representa uma decisão de governo de fortalecer as incubadoras de economia solidária. É muito importante esse protagonismo da Setec [Secretaria de Educação Profissional e Tecnológica] do MEC para consolidar a relação entre economia solidária, ensino, pesquisa e extensão na Rede Federal, disse. 

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Como funciona Para garantir uma estruturação perene e sustentável, o desenvolvimento dos projetos ocorrerá em três fases consecutivas e interdependentes. A primeira etapa focará na capacitação metodológica e técnica de dez incubadoras, garantindo que pelo menos uma instituição de cada região do Brasil seja contemplada.  

Na sequência, a segunda fase fará o atendimento e a pré-incubação de até 20 Empreendimentos de Economia Solidária (EES) por quatro meses, com o limite de dois projetos por incubadora.  

Por fim, a terceira fase consistirá no processo de incubação e no acompanhamento desses empreendimentos ao longo de um ano. Cada proposta selecionada receberá suporte financeiro para o pagamento de auxílios mensais à equipe executora e R$ 15 mil para aquisição de equipamentos. Os empreendimentos também receberão investimento para aquisição de equipamentos e apoio à equipe. 

Em relação aos requisitos de participação, a submissão das propostas deve ser realizada por um servidor ativo do quadro de pessoal da Rede Federal, com nível superior, que assumirá a coordenaçãogeral.  

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Requisitos As instituições proponentes também precisam comprovar a disponibilidade de espaço físico adequado, dotado de salas de reunião e conexão à internet, para o atendimento presencial. Além disso, as incubadoras devem estar cadastradas na plataforma Rede Integra até o prazo final de envio, e os empreendimentos atendidos precisam constar no Cadastro de Empreendimentos Econômicos Solidários (Cadsol). 

Assessoria de Comunicação Social do MEC, com informações da Setec 

Fonte: Ministério da Educação

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