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Um ano de ComprasSusp: mais de cem atas de registro de preços e R$ 7 bilhões em licitações

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Brasília, 27/05/2025 – A plataforma do Programa de Compras Eficientes para o Sistema Único de Segurança Pública (ComprasSusp) completa, em maio, um ano desde a sua criação. A ferramenta gerencia mais de cem atas de registro de preços e de R$ 7 bilhões em licitações.

Para celebrar a data, a Diretoria do Fundo Nacional de Segurança Pública, por meio da Secretaria Nacional de Segurança Pública (Senasp), do Ministério da Justiça e Segurança Pública (MJSP), promove o II Encontro Nacional do ComprasSusp, que ocorre desta terça-feira (27) até sexta-feira (30), em Belém (PA).

Inovadora em praticidade e garantia do interesse público para as contratações voltadas à segurança pública em todo o Brasil, o objetivo da plataforma é simplificar o processo de compras e dar maior transparência e economicidade às aquisições por meio de planejamento nacional, conforme acordado com os entes federativos.

O encontro contou com a presença do governador do Pará, Helder Barbalho, e de autoridades de segurança pública paraense, além da participação de representantes dos órgãos de Segurança Pública de todo o País. O evento visa promover a integração e a inovação no processo de contratações e aquisições destinadas ao Susp e a otimização do uso dos recursos do FNSP.

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Para a diretora do Fundo Nacional, Camila Pintarelli, o ComprasSusp é um dos maiores avanços em gestão e estruturação na segurança pública, e a prova disso são os números que ele apresenta. “Em menos de um ano, foram mais de R$ 7 bilhões licitados e 135 representantes de todas as forças de segurança e defesa social diretamente engajados na construção dos processos licitatórios.”

Segundo Camila, “ao nos valermos do alcance Federativo do Fundo Nacional e do instrumento jurídico da ata de registro de preços, conseguimos alavancar a transparência, democratizar o processo de escuta dos entes federativos e dar andamento àquelas licitações que realmente vão ao encontro das necessidades das forças de segurança e defesa social dos estados, municípios e Distrito Federal”.

O coordenador-geral de Licitações e Contratos do FNSP, Márcio Homem, ressalta que o encontro busca democratizar as compras na área de segurança pública por meio da integração entre as instituições, com foco em inovações tecnológicas. “O objetivo é que os entes Federados tenham melhoria em padrões de bens e serviços aplicáveis e eficientes na área da segurança pública, na modernização conjunta de equipamentos e tecnologias, na inovação no processo de compras, no ganho de escala e qualidade, na economia de tempo e recursos.”

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Fonte: Ministério da Justiça e Segurança Pública

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Wellington Lima destaca proteção a jornalistas e defensores de direitos humanos em homenagem a Dom Phillips e Bruno Pereira

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Brasília, 11/6/2026 – O ministro da Justiça e Segurança Pública, Wellington César Lima e Silva, participou nesta quinta-feira (11), no Palácio do Itamaraty, da cerimônia de premiação do Concurso Dom Phillips e Bruno Pereira de Jornalismo e Comunicação. A iniciativa reconheceu trabalhos jornalísticos e projetos de comunicação voltados à defesa dos direitos humanos, do meio ambiente, dos povos indígenas e das comunidades tradicionais.

Mais do que uma premiação, o concurso buscou preservar a memória do jornalista britânico Dom Phillips e do indigenista Bruno Pereira, assassinados em junho de 2022 durante uma expedição no Vale do Javari, no Amazonas (AM). Reconhecidos pela atuação em defesa dos povos indígenas, da proteção ambiental e da liberdade de informação, os dois se tornaram símbolos da luta pelos direitos humanos e da necessidade de garantir segurança a jornalistas, comunicadores e defensores socioambientais.

Promovido pelo Ministério dos Direitos Humanos e da Cidadania (MDHC), com apoio da Secretaria de Comunicação Social (Secom), do Ministério das Relações Exteriores (MRE), do Ministério dos Povos Indígenas (MPI) e da Organização das Nações Unidas para a Educação, a Ciência e a Cultura (Unesco), o concurso integra o Plano de Ação brasileiro para o cumprimento das medidas cautelares determinadas pela Comissão Interamericana de Direitos Humanos (CIDH) após o assassinato de Phillips e Pereira. O concurso contou ainda com apoio do Fundo de Defesa dos Direitos Difusos (FDD), vinculado ao Ministério da Justiça e Segurança Pública (MJSP).

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Durante a cerimônia, Wellington Lima ressaltou a importância de preservar a memória dos jornalistas e destacou os avanços promovidos pelo Estado brasileiro para fortalecer a proteção de jornalistas, comunicadores e defensores de direitos humanos.

“Estamos aqui também para exercer o dever de memória. Bruno e Dom não devem ser lembrados apenas pela tragédia que os vitimou, mas pelo legado que construíram e pelas transformações que ainda inspiram o Brasil”, afirmou o ministro.

Segundo Wellington Lima, a atuação conjunta entre Governo e sociedade civil tem sido fundamental para a construção de respostas concretas às demandas relacionadas à proteção de direitos humanos e à liberdade de imprensa. Ele destacou a criação do Observatório da Violência contra Jornalistas e Comunicadores Sociais, espaço permanente de articulação que contribuiu para a elaboração do Protocolo Nacional de Investigação de Crimes contra Jornalistas e Comunicadores Sociais.

Ao encerrar sua participação, o ministro reforçou a importância da responsabilização dos autores de crimes cometidos contra defensores de direitos humanos e profissionais da comunicação.

“Temos confiança de que as investigações e os processos judiciais desses casos devem seguir seu curso com a seriedade, a atenção e o rigor que essas situações exigem”, declarou.

Premiação reconhece iniciativas em defesa dos direitos humanos e do meio ambiente

Lançado em março deste ano, o Concurso Dom Phillips e Bruno Pereira de Jornalismo e Comunicação recebeu 912 inscrições de todas as regiões do País. O concurso contemplou seis categorias: Reportagem em Texto, Fotojornalismo e Artes Visuais, Reportagem Audiovisual, Comunicação Indígena, Comunicação de Comunidades Tradicionais e Educação Midiática. Ao todo, foram distribuídos R$ 300 mil em premiações.

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Em cada uma das seis categorias, foram premiadas três iniciativas. Os vencedores do primeiro lugar receberam R$ 30 mil, enquanto os segundos e terceiros colocados foram contemplados com R$ 15 mil e R$ 5 mil, respectivamente. A premiação buscou valorizar produções comprometidas com a promoção dos direitos humanos, a proteção ambiental, a defesa dos povos indígenas e o fortalecimento da comunicação de interesse público.

Também participaram da solenidade o ministro da Secretaria de Comunicação Social da Presidência da República, Sidônio Palmeira; o ministro dos Povos Indígenas, Eloy Terena; o ministro do Meio Ambiente e Mudança do Clima, João Paulo Capobianco; o ministro do Empreendedorismo, da Microempresa e da Empresa de Pequeno Porte, Paulo Pereira; o ministro das Comunicações, Frederico de Siqueira Filho; a ministra interina dos Direitos Humanos e da Cidadania, Caroline Dias dos Reis; o secretário de Assuntos Multilaterais Políticos do Ministério das Relações Exteriores, embaixador Carlos Márcio Bicalho Cozendey; a diretora e representante da Unesco no Brasil, Marlova Noleto; o vice-presidente da Comissão Interamericana de Direitos Humanos, José Luis Caballero Ochoa; o encarregado de Negócios da Embaixada do Reino Unido, Tony Kay; o adjunto do advogado-geral da União, Júnior Divino Fideles; e o representante das organizações peticionárias, Eliésio Marubo.

Fonte: Ministério da Justiça e Segurança Pública

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