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Viagens solo ganham espaço e consagram nova realidade no turismo

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As viagens solo têm ganhado força, especialmente entre as gerações Z (pessoas nascidas por volta de 1995) e os Millennials (nascidos entre 1981 e meados da década de 90). É o que aponta a 6ª edição da Revista Tendências do Turismo, publicada nesse ano pelo Ministério do Turismo, em parceria com a Embratur, e que colocou a modalidade como uma das previsões de 2025.

Segundo avaliação do site de viagens Contiki, os jovens estão cada vez mais dispostos a embarcar em aventuras por conta própria mesmo sem a companhia de amigos ou familiares, muitas vezes optando por partidas de última hora. O comportamento reflete o impulso de “se não agora, quando?”, que motiva cerca de 69% dos viajantes a planejarem passeios sozinhos, buscando experiências personalizadas e a liberdade de explorar o mundo no seu ritmo.

O turismo solo constitui uma transformação cultural que enfatiza a autonomia, o crescimento pessoal e a flexibilidade, redefinindo a forma como as pessoas organizam e vivenciam viagens. Conforme a operadora de turismo Accor, a prática resulta em experiências altamente personalizadas, permitindo que os visitantes mergulhem mais profundamente em um destino.

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A 6ª edição da Revista Tendências do Turismo reforça que a busca por situações que transcendam o mero lazer, promovam bem-estar integral e o autoconhecimento reflete uma mudança de paradigma: quando o turismo passa a ser uma ferramenta de transformação, contribuindo para a saúde física e emocional dos visitantes.

INICIATIVA – O Ministério do Turismo, em parceria com a Associação Brasileira da Indústria de Hotéis (ABIH Nacional), está com uma iniciativa que garante 15% de desconto em hospedagens para mulheres que viajam sozinhas. A ação inédita traz a tarifa promocional aplicada nos hotéis da rede associada à ABIH que aderirem à campanha e permanecerá válida mesmo durante grandes eventos ou feriados, estando, contudo, sujeita à disponibilidade de estadia. Confira AQUI a lista de hotéis participantes.

O Protocolo de Intenções assegura a tarifa especial para as viajantes solos, conforme declarado no ato da reserva, e será aplicada diretamente nas centrais de atendimento dos estabelecimentos participantes. O benefício será válido por um período de um ano, abrangendo acomodações em apartamento da categoria “single”.

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Por Bárbara Magalhães
Assessoria de Comunicação Social do Ministério do Turismo

Fonte: Ministério do Turismo

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Brasil tem mais de 20 mil pedidos judiciais internacionais em andamento, cíveis e penais

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Brasília, 27/05/2026 – O Brasil tem hoje em andamento mais de 20 mil pedidos judiciais internacionais relacionados às áreas cíveis e penais, incluindo pedidos de extradição e de transferência de pessoas condenadas, somando-se os emitidos pelo país com os recebidos de outras nações.

O número foi informado, nesta quarta-feira (27), pelo ministro da Justiça e Segurança Pública, Wellington César Lima e Silva, em audiência pública na Comissão de Relações Exteriores e de Defesa Nacional da Câmara dos Deputados. “Tudo isso é um sinal de que o Brasil é ator relevante e demandado no Sistema Internacional de Justiça”, afirmou Lima.

Os pedidos são operados pela Secretaria Nacional de Justiça, sob comando da secretária Maria Rosa Guimarães Loula, especificamente pelo Departamento de Recuperação de Ativos e Cooperação Jurídica Internacional (DRCI), em articulação permanente com a Polícia Federal, o Ministério das Relações Exteriores, a Advocacia-Geral da União, o Ministério Público e a Defensoria Pública, além do Poder Judiciário e de outros parceiros.

“Esse trabalho apoia-se numa ampla rede normativa de mais de 120 acordos multilaterais e bilaterais. Na área penal, o Brasil mantém acordo de assistência jurídica com mais de 20 países e participa das Convenções das Nações Unidas contra o Crime Organizado, a Corrupção e os Crimes Cibernéticos. Vamos somar ainda, a tudo isso, tratados de extradição com cerca de 30 países e acordos de transferência de pessoas condenadas com outros 17. Instrumentos que dão efetividade às decisões judiciais com respeito à soberania e aos direitos fundamentais”, informou o ministro.

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Ele observou que decisões como a concessão de extradição ou a validação de atos internacionais são de competência do Supremo Tribunal Federal e do Superior Tribunal de Justiça, conforme o caso, e que o Ministério só pode se manifestar publicamente sobre esses temas com base em comunicações formais e dentro dos limites legais, inclusive quanto à proteção de dados e ao sigilo de investigações e recursos.

“O devido processo legal deve ser seguido em seu absoluto rigor. O esforço do Ministério da Justiça deve ser nessa direção, de manter um alto padrão de institucionalidade, que é o meu empenho”, assegurou Lima.

O ministro compareceu à Comissão para falar sobre a atuação internacional da Polícia Federal. Em sua exposição inicial, Wellington César Lima esclareceu que sua pasta não exerce função de direção da Polícia Federal, mas de supervisão finalística das atividades, sem interferência na condução técnica das investigações, atribuição exclusiva das autoridades policiais, conforme previsto na Constituição e na Lei nº 12.830/2013.

Desta forma, observou, não compete ao Ministério da Justiça determinar investigações, acelerar procedimentos ou acessar diligências sigilosas, sendo o controle da atividade policial exercido pelo Ministério Público e pelo Poder Judiciário. Também enfatizou que a autonomia técnica das investigações decorre da especialização institucional da Polícia Federal.

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O ministro reiterou a disposição permanente da pasta em manter diálogo transparente com o Parlamento e incorporar contribuições legislativas ao debate sobre segurança pública como política de Estado.

Fonte: Ministério da Justiça e Segurança Pública

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