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Atendimento presencial em Campo Novo do Parecis está suspenso para manutenção predial preventiva

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O atendimento presencial no Fórum de Campo Novo do Parecis está suspenso por 90 dias para realização de manutenção predial preventiva. Durante esse período, fica instituído o regime de teletrabalho aos servidores da Comarca. O prazo passou a valer após a publicação da portaria N. 42/2023, assinada pelo diretor do Foro, juiz Pedro Davi Benetti, no dia 25 de setembro.
 
A medida foi necessária para execução dos serviços de reparação na cobertura, adequações nas instalações elétricas e de cabeamento estruturado, revisão das instalações hidro sanitárias, conserto e pintura em esquadrias metálicas, e pintura de paredes.
 
Não haverá suspensão de prazos processuais, uma vez que os serviços de manutenção não trarão impactos à acessibilidade do sistema Processo Judicial eletrônico (PJe).
 
O comparecimento pessoal nas instalações do fórum das pessoas que devem fazer comparecimento mensal ou justificar suas atividades e atualizar suas informações nas varas deverão ser feitos pelo WhatsApp (65) 99211-1754 (Segunda Vara)e (65) 99816-7275 (Primeira Vara).
 
Os agendamentos de atendimentos de advogados (as) pelos magistrados ocorrerá por videoconferência e devem ser feitos através da ferramenta Office365, pelos endereços:
Gabinete da Primeira Vara https://outlook.office365.com/owa/calendar/Gabineteda1VaradeCampoNovodoParecis@ 365.tj mt.jus.br/bookings/
 
Gabinete da Segunda Vara https://outlook.office365.com/owa/calendar/Gabineteda2VaradeCampoNovodoParecis@365. tj mt.jus.br/bookings/
 
 
Coordenadoria de Comunicação da Presidência do TJMT
 

Fonte: Tribunal de Justiça de MT – MT

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Polícia Civil cumpre 21 mandados contra grupo suspeito de golpes e lavagem de dinheiro

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A Polícia Civil de Mato Grosso deflagrou, na manhã desta quarta-feira (6.5), a Operação Janus, com o objetivo de desarticular um grupo criminoso estruturado para a prática de crimes de estelionato, integração a organização criminosa e lavagem de capitais.

Na operação, são cumpridos 21 mandados de busca e apreensão e o bloqueio de contas bancárias de 21 suspeitos, além de ter sido decretada a indisponibilidade de valores até o limite de R$ 160 mil, com o fim de assegurar a recuperação dos ativos ilícitos e o ressarcimento dos prejuízos causados às vítimas.

As ordens judiciais foram deferidas pelo Núcleo de Justiça 4.0 do Juízo de Garantias de Cuiabá, com base em investigação conduzida pela Delegacia Especializada de Estelionato de Cuiabá, que evidenciou a atuação coordenada e reiterada do grupo criminoso.

Os mandados são cumpridos nas cidades de Cuiabá, Várzea Grande e Santo Antônio do Leverger, além de cidades dos Estados de Minas Gerais e do Acre.

Modo de atuação

De acordo com as investigações, no mês de janeiro de 2024, duas vítimas foram alvos do denominado “golpe do terceiro intermediário”, modalidade de fraude caracterizada pela intermediação enganosa entre comprador e vendedor de veículo. Os golpistas simulam negociações legítimas para induzir as partes ao erro e obter vantagem ilícita.

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No curso das diligências, foi possível identificar o principal articulador do esquema criminoso, responsável pela criação de perfis falsos em redes sociais e pela coordenação das transações fraudulentas.

Os demais investigados atuavam como titulares de contas bancárias utilizadas para o recebimento dos valores ilícitos, ou como operadores na cadeia de lavagem de capitais. Ao todo, apurou-se a movimentação de aproximadamente R$ 160 mil, quantia subtraída das vítimas.

Lavagem de dinheiro

As investigações também revelaram que o grupo operava uma estrutura sofisticada de lavagem de dinheiro, utilizando múltiplas contas bancárias distribuídas em diversos estados do país, incluindo Mato Grosso, Minas Gerais, Acre, Rondônia e Rio de Janeiro.

Os valores eram submetidos a um processo de triangulação financeira, por meio de transferências sequenciais e fracionadas, com o objetivo de dificultar o rastreamento e a identificação da origem ilícita dos recursos.

O delegado Bruno Palmiro, responsável pelas investigações, destaca que a Operação Janus representa mais uma ação estratégica no enfrentamento qualificado aos crimes patrimoniais e financeiros.

“Especialmente aqueles praticados por meio de fraudes eletrônicas e estruturas organizadas, reafirmando o compromisso da Polícia Civil com a repressão à criminalidade complexa e a proteção do patrimônio da sociedade”, disse o delegado.

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Operação Janus

O nome da operação, “Janus”, faz referência a Jano, tradicionalmente representado com duas faces, e remete ao modus operandi do golpe do terceiro intermediário, no qual o fraudador se apresenta de forma distinta para cada uma das vítimas, conseguindo enganar tanto o vendedor quanto o comprador do veículo, manipulando informações e conduzindo a negociação de maneira fraudulenta.

Fonte: Governo MT – MT

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