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Governo de MT dá início às obras de mais 320 apartamentos pelo SER Família Habitação em Campo Verde

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O governador de Mato Grosso, Mauro Mendes, e a primeira-dama, Virginia Mendes, lançaram, nesta sexta-feira (21), em Campo Verde, a construção de 320 unidades habitacionais do Programa SER Família Habitação, modalidade Entrada Facilitada. As moradias pertencem ao Residencial Florais do Campo 2, cujas unidades foram disponibilizadas para aquisição pela população no Sistema de Habitação de Mato Grosso (Sihab-MT) também nesta sexta-feira.


Foto: Mayke Toscano/Secom-MT

Liderado pela primeira-dama, Virginia Mendes, o Programa SER Família Habitação conta com 576 moradias em construção apenas em Campo Verde. Além das unidades lançadas (320), outras 256 estão em andamento e devem ser entregues até o fim do ano.

O governador Mauro Mendes afirmou, em seu discurso, que o programa habitacional tem sido um sucesso devido ao esforço conjunto.

“O SER Família Habitação só é exitoso por conta da união de todos. Aqui, em Campo Verde, só tivemos esse resultado porque a prefeitura cumpre seu papel com o terreno, a MT Par faz sua parte na operacionalização e o SER Família articula tudo isso. Temos também a participação fundamental da Caixa Econômica Federal (CEF) e o apoio da Assembleia Legislativa de Mato Grosso. Então, é esse ambiente adequado que faz a diferença”, destacou Mendes.

Primeira etapa da obra, Residencial Florais do Campo 1, que já está em construção em Campo Verde. Foto: Tico Campos

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Para a primeira-dama, Virginia Mendes, a construção de moradias populares está diretamente relacionada à segurança, autoestima e dignidade das famílias beneficiadas, muitas delas chefiadas por mulheres. Entre os contemplados com o subsídio do governo de Mato Grosso, mais de 50% são mulheres, sendo que, desse total, 20% declararam ter sido atendidas por medidas da Lei Maria da Penha.

“A habitação é uma questão de dignidade. Nós tivemos aqui relatos de mulheres felizes por poderem realizar o sonho da casa própria. Eu acho que não tem dinheiro que pague a alegria dessas famílias”, afirmou a primeira-dama.

Investimento – As moradias do SER Família Habitação, modalidade Entrada Facilitada, são operacionalizadas pela MT Participações e Projetos (MT Par). O presidente da empresa, Wener Santos, explica que o subsídio do governo é de até R$ 20 mil. Para a primeira etapa do empreendimento – Residencial Florais do Campo 1, com 256 apartamentos –, o governo de Mato Grosso investiu R$ 4,05 milhões em subsídios, enquanto o governo federal destinou R$ 1,4 milhão.

“No empreendimento, tivemos casos de pessoas que, além de zerar o subsídio, conseguiram uma parcela de R$ 491. Lógico que cada caso é um caso, mas esse valor é uma forma de ilustrar como o programa funciona e como pode mudar vidas”, explicou Santos.

Imagem cedida pela construtora que mostra como ficará o projeto depois de concluído.

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A segunda etapa do empreendimento, lançada nesta sexta-feira (21), foi disponibilizada à população no mesmo dia por meio do Sistema de Habitação de Mato Grosso. O valor total do investimento no projeto será definido após a assinatura dos contratos.

O prefeito de Campo Verde, Alexandre Lopes, destacou que o empreendimento está situado em uma área nobre da cidade. Durante a solenidade, ele exaltou a infraestrutura do bairro, que conta com escola técnica, universidade, vias largas, iluminação e segurança.

“Campo Verde cresce em uma velocidade fora da curva, e precisamos desses investimentos em habitação para garantir o desenvolvimento da cidade. Nós queremos proporcionar aos cidadãos a dignidade de ter um lar e, ao mesmo tempo, estar em uma área valorizada da cidade”, assegurou.

Estiveram presentes no evento o presidente da Assembleia Legislativa, Max Russi; o chefe da Casa Civil, Fábio Garcia; o deputado estadual Beto do Dois a Um; a deputada federal Gisela Simona; João Henrique Cruz de Oliveira, superintendente de Rede da CEF de MT; e Tabarê Ribeiro Marçal, gerente Geral de Rede da CEF.

Fonte: Governo MT – MT

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Delegado e investigador são condenados por corrupção

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A Justiça condenou o delegado de Polícia Civil Geordan Antunes Fontenelle Rodrigues, o investigador Marcos Paulo Angeli e os empresários Sidney Carlos de Paula e Romildo Queiroz de Souza por crimes de corrupção relacionados à atuação da Delegacia de Polícia de Peixoto de Azevedo. A sentença foi proferida pelo juiz Guilherme Leite Roriz, da 1ª Vara da comarca, nesta quinta-feira (16). De acordo com a denúncia apresentada pelo Ministério Público de Mato Grosso (MPMT), as investigações tiveram origem em apurações conduzidas pela Corregedoria da Polícia Civil, que revelaram um suposto esquema de cobrança e recebimento de vantagens indevidas para liberação de bens apreendidos e concessão de benefícios a pessoas presas.Segundo a sentença, diálogos obtidos por meio de captação ambiental autorizada judicialmente demonstraram que os dois agentes públicos discutiram a divisão de valores oferecidos, utilizando inclusive a expressão “fifty-fifty” para indicar a repartição igualitária da quantia. Além disso, a Justiça reconheceu a prática de dois crimes de corrupção passiva relacionados a pessoas presas na delegacia em novembro de 2023. Conforme a decisão, Geordan e Marcos Paulo solicitaram R$ 10 mil para que um empresário, preso em flagrante durante a Operação Hermes II, permanecesse em alojamento com ar-condicionado e não fosse recolhido à cela comum.Os dois também foram condenados por solicitar vantagem indevida de R$ 9 mil para que um homem, preso por embriaguez ao volante, fosse colocado em liberdade após o pagamento da fiança oficial de R$ 1 mil. De acordo com a decisão, conversas registradas pela investigação demonstraram que os acusados estabeleceram o valor total de R$ 10 mil, descontando a fiança legal e dividindo entre si a quantia restante.Pela condenação, o delegado Geordan Antunes Fontenelle Rodrigues recebeu pena de 10 anos e 6 meses de reclusão, em regime inicial fechado, além de 210 dias-multa. Marcos Paulo Angeli foi condenado à mesma pena: 10 anos e 6 meses de reclusão em regime fechado e 210 dias-multa. Já Romildo Queiroz de Souza e Sidney Carlos de Paula foram condenados por corrupção ativa à pena de 2 anos e 8 meses de reclusão e 30 dias-multa cada um.Na sentença, o magistrado também decretou a perda dos cargos públicos de Geordan Antunes Fontenelle Rodrigues, delegado da Polícia Civil, e Marcos Paulo Angeli, investigador da Polícia Civil. Segundo a decisão, as condutas praticadas demonstraram incompatibilidade absoluta com o exercício da função pública, especialmente por terem ocorrido no interior da própria delegacia e envolverem a comercialização de atos de ofício e benefícios a custodiados. A perda dos cargos deverá ser efetivada após o trânsito em julgado da condenação.

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Fonte: Ministério Público MT – MT

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