MATO GROSSO
Hospital Central será entregue em 2024 após Governo de MT retomar obra parada há mais de 30 anos
MATO GROSSO
O Hospital Central foi reprojetado pelo Governo de Mato Grosso e está sendo executado pela Secretaria de Estado de Saúde (SES-MT). A parte antiga do prédio tinha 9 mil m² e foi ampliada em 23 mil m²; totalizando 32 mil m² de área construída.
“O Hospital Central será o melhor hospital de Mato Grosso. Nem mesmo os hospitais particulares vão conseguir chegar perto em termos de qualidade e estrutura. A nossa população terá um atendimento hospitalar à altura, depois de tantas décadas que esse prédio ficou abandonado”, disse o governador Mauro Mendes.
Para o secretário de Estado de Saúde, Gilberto Figueiredo, a conclusão das obras do Hospital Central será um feito histórico para Mato Grosso. “Estamos muito próximos de inaugurar uma unidade que ficou abandonada por 34 anos em nosso estado, na nossa capital, e de tornar esse sonho uma realidade para todos os mato-grossenses que precisam de assistência. O Hospital Central terá o que há de melhor e mais moderno na área da saúde e será referenciado para a alta complexidade”, avaliou o gestor.
Por mês, a unidade terá capacidade para oferecer 1.990 internações, 652 cirurgias, 3.000 consultas especializadas e 1.400 exames. O novo projeto prevê 10 salas cirúrgicas, 60 leitos da Unidade de Terapia Intensiva (UTI) e 230 leitos de enfermaria.
Além disso, a unidade de alta complexidade vai dispor um total de 290 leitos voltados para o atendimento de toda a população mato-grossense.
Entre as especialidades previstas para o Hospital Central estão cardiologia, neurologia, vascular, ortopedia, otorrinolaringologia, urologia, ginecologia, infectologia e cirurgia geral.
A secretária adjunta de Infraestrutura e Tecnologia da Informação da SES, Mayara Galvão, explicou que a obra entrou na fase final e segue avançando na aplicação de acabamentos. “Essa foi uma obra que avançou muito em 2023 e já estamos executando a fase dos acabamentos. Esse é um projeto reelaborado 100% pela equipe de obras da SES e utilizamos o que há de mais moderno e tecnológico em saúde neste grande projeto”, afirmou.
Até o momento, já foram lançados cerca de 18 editais por meio de Pregão Eletrônico para a aquisição de equipamentos e mobiliário para o novo hospital.![]()
Mais cinco novos hospitais
Além o Hospital Central, o Governo do Estado constrói outros cinco hospitais em Mato Grosso. Um deles é o novo Hospital Universitário Júlio Müller, localizado na MT-040, estrada que liga Cuiabá ao município de Santo Antônio de Leverger. A construção da unidade é executada pela Secretaria de Estado de Infraestrutura e Logística (Sinfra-MT) e já está 55% concluída.
O investimento total é de R$ 221,1 milhões, dividido entre Estado e União, já que a obra é resultado de um convênio firmado entre o Estado e a Universidade Federal de Mato Grosso (UFMT).
As outras quatro unidades em construção são os Hospitais Regionais de Tangará da Serra, Juína, Alta Floresta e do Araguaia, em Confresa.
Com investimento previsto em R$ 477 milhões pela SES, as obras avançam no interior do estado e têm previsão de conclusão para a partir de 2024. As unidades irão preencher vazios assistenciais na saúde em Mato Grosso.
Fonte: Governo MT – MT
MATO GROSSO
Audiência pública debate uso de recursos, diálogo e participação
Em uma demonstração de compromisso com a transparência e a higidez administrativa, o Ministério Público de Mato Grosso (MPMT) protagonizou, nesta quinta-feira (23), um debate sobre a aplicação de recursos públicos no município. A audiência, realizada na Câmara Municipal, transcendeu a análise técnica da 15ª Dinâmica de Empreendimento e Empreendedores, consolidando-se como um marco para a cidadania local.O encontro, convocado pela 2ª Promotoria de Justiça Cível, reafirmou a missão constitucional do MPMT de zelar pelo regime democrático. Durante os trabalhos, o Ministério Público pautou a discussão sob quatro eixos fundamentais:O Ministério Público promoveu um diálogo institucional robusto, integrando o Poder Executivo, o Poder Legislativo e a sociedade civil organizada. A interlocução direta visou assegurar que as instituições atuem em harmonia, sem abdicar da mútua fiscalização.Durante o evento, foi debatida com vigor a importância da participação social no ciclo orçamentário. O MP destacou que a definição de prioridades coletivas deve ser fruto de um processo democrático, onde a sociedade civil tenha voz ativa na destinação das verbas, assegurando que o orçamento público reflita as necessidades mais prementes da população.Valores da boa governança e eficiência nos gastos – sob a ótica da boa governança pública, o debate teve como foco a eficiência dos gastos. O Ministério Público salientou que não basta a legalidade formal; é imperativo que o gasto público seja eficiente, econômico e transparente. Foram questionados os mecanismos de controle e a real contrapartida social dos investimentos destinados ao evento municipal frente a demandas críticas em áreas como saúde e infraestrutura do município.Transparência e prestação de contas – o debate reforçou que o dever de prestar contas e os valores da boa governança pública são pilares inafastáveis, aplicando-se não apenas à execução da 15ª Dinâmica, mas a todos os gastos públicos em geral. A ênfase na eficiência dos gastos serviu para alertar a administração sobre a necessidade de otimização dos recursos, garantindo que o erário seja gerido com o máximo zelo e voltado para as finalidades que realmente impactam o bem-estar da sociedade de Porto Alegre do Norte.“Saímos deste encontro com o compromisso de uma gestão pautada pela legalidade estrita, transparência e diálogo com as instituições. A democracia se fortalece quando há engajamento e clareza nos atos da administração. O Ministério Público segue vigilante como custos iuris, garantindo que cada centavo do erário seja aplicado com responsabilidade e em benefício direto da cidadania”, reforçou o promotor de Justiça Brício Britzke.Ao final da audiência, os dados colhidos foram integrados ao procedimento investigativo em curso, servindo de base para as próximas medidas administrativas ou judiciais necessárias à salvaguarda do interesse social e da boa administração pública.
Fotos: Câmara Municipal de Porto Alegre do Norte
Fonte: Ministério Público MT – MT
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