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Cão farejador ajuda PRF a apreender mais de 18 kg de Skunk em ônibus interestadual em Rondonópolis/MT

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A Polícia Rodoviária Federal (PRF) realizou uma apreensão de mais de 18 kg de skunk na BR-364, em Rondonópolis, na tarde de ontem, 15 de julho. A ação foi auxiliada pelo cão farejador K9 Zion, durante a fiscalização de um ônibus interestadual que fazia a rota entre Humaitá/AM x São Paulo/SP.

Por volta das 17h, no km 211 da BR-364, a equipe da PRF abordou o veículo. Durante a inspeção com o K9 Zion, o animal indicou a possível presença de drogas em uma mochila localizada embaixo do assento de um passageiro. Questionado, o passageiro afirmou estar transportando entorpecentes. Na abertura da mochila, foi confirmada a presença de aproximadamente 7,85 kg de skunk. O indivíduo alegou ter sido cooptado por meio de uma rede social para buscar a droga em Porto Velho e transportá-la até sua cidade de residência no interior de São Paulo, mediante o pagamento uma quantia em dinheiro.

Dando continuidade à fiscalização, o K9 Zion prosseguiu sua inspeção no bagageiro do mesmo ônibus, onde o cão novamente sinalizou para a possível presença de entorpecentes em duas malas. Ao serem abertas, as bagagens também continham skunk. As duas proprietárias das malas foram identificadas e indicaram o transporte da substância ilícita. Elas afirmaram ter pegado a droga em Manaus e que a levariam até uma cidade no interior de São Paulo. Com as duas mulheres, foi apreendido um peso aproximado de 11 kg de skunk. Uma das passageiras estava acompanhada de seu filho de um ano de idade, que foi encaminhado ao Conselho Tutelar de Rondonópolis.

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Ambas as ocorrências foram apresentadas na Polícia Judiciária Civil (PJC) de Rondonópolis para as devidas providências legais.

A atuação do K9 Zion foi fundamental para o sucesso dessas apreensões, reforçando o compromisso da PRF no combate ao tráfico de drogas nas rodovias federais.

Fonte: PRF – MT

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Polícia Civil, Crefito-9 e Vigilância Sanitária flagram falso terapeuta ocupacional que atende crianças em Cuiabá

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A Polícia Civil, o Conselho Regional de Fisioterapia e Terapia Ocupacional da 9ª Região (Crefito-9) e a Vigilância Sanitária Municipal de Cuiabá realizaram, na manhã dessa quinta-feira (18.06), uma ação conjunta de fiscalização, que constatou o exercício ilegal da profissão de um terapeuta ocupacional em uma clínica localizada no bairro Altos do Coxipó, em Cuiabá.

A fiscalização foi desencadeada após o Crefito-9 receber uma denúncia informando que um homem, de 54 anos, estaria se apresentando como terapeuta ocupacional e realizando atendimentos, principalmente de crianças com Transtorno do Espectro Autista (TEA), sem possuir formação ou habilitação legal para o exercício da profissão.

A Delegacia Especializada de Defesa do Consumidor foi acionada e, durante as diligências, a equipe da Decon e fiscais do Conselho Regional de Fisioterapia e Terapia Ocupacional verificaram que o suspeito não possui registro profissional nem formação compatível com a atividade exercida. Segundo os levantamentos iniciais, ele realizava atendimentos em uma clínica improvisada instalada em imóvel residencial, divulgando e oferecendo serviços típicos da terapia ocupacional.

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Além das irregularidades relacionadas ao exercício profissional, a Vigilância Sanitária Municipal constatou que o estabelecimento funcionava sem Alvará Sanitário e sem outras autorizações obrigatórias para o exercício da atividade, tendo sido lavrado termo de notificação para regularização. Os fiscais também identificaram indícios de que o local não possuía estrutura adequada para o atendimento especializado de pacientes, especialmente crianças.

No decorrer da fiscalização, foram encontrados documentos relacionados aos atendimentos realizados. Entre eles, uma nota fiscal emitida pela prestação de serviços de terapia ocupacional no valor de R$ 15.360.

Outro aspecto que chamou a atenção das equipes foi a suspeita de que parte dos atendimentos pudesse estar relacionada a pacientes beneficiados por decisões judiciais que determinam ao Poder Público o custeio de tratamentos especializados. A hipótese será apurada pela Polícia Civil no decorrer das investigações.

O delegado titular da Decon, Rogério Ferreira, destacou que a atuação integrada dos órgãos de fiscalização é fundamental para proteger consumidores e pacientes, especialmente crianças em situação de vulnerabilidade.

“Estamos tratando de uma atividade que exige formação específica, capacitação técnica e registro profissional. Quando alguém se apresenta falsamente como profissional da saúde, além de colocar em risco a segurança dos pacientes, compromete a confiança da população nos serviços especializados”, ressaltou.

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A Polícia Civil instaurou procedimento policial para apurar a prática de exercício ilegal da profissão, bem como eventual crime contra a fé pública, uso de documento falso ou outras infrações que venham a ser identificadas durante as investigações.

Fonte: Policia Civil MT – MT

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