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Operação da Polícia Civil cumpre seis mandados contra investigados que executaram vítima em Cuiabá

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A Delegacia Especializada de Homicídios e Proteção à Pessoa de Cuiabá deflagrou, nesta terça-feira (27.08), a Operação Delivery Brown para cumprir seis ordens judiciais, entre prisões e buscas, contra alvos investigados por um homicídio ocorrido na capital, a mando de uma facção criminosa.

Kenio Carlos Orben de Arruda tinha 29 anos quando foi assassinado na noite de 14 de abril do ano passado. O corpo dele apresentava marcas de disparos de arma de fogo e foi encontrado em uma área de mata no bairro Parque Ohara, dentro de um veículo Sandero.

A investigação da DHPP apurou que o crime foi cometido por ocupantes que estavam em uma motocicleta e um veículo Gol, que fecharam o carro da vítima e a executaram. Imagens angariadas pela equipe de investigação mostraram a movimentação dos veículos próximos ao local onde a vítima foi encontrada.

No decorrer da apuração, a delegacia especializada identificou quatro envolvidos no crime, que tiveram as prisões temporárias representadas ao Poder Judiciário. Os elementos probatórios reunidos apontaram que a vítima atuava com a entrega de entorpecentes no sistema de delivery e teve a morte decretada por uma facção porque a atividade não era autorizada pela organização criminoso.

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Os mandados de prisões e de buscas, decretados pelo Núcleo de Inquéritos Policiais de Cuiabá, são cumpridos nos bairros Parque Ohara, Pedra 90 e Don Aquino, em Cuiabá; e na penitenciária de Várzea Grande.

Fonte: Policia Civil MT – MT

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Polícia Civil, Crefito-9 e Vigilância Sanitária flagram falso terapeuta ocupacional que atende crianças em Cuiabá

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A Polícia Civil, o Conselho Regional de Fisioterapia e Terapia Ocupacional da 9ª Região (Crefito-9) e a Vigilância Sanitária Municipal de Cuiabá realizaram, na manhã dessa quinta-feira (18.06), uma ação conjunta de fiscalização, que constatou o exercício ilegal da profissão de um terapeuta ocupacional em uma clínica localizada no bairro Altos do Coxipó, em Cuiabá.

A fiscalização foi desencadeada após o Crefito-9 receber uma denúncia informando que um homem, de 54 anos, estaria se apresentando como terapeuta ocupacional e realizando atendimentos, principalmente de crianças com Transtorno do Espectro Autista (TEA), sem possuir formação ou habilitação legal para o exercício da profissão.

A Delegacia Especializada de Defesa do Consumidor foi acionada e, durante as diligências, a equipe da Decon e fiscais do Conselho Regional de Fisioterapia e Terapia Ocupacional verificaram que o suspeito não possui registro profissional nem formação compatível com a atividade exercida. Segundo os levantamentos iniciais, ele realizava atendimentos em uma clínica improvisada instalada em imóvel residencial, divulgando e oferecendo serviços típicos da terapia ocupacional.

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Além das irregularidades relacionadas ao exercício profissional, a Vigilância Sanitária Municipal constatou que o estabelecimento funcionava sem Alvará Sanitário e sem outras autorizações obrigatórias para o exercício da atividade, tendo sido lavrado termo de notificação para regularização. Os fiscais também identificaram indícios de que o local não possuía estrutura adequada para o atendimento especializado de pacientes, especialmente crianças.

No decorrer da fiscalização, foram encontrados documentos relacionados aos atendimentos realizados. Entre eles, uma nota fiscal emitida pela prestação de serviços de terapia ocupacional no valor de R$ 15.360.

Outro aspecto que chamou a atenção das equipes foi a suspeita de que parte dos atendimentos pudesse estar relacionada a pacientes beneficiados por decisões judiciais que determinam ao Poder Público o custeio de tratamentos especializados. A hipótese será apurada pela Polícia Civil no decorrer das investigações.

O delegado titular da Decon, Rogério Ferreira, destacou que a atuação integrada dos órgãos de fiscalização é fundamental para proteger consumidores e pacientes, especialmente crianças em situação de vulnerabilidade.

“Estamos tratando de uma atividade que exige formação específica, capacitação técnica e registro profissional. Quando alguém se apresenta falsamente como profissional da saúde, além de colocar em risco a segurança dos pacientes, compromete a confiança da população nos serviços especializados”, ressaltou.

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A Polícia Civil instaurou procedimento policial para apurar a prática de exercício ilegal da profissão, bem como eventual crime contra a fé pública, uso de documento falso ou outras infrações que venham a ser identificadas durante as investigações.

Fonte: Policia Civil MT – MT

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