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Cursinho Pré-Enem Prof. Vilma Moreira tem aula inaugural

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Cursinho no CPA 4

Foto: HENRIQUE COSTA PIMENTA BRAGA

Representando a Assembleia Legislativa, o deputado estadual Thiago Silva (MDB) participou nesta terça (26) da aula inaugural do Cursinho Pré-Enem Prof. Vilma Moreira, criado por meio de sua emenda parlamentar, no valor de R$ 350 mil, para a Universidade do Estado de Mato Grosso (Unemat) coordenar. As aulas serão realizadas na Escola Estadual Victorino Monteiro da Silva, no bairro CPA 4, em Cuiabá.

O principal objetivo do projeto é garantir que pessoas de baixa renda possam conquistar uma vaga gratuita nas universidades públicas do Brasil. O projeto, que também está sendo realizado em Rondonópolis, conta com o apoio de escolas Estaduais e da Fundação de Apoio ao Ensino Superior (Faesp). 

“Sempre tive o sonho de viabilizar a criação de um cursinho comunitário, pois muitas pessoas não tem condição de pagar até R$ 1.000 para estudar, com o objetivo de garantir uma boa pontuação no Enem (Exame Nacional do Ensino Médio) e vestibulares. Eu mesmo, quando jovem, não tive essa oportunidade de fazer um cursinho de forma gratuita, e espero que as aulas sejam proveitosas e que possamos ter o número máximo de aprovados nas turmas. Agradeço o apoio do governo, Unemat e Faesp por realizarem este projeto que já é uma referência no país para cursinhos comunitários”, disse o deputado Thiago Silva.

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O professor de Geografia, Edmarcio Neres, comentou sobre a importância dos estudantes aproveitarem o estudo. “Sabemos que está cada vez mais competitivo para conseguir uma vaga na UFMT (Universidade Federal de Mato Grosso), Unemat, UFR (Universidade Federal de Rondonópolis), então esta é uma oportunidade ímpar que o deputado Thiago e a Assembleia Legislativa então promovendo para Cuiabá e região”, disse o professor que também trabalha no Pré-Enem Digital Gold, em parceria com a Secretaria de Estado de Educação (Seduc).

Com o sonho de ser um advogado na área criminalista, o estudante Ryan dos Santos disse estar motivado para garantir sua vaga na UFMT. “Desde bem cedo sonho em ser advogado e, como aluno de escola pública, vejo este cursinho comunitário como uma oportunidade especial para alcançar meu principal objetivo. Obrigado a Unemat e o deputado Thiago que mostram o real interesse em promover justiça social por meio da educação”, afirma o estudante.

O deputado Thiago garante que irá continuar trabalhando em prol da ampliação do projeto para que mais pessoas e municípios possam ser atendidos em Mato Grosso.

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Audiência pública reforça defesa dos direitos indígenas e da proteção territorial em Mato Grosso

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A audiência pública realizada pela Assembleia Legislativa, na manhã desta terça-feira (12), durante o Acampamento Terra Livre de Mato Grosso (ATL-MT), no campus da Universidade Federal de Mato Grosso (UFMT), em Cuiabá, reuniu lideranças indígenas, representantes da sociedade civil e parlamentares para discutir direitos indígenas, proteção territorial e políticas públicas voltadas aos povos originários.

Organizado pela Federação dos Povos e Organizações Indígenas de Mato Grosso (Fepoimt), o encontro destacou demandas relacionadas à demarcação de terras, combate às invasões e ao garimpo ilegal, além da necessidade de ampliar ações nas áreas de saúde, educação e sustentabilidade nos territórios indígenas do estado.

A deputada Eliane Xunakalo (PT), requerente da audiência pública, destacou a diversidade e a presença histórica dos povos indígenas em Mato Grosso durante o encontro. Segundo ela, o estado abriga 43 povos indígenas, além de povos em processo de isolamento e um povo em processo de imigração, presente principalmente nas áreas urbanas de Cuiabá.

Ela afirmou que o objetivo da audiência foi ouvir as lideranças indígenas e encaminhar as demandas apresentadas às autoridades competentes, como secretarias estaduais e municipais de saúde e educação. “Mato Grosso é terra indígena. Estamos reafirmando uma coisa muito óbvia, mas que precisa ser dita constantemente”, declarou Xunakalo.

A parlamentar ressaltou ainda que os povos indígenas necessitam de visibilidade, respeito e implementação de direitos, considerando as diferentes realidades existentes nos territórios e nas cidades. Segundo ela, o estado possui cerca de 60 mil indígenas distribuídos em 74 terras indígenas, presentes nos biomas Pantanal, Cerrado e Amazônia, além das áreas urbanas.

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Foto: Ronaldo Mazza

Sobre a relação com os setores econômicos, a deputada avaliou que ainda há barreiras a serem superadas. Para ela, o potencial dos povos indígenas para o desenvolvimento sustentável ainda não foi plenamente reconhecido. “Sustentabilidade e economia podem e devem andar juntas”, afirmou Xunakalo.

O secretário da Federação dos Povos Indígenas de Mato Grosso (Fepoimt), Silvano Chue Muquissai, defendeu a maior atenção do poder público às demandas apresentadas pelas comunidades nos territórios. Segundo ele, os principais problemas enfrentados pelos povos indígenas estão ligados à falta de demarcação de terras, invasões, garimpo ilegal, desmatamento e ausência de políticas públicas eficazes.

Em sua fala, Muquissai afirmou que as necessidades das comunidades “estão nos territórios” e, por isso, é fundamental que as autoridades de Mato Grosso conheçam de perto a realidade vivida em cada aldeia. Também pediram apoio da Assembleia Legislativa e do Governo do Estado para garantir soluções efetivas às reivindicações apresentadas.

Ele disse muitos territórios indígenas sofrem impactos causados pela demora na demarcação das terras, além de conflitos provocados por invasões e exploração ilegal de recursos naturais. Conforme os representantes, até mesmo áreas já demarcadas continuam enfrentando problemas relacionados ao garimpo e ao desmatamento.

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Muquissai reforçou a importância da união entre os povos indígenas na defesa dos direitos constitucionais, especialmente o direito à terra, à segurança alimentar e à preservação das práticas sustentáveis tradicionais.

Ao final, o representante da Federação dos Povos e Organizações Indígenas de Mato Grosso defenderam maior incidência política junto aos parlamentares para assegurar a demarcação dos territórios indígenas e a proteção dos povos originários em Mato Grosso.

Durante o evento, o deputado estadual licenciado Lúdio Cabral (PT) afirmou que todo o território mato-grossense tem origem indígena. Segundo ele, o movimento realizado anualmente busca fortalecer a organização das comunidades e garantir visibilidade às reivindicações apresentadas pelas lideranças.

O parlamentar ressaltou ainda que, todos os anos, promove audiências públicas durante o Acampamento Terra Livre para ouvir as demandas dos povos indígenas e encaminhar discussões sobre direitos territoriais, saúde, educação e inclusão social.

Neste ano, a audiência teve um significado especial com a atuação da deputada estadual suplente Eliane Xunakalo, presidente da Fepoimt, que assumiu temporariamente o mandato parlamentar durante o mês de abril, período em que é celebrado o mês dos povos indígenas.

O Acampamento Terra Livre é considerado uma das principais mobilizações indígenas do Brasil e reúne lideranças de diferentes povos para debater políticas públicas, proteção territorial e garantia de direitos constitucionais.

Fonte: ALMT – MT

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