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Moretto destaca avanço para a educação durante entrega de 300 ônibus escolares

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Foto: LEONARDO MAURO DE SOUZA

O deputado estadual Valmir Moretto (Republicanos) participou, nesta quarta-feira (4), em Cuiabá, da entrega de 300 novos ônibus escolares destinados aos 142 municípios de Mato Grosso. Os veículos vão reforçar o transporte de estudantes, principalmente na zona rural, garantindo mais conforto, segurança e dignidade no trajeto até a escola.

Durante a entrega, Moretto destacou a importância da iniciativa para fortalecer a educação no estado, especialmente para alunos que vivem em áreas rurais da região oeste.

“É um novo tempo para a educação do nosso estado. São 300 ônibus escolares zero quilômetro, que vão garantir mais conforto, segurança e dignidade para os nossos alunos, principalmente aqueles que vivem na zona rural e enfrentam longas distâncias todos os dias para estudar”, afirmou o parlamentar.

Segundo o deputado, investir em educação é garantir oportunidades e desenvolvimento para as próximas gerações.

“Quando o governo do estado e a Assembleia Legislativa trabalham juntos, quem ganha são nossas crianças, nossos jovens e todas as famílias de Mato Grosso. Podem sempre contar com o nosso apoio para fortalecer a educação e levar mais estrutura para os municípios”, completou.

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Nesta etapa, o investimento da Secretaria de Estado de Educação de Mato Grosso (Seduc) é de R$ 128,7 milhões. Os novos ônibus são zero quilômetro e equipados com ar-condicionado, proporcionando melhores condições para os estudantes que percorrem longas distâncias diariamente para chegar às escolas.

A solenidade foi realizada no Espaço de Eventos Allure, no Complexo Leila Malouf, durante o 2º Fórum de Prefeitos pela Educação, em Cuiabá. O evento contou com a presença do governador Mauro Mendes (União), do vice-governador Otaviano Pivetta (Republicanos) e do secretário de Estado de Educação, Alan Porto.

Fonte: ALMT – MT

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Decisão do STF reforça atuação da ALMT no debate sobre áreas úmidas

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A Assembleia Legislativa de Mato Grosso (ALMT) deve liderar as discussões para elaboração de uma legislação específica que regulamente o uso e a proteção das áreas úmidas no estado. A afirmação foi feita pelo presidente da Casa, deputado Max Russi (Podemos), após decisão do Supremo Tribunal Federal (STF), proferida em 15 de maio, que extinguiu, sem julgamento do mérito, a ação civil pública que havia suspendido os efeitos da Resolução Consema nº 45/2022.

Na decisão, o ministro Gilmar Mendes acolheu recurso do Governo do Estado e entendeu que a ação civil pública foi utilizada de forma inadequada para suspender, com efeitos gerais, uma norma estadual. Segundo ele, a medida ultrapassou os limites de um caso concreto ao buscar afastar a aplicação da resolução e impor outra lei estadual a áreas ainda sem regulamentação específica.

Na avaliação de Max Russi, o posicionamento do STF contribui para dar mais clareza e segurança jurídica ao debate ambiental em Mato Grosso, ao afastar dúvidas sobre temas como licenciamento, produção e proteção ambiental.

“A decisão ajuda a reduzir a insegurança que havia sobre licenciamento, produção e proteção ambiental. O STF não julgou se a resolução é boa ou ruim do ponto de vista ambiental; disse apenas que não se pode suspender uma norma de efeito geral por meio inadequado. Isso dá mais clareza ao debate”, afirmou.

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Russi ressaltou ainda que o estado precisa avançar na criação de uma legislação específica para as áreas úmidas, especialmente nas regiões do Araguaia e do Guaporé.

“Precisamos contar com uma legislação clara, técnica e equilibrada sobre áreas úmidas. Regiões como Araguaia e Guaporé têm características próprias e não podem ficar presas à insegurança jurídica. É preciso proteger o meio ambiente, mas também garantir que o produtor possa trabalhar dentro da lei”, frisou.

Conforme o parlamentar, caberá à Assembleia Legislativa conduzir as discussões e ouvir os diferentes setores envolvidos.

“O papel da Assembleia é liderar esse processo com responsabilidade. Para isso, devemos ouvir o setor produtivo, o Ministério Público, a Sema [Secretaria de Estado de Meio Ambiente], o Consema [Conselho Estadual do Meio Ambiente], os pesquisadores e a sociedade para construir uma legislação moderna, baseada em dados técnicos. A Casa já vinha defendendo esse caminho: diálogo, ciência, equilíbrio e segurança jurídica”, declarou.

Impactos regionais da decisão – Representante do Araguaia na ALMT, o deputado estadual Dr. Eugênio (Republicanos) afirmou que a decisão do STF representa um avanço para o Araguaia ao reforçar a segurança jurídica sobre a regulamentação das áreas úmidas. Segundo ele, estudos técnicos indicam que a região não pode ser enquadrada como bioma Pantanal, o que, em sua avaliação, justifica a adoção de regras específicas compatíveis com a realidade ambiental local.

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O parlamentar também destacou a necessidade de conciliar produção e preservação ambiental. “Nosso trabalho é fazer com que nós possamos produzir com sustentabilidade, respeitando o meio ambiente, mas também não impedindo que o nosso Araguaia cresça”, salientou.

Para o deputado Valmir Moretto (Republicanos), a extinção da ação civil pública restabelece a vigência das regras de licenciamento ambiental e destrava processos que estavam paralisados, especialmente na região do Guaporé.

“A extinção da ACP afasta o risco imediato de cancelamento de licenças de drenagem e de outras atividades agropecuárias em áreas úmidas, algo essencial para a economia do estado. Os estudos sobre a estratificação dessas áreas e as discussões sobre o melhor uso do território, conciliando preservação ambiental e produção, representam um caminho mais seguro do que tentar adaptar ao Vale do Guaporé uma norma elaborada para outro bioma”, acrescentou.

Fonte: ALMT – MT

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