CUIABÁ
Pesquisar
Close this search box.

POLITÍCA NACIONAL

Comissão aprova Política Nacional de Enfrentamento ao Capacitismo

Publicados

POLITÍCA NACIONAL

A Comissão de Defesa dos Direitos das Pessoas com Deficiência da Câmara dos Deputados aprovou o Projeto de Lei 2514/25, do deputado Duarte Jr. (PSB-MA), que institui a Política Nacional de Enfrentamento ao Capacitismo.

A proposta define capacitismo como toda forma de discriminação contra pessoas com deficiência que restrinja ou impeça o exercício de direitos em igualdade de condições. O conceito inclui desde exclusões explícitas até a recusa de adaptações razoáveis e de tecnologias assistivas.

Entre os objetivos da proposta estão:

  • inserir pessoas com deficiência no mercado de trabalho;
  • fortalecer a educação e a cultura inclusivas; e
  • promover a participação política das pessoas com deficiência.

A regulamentação da política, a ser feita pelo governo federal, deverá ter metas, ações e formas de monitoramento e avaliação.

Participação social
Os parlamentares da comissão acolheram o parecer da relatora, deputada Dayany Bittencourt (União-CE), pela aprovação da proposta. “O projeto consagra o princípio da participação social, garantindo voz às organizações representativas das pessoas com deficiência”, disse.

Para Duarte Jr., a proposta responde ao desafio de enfrentar o capacitismo com campanhas educativas e de conscientização, formação de servidores, criação de protocolos contra a prática na administração pública, entre outras medidas.

Leia Também:  Comissão aprova projeto que amplia o percentual de brasileiros em contratações de empresas

Próximos passos
O projeto ainda será analisado, em caráter conclusivo, pelas comissões de Finanças e Tributação; e de Comissão de Constituição e Justiça e de Cidadania.

Para virar lei, precisa ser aprovado pela Câmara e pelo Senado.

Reportagem – Tiago Miranda
Edição – Marcelo Oliveira

Fonte: Câmara dos Deputados

Propaganda

POLITÍCA NACIONAL

ILB conquista nota máxima do MEC

Publicados

em

O Instituto Legislativo Brasileiro (ILB), escola de governo do Senado, recebeu na quarta-feira (19) a nota 5 do Ministério da Educação (MEC). Esse é o conceito máximo conferido a instituições de ensino. A decisão do MEC, publicada na Portaria 687/2026, também renova a autorização para que o ILB ofereça seus cursos por cinco anos.

A escola de governo do Senado está agora entre as 67 melhores instituições de ensino do país. Isso representa 3% das instituições públicas e privadas avaliadas pelo Ministério. Ao todo, 34 instituições públicas estão classificadas com a nota 5 do MEC. Outras 33 instituições privadas possuem o conceito máximo.

A diretora-geral do Senado, Ilana Trombka, celebrou o empenho dos servidores que trabalham para a capacitação do serviço público.

— Disso se beneficiam não apenas os servidores do Senado, mas todos os que têm acesso às possibilidades de treinamento e capacitação de curta, média e longa duração — pontuou a diretora-geral.

Para o diretor-executivo do ILB, Nilo Bairros, a pontuação máxima do MEC representa um marco histórico para o órgão, que em 2027 completa 30 anos. O passo seguinte será diversificar ainda mais as opções de treinamentos.

Leia Também:  Incentivo à renovação de frota para mototáxi passa na CAE

Educação e qualidade

O ILB se destaca por uma ampla oferta de ações educacionais. Elas vão desde cursos de pós-graduação lato sensu, destinados ao público interno de servidores do Senado e órgãos públicos parceiros, até treinamentos abertos ao público em geral, como as aulas em formato de Ensino a Distância (EAD).

Também são oferecidos produtos e serviços a casas legislativas de todo o país. O Programa Interlegis, que integra o ILB, oferece, gratuitamente, treinamento para implantação de ferramentas tecnológicas como o Portal Modelo e o Sistema de Apoio ao Processo Legislativo (SAPL).  Além disso, há capacitações em planejamento estratégico, inteligência artificial, mídias sociais, licitações e contratos, regimento interno e lei orgânica.

Agência Senado (Reprodução autorizada mediante citação da Agência Senado)

Fonte: Agência Senado

Continue lendo

CUIABÁ

POLÍCIA

POLÍTICA MT

MATO GROSSO

MAIS LIDAS DA SEMANA