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Comissão debate com o embaixador Celso Amorim a formulação e a execução da política externa brasileira

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A Comissão de Relações Exteriores e de Defesa Nacional da Câmara dos Deputados ouve, nesta quarta-feira (20), o assessor especial para Assuntos Internacionais da Presidência da República, embaixador Celso Amorim, sobre a formulação e a execução da política externa brasileira. O debate será às 9 horas, no plenário 3.

Veja mais detalhes sobre a audiência

A audiência foi solicitada pelo deputado Filipe Barros (PL-PR). O parlamentar quer debater a condução da política externa brasileira na atual gestão do governo federal.

Na avaliação de Filipe Barros, a política externa tem sido conduzida sob a orientação do embaixador Celso Amorim, com impactos negativos nas relações internacionais do Brasil. Ele cita episódios envolvendo Venezuela, Rússia, Ucrânia, Israel, Argentina, Paraguai e Estados Unidos.

“Celso Amorim é o chanceler de fato, enquanto Mauro Vieira apenas cumpre ordens, permitindo que o Itamaraty, antes conhecido por sua excelência diplomática, caia cada vez mais na total irrelevância”, afirma.

Para o deputado, as ações de Celso Amorim “têm colocado em xeque a imagem internacional construída pelo Brasil ao longo dos anos de um player neutro, amistoso e com posições equilibradas”.

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Da Redação – RL

Fonte: Câmara dos Deputados

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Comissão aprova aumento de pena para extorsão cometida por grupo ou com arma

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A Comissão de Segurança Pública da Câmara dos Deputados aprovou projeto de lei que aumenta em até o dobro a punição para o crime de extorsão quando praticado por duas ou mais pessoas ou com o uso de arma. Atualmente, o Código Penal prevê um aumento de até metade da pena nesses casos.

O relator, deputado Delegado Fabio Costa (PP-AL), ajustou a proposta original – Projeto de Lei 5403/25, da deputada Rosângela Reis (PL-MG) – para adaptá-la ao Marco Legal do Combate ao Crime Organizado, que já prevê penas maiores para organizações criminosas “ultraviolentas” que impõem controle territorial.

Costa decidiu não incorporar a norma que previa monitoramento eletrônico obrigatório (tornozeleira) em casos de liberdade provisória. Segundo ele, o Código de Processo Penal já determina que o juiz negue a liberdade provisória a integrantes de milícias ou organizações criminosas armadas, o que torna a medida proposta desnecessária e juridicamente arriscada.

Na justificativa da proposta, a deputada Rosângela Reis enfatizou que é preciso fortalecer o enfrentamento às práticas extorsivas praticadas por milícias privadas, organizações criminosas ou disfarçadas de serviços de segurança.

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Próximas etapas
A proposta será ainda analisada pela Comissão de Constituição e Justiça e de Cidadania e depois pelo Plenário. Para virar lei, o texto precisa ser aprovado pela Câmara e pelo Senado.

Reportagem – Murilo Souza
Edição – Roberto Seabra

Fonte: Câmara dos Deputados

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