POLITÍCA NACIONAL
Esperidião Amin defende anistia e celebra encontro entre Lula e Trump
POLITÍCA NACIONAL
O senador Esperidião Amin (PP-SC) voltou a defender a anistia para os envolvidos nos atos de 8 de janeiro. Ao discursar em Plenário nesta terça-feira (23), ele afirmou que a anistia serviria para unir os brasileiros. Também disse que os vandalismos cometidos foram consequências de um “efeito manada”.
Esperidião Amin também comparou os atos antidemocráticos de 8 de janeiro ao “efeito Lúcifer”, fenômeno descrito no livro do psicólogo Philip Zimbardo, segundo o qual “pessoas boas” podem se tornar “más”, principalmente em aglomerados. Para o senador, os participantes do ato não pretendiam aplicar um golpe de Estado.
— Além dos 1.200 condenados, nós estamos condenando uma população de mais de 200 milhões de habitantes a acreditar que havia um golpe — declarou.
O senador também celebrou o encontro entre os presidentes Luiz Inácio Lula da Silva e Donald Trump durante a Assembleia Geral da ONU. Ele disse estar satisfeito e enfatizou que o presidente Lula deve buscar o diálogo, mesmo com opositores, em favor dos interesses da nação.
— O chefe da tribo, nesse caso, o presidente da República, tem de cumprir a responsabilidade que decorre do exercício do seu cargo.
Lúrya Rocha, sob supervisão de Patrícia Oliveira
Agência Senado (Reprodução autorizada mediante citação da Agência Senado)
Fonte: Agência Senado
POLITÍCA NACIONAL
Lei garante execução imediata de medidas protetivas de natureza cível para mulheres vítimas de violência
Medidas protetivas de natureza cível para mulheres vítimas de violência deverão ser cumpridas imediatamente. A medida está prevista na Lei 15.412/26, sancionada pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva e publicada no Diário Oficial da União da quinta-feira (21).
A nova norma altera a Lei Maria da Penha.
Diferentemente do processo penal, as medidas protetivas de natureza cível não funcionam como punições diretas ao agressor. Elas são ordens judiciais para proteger a mulher e seus dependentes na vida familiar, patrimonial e doméstica.
Entre as medidas previstas estão:
- afastamento do agressor do lar;
- suspensão ou restrição de visitas aos filhos;
- proibição de venda ou retirada de bens do casal ou da vítima; e
- encaminhamento da mulher e de dependentes para programas de proteção e atendimento.
Pela nova lei, o juiz poderá determinar o cumprimento das medidas sem que a vítima precise entrar com ação judicial.
A medida teve origem no Projeto de Lei 5609/19, apresentado pelo ex-senador Fernando Bezerra Coelho, aprovado pelo Senado em 2023.
Na Câmara dos Deputados, a proposta foi aprovada neste ano sem mudanças. Na Comissão de Constituição e Justiça, a relatora foi a deputada Laura Carneiro (PSD-RJ).
“A mudança confere efetividade e maior proteção à mulher vítima de violência doméstica, com a rapidez no cumprimento das medidas impostas”, disse ela.
Da Redação – GM
Com informações da Agência Senado
Fonte: Câmara dos Deputados
-
AGRONEGOCIOS3 anos atrás
Agrônomo mineiro recebe a Comenda do Mérito Agronômico, a mais alta distinção da categoria
-
MATO GROSSO3 anos atrás
Mar… ia
-
MATO GROSSO3 anos atrás
A solidão humana
-
Gourmet3 anos atrás
Molho Bolonhesa
-
Gourmet2 anos atrás
Brigadeiro
-
Gourmet2 anos atrás
Picolé detox
-
Gourmet2 anos atrás
Molho rosé
-
Gourmet2 anos atrás
Salpicão

